conecte-se conosco


Política Nacional

Filha de Fernandinho Beira-Mar toma posse como vereadora no Rio

Publicado

Fernanda Costa assumiu a cadeira do vereador eleito Sandro Lelis na Câmara Municipal de Duque de Caxias

A cirurgiã-dentista Fernanda Costa (MDB), filha do traficante Fernandinho Beira-Mar, tomou posse como vereadora na Câmara Municipal de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta segunda feira (4).

A suplente Fernanda Costa, de 36 anos, assumiu a cadeira do vereador eleito Sandro Lelis, que foi nomeado secretário Municipal de Serviços Públicos pelo prefeito Washington Reis (MDB). 

Ela é casada e tem três filhos. A primeira Eleição que concorreu foi em 2016. Em 2020, recebeu 3.999 votos.

Preso há quase 20 anos, Luiz Fernando da Costa, mais conhecido comoFernandinho Beira-Mar, é considerado um dos mais perigosos criminosos do Estado do Rio.

Fernandinho Beira-Mar foi condenado por crimes como tráfico de drogas, tráfico internacional de armas, lavagem de dinheiro e homicídio. As penas já ultrapassam 200 anos de prisão.

Leia mais:  Governo avisa autoridades dos EUA sobre contaminação de Wajngarten
publicidade

Política Nacional

Projeto reivindica auxílio emergencial de R$ 600 até abril

Publicado

De autoria de um deputado do Rio de Janeiro, o projeto tramita na Câmara dos Deputados em Brasília

O Projeto de Lei 5650/20, de autoria do deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ), solicita que o auxílio emergencial, com valor de R$ 600, seja prorrogado até abril deste ano. Neste momento, ele  tramita na Câmara dos Deputados, em Brasília. 

O texto argumenta que “caso o auxílio não tivesse sido oferecido desde abril/2020, o índice de pobreza teria saltado para 36% durante a pandemia”.

O documento acrescenta ainda que o índice de pobreza da população caiu de 23%, em maio, para 21%, em outubro, segundo dados do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ).

Pago desde abril de 2020, sendo as cinco primeiras parcelas de R$ 600 e as quatro últimas de R$ 300, o auxílio emergencial acabou em 31 de dezembro do ano passado.

Segundo o deputado, além da queda de renda da população, o fim do benefício vai afetar a arrecadação de estados e municípios e os pequenos comércios locais.

Leia mais:  STF determina afastamento de deputado alvo de operação da PF
Continue lendo

Política Nacional

Reforma tributária deve sair este ano, diz Bolsonaro

Publicado

Projeto é uma das apostas do governo para retomada da economia brasileira após a pandemia do novo coronavírus

presidente Jair Bolsonaro disse na quinta-feira (21) que o governo buscará fazer a reforma tributária “no corrente ano” e negou que o objetivo seja aumentar impostos. Segundo o presidente, se a reforma provocar aumento de tributos é “melhor deixar como está”.

A reforma tributária é uma das apostas do governo para a retomada da economia após a pandemia da covid-19. Bolsonaro disse que hoje as empresas “gastam muito tempo e gastam muito dinheiro” com os cálculos de prestações de contas e, por isso, a ideia do governo é “simplificar” o sistema.

“Vamos, se Deus quiser, fazer a reforma tributária no corrente ano. E o que eu falei com o Paulo Guedes? Eu não sou economista, mas fazer as quatro operações a gente sabe fazer. No final das contas, não podemos ter majoração da carga tributária, senão deixa como está”, disse.

Nesta quinta (21), o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato apoiado pelo Planalto na disputa pela presidência do Senado, reconheceu que há discussões sobre a criação de um novo imposto nos moldes da extinta CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), mas afirmou que somente apoiará a iniciativa se houver medidas compensatórias, como a desoneração da folha salarial.

Conforme o Estadão revelou, o ministro da Economia, Paulo Guedes pretende reapresentar a proposta do novo imposto se o deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato à presidência da Câmara, vencer a eleição de fevereiro.

Bolsonaro disse ainda que é importante ter uma boa relação com o Congresso para que projetos de interesse do governo sejam pautados. Ele reclamou do fato de que uma medida provisória de regularização fundiária ter caducado e prometeu reapresentá-la neste ano.

“Hoje em dia estamos tendo um bom relacionamento com Câmara e com o Senado”, disse Bolsonaro, sem mencionar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seu desafeto político.

Leia mais:  Governo avisa autoridades dos EUA sobre contaminação de Wajngarten
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana