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Segurança

Familiares reclamam que não têm notícias de detentos no Estado

A Secretaria de Estado da Justiça esclarece que, desde a suspensão das visitas, buscou alternativas para manutenção do contato

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Familiares de presidiários do Estado estão preocupados com a situação dos detentos por conta do novo coronavírus. Eles reclamam que estão sem informação dos detentos, pois as visitas foram suspensas devido à pandemia.

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) esclarece que, desde a suspensão das visitas, buscou alternativas para manutenção do contato entre os internos e os familiares. A secretaria ressaltou, também, que busca manter uma periodicidade nesse contato. Entretanto, esse prazo não necessariamente será o mesmo que aconteceria durante as visitas.

Os familiares que, nesse período, precisarem de alguma informação podem entrar em contato com a unidade prisional, segundo informações da Sejus. A lista com contatos de todas as unidades está disponível no site da secretaria, que é sejus.es.gov.br/unidades-prisionais.

A Sejus ainda disse que a higienização das celas e todos os equipamentos das unidades estão sendo feitos com água e sabão, além do uso do álcool gel.

Agentes penitenciários 

Em relação à segurança dos agentes penitenciários, a Sejus informou que iniciou a produção em larga escala de máscaras descartáveis para os servidores e demais forças de segurança. A distribuição do material já foi iniciada, de acordo com a secretaria.

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Sobre os detentos com os casos confirmados, a secretaria disse que eles permanecem em isolamento, dentro do sistema penitenciário e que apresentam sintomas leves da doença. Os detentos são acompanhados pela equipe de saúde prisional.

A previsão é que, até o final desta desta semana, todas as unidades prisionais estejam munidas do Equipamento de Proteção Individual (EPI).

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Segurança

Casagrande descarta mudar comando da Sesp e da PM

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O governador Renato Casagrande descartou mudar o comando da PM e da Secretaria de Segurança no Estado. Atualmente, os postos são ocupados pelo coronel Douglas Caus e pelo coronel Alexandre Ramalho, respectivamente.

O burburinho da possibilidade de mudança nos postos-chave da segurança pública estadual veio após a repercussão da carta assinada por 15 coronéis com relatos de insatisfação ao governo e ao comando-geral da PM. Na carta, os coronéis falam em baixos salários, desmotivação, estresse da tropa e falta de diálogo. “A preocupação maior é certamente a formação de um cenário, já presenciado em tempo pretérito, onde a ausência de diálogo conduziu para consequências inesquecíveis e danosas para toda a Corporação”, diz trecho do documento em referência à greve da PM em fevereiro de 2017.

Questionado pela coluna De Olho no Poder se Coronel Ramalho iria deixar a Sesp, o governador respondeu: “Em hipótese nenhuma”. E deu a mesma resposta ao ser perguntado sobre Coronel Caus: “Estou satisfeito com o trabalho do Ramalho e do Caus”, respondeu Casagrande.

Nos bastidores, porém, a relação não estaria nada amistosa entre Caus e Ramalho. Oficiais militares e interlocutores do governo ouvidos pela coluna disseram, reservadamente, que os dois, que são da mesma turma de formação na PM, andam “batendo cabeça”, divergem com relação à estratégia de policiamento e que há entre eles uma “guerra de vaidades”, com disputa de holofote, tendo como pano de fundo a eleição do ano que vem.

A própria carta dos coronéis, endereçada ao secretário Ramalho e atropelando Caus, seria um indicativo do desgaste da relação, além de um ato – que está sendo lido na caserna – de insubordinação, uma vez que não foi respeitada a ordem hierárquica para o envio do documento. Ao receber a carta, Ramalho a encaminhou para o comando da PM.

Coronel Ramalho já admitiu à coluna a possibilidade de disputar uma vaga de deputado federal na eleição do ano que vem. Se isso se concretizar, ele deve deixar o posto de secretário em abril do ano que vem – 6 meses antes da eleição. A vaga de secretário a ser ocupada com a possível futura saída de Ramalho em abril também seria objeto de disputa dentro da PM, envolvendo Caus. Assim como também estaria no centro de uma disputa o posto de comandante da PM, caso Caus subisse para ser secretário.

Transferência

Na tarde de ontem foi publicado o “Boletim Especial do Comando Geral número 63” com mudanças e transferências envolvendo dois dos coronéis que assinaram a carta-manifesto. O coronel Carlos Ney de Souza Pimenta, que estava no comando do Policiamento Ostensivo Especializado (CPOE) – que atua em Vitória e tem sob seu guarda-chuva, por exemplo, o BME –, foi transferido para estar à frente do 6º Comando de Policiamento Ostensivo Regional (CPOR), na Serra.

Já o coronel Laurismar Tomazeli, que estava no comando do 6º CPOR, vai para o comando do CPOE. Também ocorreram outras mudanças entre as duas unidades e com outros quatro oficiais de patentes menores.

Oficiais ouvidos pela coluna disseram que se trata de um ato administrativo, sem peso de punição, mas que mais mudanças devem ocorrer. “Se a carta foi um ato de insubordinação e o corregedor, coronel Moacir Barreto, assinou a carta, como ele vai investigar ele mesmo?”, questionou um oficial à coluna.

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Segurança

Suspeito tenta invadir casa e morre após receber golpe ‘mata-leão’ em Cariacica

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Ao perceber a invasão , o dono da residência entrou em luta corporal com o suspeito para evitar um assalto

Um rapaz foi morto, na madrugada desta segunda-feira (06), após tentar invadir uma residência no bairro Oriente, em Cariacica. O dono da casa entrou em luta corporal com o suspeito e deu um golpe ‘mata-leão’ na tentativa de imobilizar o criminoso.

De acordo com testemunhas, tudo aconteceu por volta das 3 horas. O local que foi alvo da invasão é composto por diversas residências. O jovem teria tentado entrar em uma casa que fica nos fundos, onde moram um casal e três filhos.

Ao perceber que alguém estaria tentando entrar no local, o dono da residência atingiu o suspeito com uma paulada. Ao entrar em luta corporal, ele acabou aplicando o chamado golpe ‘mata leão’.

Quando o suspeito desmaiou, ele acionou a Polícia Militar. No entanto, ao observar que ele demorou para recuperar os sentidos, ele acionou também o Samu, que verificou que já não havia sinais vitais.

A perícia foi acionada e o corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória. A identificação da vítima não foi informada.

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