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Final da Libertadores: decreto do Governo autoriza até 10% da capacidade do Maracanã

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O Governo do Estado do Rio de Janeiro publicou decreto, nesta sexta-feira, autorizando a realização da final da Copa Libertadores, marcada para o dia 30, no Maracanã. Entre as regulamentações, o governador Claudio Castro estabeleceu um limite de até 10% da capacidade do estádio para a operação do jogo entre Palmeiras e Santos.

Na partida, que não terá público pagante, estará autorizada a presença de pessoal relacionado a organização, segurança e realização, bem como pessoas ligadas a patrocinadores do evento e aos clubes, no limite determinado.

Vale lembrar que o poder municipal possui autonomia em relação a decisões sobre presença de público ou não nos estádios da cidade. No último dia 13, a Prefeitura chegou a autorizá-la, com capacidade variando entre 10% e 20% do total. A medida acabou revogada no mesmo dia por decreto do prefeito Eduardo Paes.

Santos e Palmeiras receberam 150 convites cada. Entre os convidados do Santos, a divisão será: 45 entre os familiares de jogadores e comissão técnica; 30 para o Comitê de Gestão; 30 para o Conselho Deliberativo; 15 para autoridades e patrocinadores; 25 para sócios; e cinco entre os funcionários do clube.

Uma reunião no fim da manhã desta sexta-feira definiu que o efetivo de policiais militares para a segurança da partida, nos arredores e na parte interna do estádio, ficará em 550, com mais 200 guardas municipais.

Em outras partes da cidade, haverá atenção especial nas proximidades dos hotéis onde ficarão as duas delegações.

Hoje, o Maracanã, tem capacidade para 78.883 pessoas, ou seja, a capacidade autorizada de operação para a partida gira em torno de 7 mil pessoas. A Conmebol, porém, não trabalha com a ideia de um efetivo tão grande.

Fechamento nos arredores

Uma estimativa citada em reunião com órgãos e dirigentes, há cerca de duas semanas, apontou a possibilidade de até quatro mil pessoas (com distanciamento) dentro e no perímetro do estádio, contando delegações e forças de segurança.

— Estamos ajustando todas as áreas para ter o menor número possível de pessoas — disse o diretor de competições de clubes da Conmebol, Fred Nantes.

Em termos de espaço físico, o setor Oeste está à disposição. Isso inclui as arquibancadas do Maracanã Mais, os dois níveis de camarote e a tribuna de imprensa. Nesta semana, a Conmebol montará base no Maracanã para começar a receber serviços de personalização do estádio, instalação de placas de LED e hospitalidade.

A presença de dois times brasileiros, por si só, já demanda um cuidado especial no entorno para evitar aglomerações. O quarteirão do Maracanã será bloqueado, o que envolve trechos da Avenida Maracanã, Radial Oeste e Eurico Rabelo.

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Ex-BBB Arthur Picoli é apresentado oficialmente como jogador de futebol 7 do Flamengo

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Anúncio do capixaba foi feito por meio das redes sociais. Ele estava como apresentador da FlaTV e foi convidado para integrar o time nesta quarta-feira

Após aceitar o convite para integrar o time de Futebol 7 do Flamengo, o ex-BBB Arthur Picoli foi apresentado oficialmente como novo reforço do Rubro-Negro na grama sintética.

Por meio das redes sociais, o capixaba de Conduru, distrito de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do estado, posou para as fotos com a camisa do clube. Na postagem ele novamente agradeceu a oportunidade, declarou ser um dia especial e estar realizando um sonho. Confira na íntegra.

O perfil oficial do Flamengo Fut7 também fez o anuncio da contratação do capixaba para a temporada. O time é o atual campeão da Liga Fut7 Nacional e defende uma invencibilidade de um ano no esporte mais praticado no país. 

Além disso, a equipe estreia este final de semana na Copa do Brasil e terá pela frente ainda o Campeonato Carioca, Liga Fut7 Nacional e a Liga das Américas, que equivale a Libertadores da modalidade e será disputada no Chile.

O gestor do futebol 7 rubro-negro, Christhian Rojas, afirmou que a ideia veio do diretor da modalidade, Bruno Almeida, e foram apresentados vários fatores positivos que contribuíram para a decisão.

“Quando nosso diretor trouxe a ideia vimos que era boa. O Arthur é bom jogador e chega, já sabendo da grandeza do projeto e, certamente, nos ajudará nas competições”, disse Rojas.

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Medalha de ouro é acusado de fazer parte de grupo terrorista

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Javad Foroughi, campeão no Tiro Esportivo, foi apontado como membro de uma das forças do Estado Islâmico pelo grupo United for Navid, atuante em prol dos direitos humanos no Irã

Uma grande polêmica foi levantada após Javad Foroughi conquistar a medalha de ouro no Tiro Esportivo, na pistola de ar de 10m. De acordo com o grupo United for Navid, que cobra ações imediatas do Comitê Olímpico Internacional (COI), o iraniano é “membro atual e antigo” da Força Quds do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica, designado como organização terrorista.

Javad Foroughi, medalha de ouro no Tiro Esportivo em Tóquio — Foto: Ann Wang / REUTERS

O United for Navid foi criado após a execução do lutador iraniano Navid Afkari, e vem pedindo frequentemente punições ao Irã por conta de violações aos direitos humanos e à Carta Olímpica. Em sua acusação, o grupo pede à Comissão de Ética do COI que inicie uma investigação imediata, ou então será “cúmplice na promoção do terrorismo e de crimes contra a humanidade”.

No comunicado divulgado, o United for Navid ainda exige que, enquanto a investigação esteja em curso, todos os prêmios e medalhas conquistados por Javad Foroughi sejam suspensos. O Irã vem enfrentando pressão diante do COI por continuar se recusando a permitir que seus atletas enfrentem israelenses em competições.

– Conceder uma medalha de ouro olímpica a um membro de uma organização terrorista é uma afronta terrível aos atletas e aos ideais olímpicos e deixa uma marca negra no COI – disse o grupo.

Vale lembrar que, em abril, a Federação Internacional de Judô baniu o Irã por um período de quatro anos depois que o país instruiu Saeid Mollaei a evitar enfrentar um adversário de Israel no Campeonato Mundial de 2019. Até aqui, foi a única entidade a punir o Irã diante da postura polêmica adotada há um bom tempo. O COi ainda não se manifestou sobre o caso.

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