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Internacional

Fechada por covid-19, Disney doará comida a restaurantes populares

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Segundo comunicado, são toneladas de “saladas frescas, verduras, e itens quentes preparados por especialistas” que irão para bancos de alimentos

A pandemia do coronavírus colocou o mundo em suspensão, e paralisou atividades em lugares que jamais imaginaríamos ver esvaziados e silenciosos – como é o caso da Disney. Todos os parques estão fechados desde a semana passada, a fim de impedir qualquer aglomeração. Mais do que simplesmente fechar seus portões, porém, a Disney decidiu ajudar em meio à crise e combater seu próprio desperdício, e anunciou que irá doar todo excesso de comida proveniente da paralização à bancos de alimentos locais.

A multidão em um dia cheio no parque © Divulgação

A multidão em um dia cheio no parque

Segundo comunicado, são toneladas de “saladas frescas, verduras, e itens quentes preparados por especialistas”. Na Flórida, as doações irão para o Second Harvest Food Bank, banco de alimentos que já possui parceria com o parque, e que recebe anualmente 20 mil refeições doadas pela Disney. Mais de 1 milhão de refeições são doadas anualmente pelo parque Disney World através de seu programa.

O Second Harvest Food Bank é conhecido pelo seu trabalho vital no combate à fome no centro da Flórida, e sabemos o papel importante que temos em ajudar a trazer soluções significativas para nossa comunidade em tempos de grande necessidade”, disse Tajiana Ancora-Brown, diretora de assuntos externos do Walt Disney World Resort. Os parques estão inicialmente programados para seguirem fechados até o final de março, mas ainda não há confirmações oficiais de quando os portões irão se reabrir.

Atração do Star Wars vazia © Gregg Newton/Reuters

Atração do Star Wars vazia

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Internacional

Princesa Mako, do Japão, se casa com plebeu e deixa família imperial

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Eles irão morar em Nova York, onde trabalham como advogados, e participaram de entrevista coletiva após a cerimônia. União foi alvo de polêmica por causa de dívida da mãe do noivo

A princesa Mako, sobrinha do imperador Naruhito, do Japão, deixou oficialmente de pertencer à família real nesta terça-feira (26), ao celebrar seu casamento com o plebeu Kei Komuro.

Sem nenhuma cerimônia especial ou pompa, a união foi definida apenas pela assinatura do registro oficial do casamento, por volta das 11 horas (horário local, 23 horas de segunda-feira no Brasil).

Além de confirmar que os dois se tornam marido e mulher legalmente, o documento também definiu o desligamento de Mako da família imperial. Ela agora passa a se chamar Mako Komuro.

Além de não ter uma festa, a princesa também abriu mão do dinheiro que receberia por deixar o título, um dote equivalente a mais de R$ 5 milhões.

Após a assinatura, os noivos concederam uma entrevista coletiva em um hotel em Tóquio.

Mako pediu desculpas por qualquer problema causado por seu casamento e entendeu que as pessoas têm opiniões diferentes sobre o assunto. Kumuro também se desculpou e disse que ama Mako e a apoiaria por toda a vida juntos.

Mako, agora ex-princesa do Japão, e seu marido Kei Komuro — Foto: STR / JIJI PRESS / JAPAN POOL / via AFP Photo

A união, que foi comemorada pelos japoneses quando o casal anunciou o noivado, em 2017, e sua intenção inicial de se casar em 2018, se tornou alvo de protestos, levando inclusive Komuro a deixar o país e ao adiamento da celebração.

Isso aconteceu quando foi descoberto que a mãe do noivo, que é viúva, havia recebido um empréstimo de 4 milhões de ienes (cerca de R$ 200 mil) de um ex-noivo, usados para financiar os estudos do filho, e não devolveu o dinheiro.

A sogra da princesa alegou que acreditava que a quantia tinha sido um presente, e Komuro se ofereceu para pagar a dívida, mas o estrago na imagem da família já estava feito. Grande parte da opinião pública se voltou contra o relacionamento do jovem com um membro da família imperial, que supostamente deve manter uma reputação imaculada.

Para diminuir a pressão, o noivo se mudou para Nova York, onde continuou os estudos e trabalha como advogado. Após o casamento, Mako irá se mudar para os Estados Unidos, e também vai trabalhar como advogada na cidade.

Os dois, que têm 30 anos de idade, se conheceram na universidade quando estudavam direito, há dez anos.

Enquanto Komuro estava em Nova York, Mako permaneceu no Japão, e eles ficaram três anos sem se ver pessoalmente. Recentemente, quando a data do casamento foi anunciada, a agência da Casa Imperial informou que a princesa estava sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático devido à grande cobertura midiática sobre ela.

 O príncipe Akishino e a princesa Kiko, acenam ao lado de sua filha, a princesa Mako, em foto de 2 de janeiro de 2018 — Foto: Kazuhiro Nogi/AFP

O príncipe Akishino e a princesa Kiko, acenam ao lado de sua filha, a princesa Mako, em foto de 2 de janeiro de 2018.

O reencontro aconteceu apenas no mês passado, quando o noivo finalmente retornou para o casamento. Com os cabelos mais compridos e usando um pequeno rabo de cavalo, foi mais uma vez alvo de inúmeras críticas – e logo cortou os fios.

Como mulher, Mako não pertencia à linha de sucessão ao trono imperial, que no Japão só pode ser ocupado por homens. Abaixo de seu tio, o atual imperador Naruhito – que tem apenas uma filha mulher, a princesa Aiko – estão o pai de Mako, o príncipe Akishino, e seu irmão mais novo, Hisahito, de 14 anos.

Antes dela, a última mulher a deixar a família imperial para se casar com um plebeu foi sua tia, a ex-princesa Sayako, irmão de Naruhito, que em 2005 se casou com Yoshiki Kuroda.

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Internacional

China faz novos confinamentos após aumento de casos de Covid

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Medidas ocorrem a apenas 100 dias do início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim

As autoridades chinesas determinaram o confinamento de dezenas de milhares de moradores do norte do país e pediram aos habitantes da capital que limitassem os deslocamentos após o aumento de casos de Covid-19, a apenas 100 dias do início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim.

A China identificou 39 novos casos de Covid-19 nesta segunda-feira (25) e mais de 100 durante a semana passada. Muitos contágios estão relacionados com os deslocamentos de um grupo de turistas.

O governo chinês, que adota uma política de “tolerância zero” em relação ao vírus, reagiu rapidamente com a imposição de restrições e com a organização de campanhas de teste nas regiões afetadas.

Pequim, cidade que receberá os Jogos Olímpicos de Inverno a partir de 4 de fevereiro, adiou por tempo indeterminado a maratona que estava prevista para 31 de outubro e contaria com a participação de quase 30 mil corredores. “A prova foi adiada para evitar o risco de transmissão epidêmica”, anunciaram os organizadores.

Um funcionário do governo da capital chinesa pediu aos moradores que evitassem viagens “desnecessárias” para fora da cidade e encontros com muitas pessoas. 

Qualquer pessoa procedente de uma região onde foram identificados casos de Covid-19 deve apresentar um teste negativo, anunciaram as autoridades. Os novos casos foram detectados em 11 províncias, a maioria na região norte do país. 

Em Ejin, cidade na Mongólia interior, no norte do país, quase 35 mil pessoas ficarão confinadas a partir desta segunda-feira por um período de duas semanas.

Em algumas cidades do norte do país, incluindo Lanzhou, capital da província de Gansu, os serviços de ônibus e táxi foram suspensos. Além disso, os locais turísticos foram fechados.

No domingo, as autoridades já haviam anunciado a suspensão das viagens turísticas organizadas para cinco áreas onde casos de Covid-19 foram registrados, incluindo Pequim.

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