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Fla ataca Globo sobre transmissão do futebol: ‘Estamos atrasados’

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Vice-presidente de Relações Externas, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, valorizou Medida Provisória 984, que dá ao mandante do jogo direito de negociar jogos

Vice-presidente de Relações Externas do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, cometou nesta quarta-feira (24) a Medida Provisória nº 984 – que dá prerrogativa exclusiva ao mandante de negociar o direitos de transmissão de seus jogos – e sobre os desdobramentos da mesma, uma vez que o Grupo Globo acionou a Justiça para evitar que o clube negocie ou transmita por conta própria a partida contra o Boavista, na próxima quarta, dia 1º de julho , pela Taça Rio – o segundo turno do Estadual.

Segundo o VP, a ação da emissora não altera os planos do clube da Gávea.

“O Flamengo entende que esse é o caminho natural. A MP ainda precisa ser julgada. A Globo está fazendo o que é do seu interesse. O Flamengo fará o mesmo. O Flamengo não tem contrato e está muito claro o que é mandante e não é mandante (na MP). Isso é claro até no contrato, uma vez que a Globo não paga a mesma quantia aos demais clubes que pagaria por não ter o Flamengo (entre os clubes que negociaram os direitos de transmissão do Carioca). Eles sabiam que não teriam nossos jogos. Isso já está precificado”, explicou Bap

A medida provisória promovida pelo presidente Jair Bolsonaro, em 18 de junho, traz modificações à Lei 9.615/1998, a Lei Pelé. Além de dar uma prerrogativa exclusiva do mandante de negociar os direitos de transmissão de suas partidas, a medida também atingiu o sindicato dos jogadores de futebol. Antes, 5% dos direitos de transmissão ficava com essas organizações. A partir de agora, serão divididos igualmente aos atletas da partida, sem qualquer mediação.

Bap, do Flamengo, entende que clubes devem se juntar e negociar seus direitos

Bap, do Flamengo, entende que clubes devem se juntar e negociar seus direitos.

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Valdívia recebe teste positivo para covid no intervalo e é substituído

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Meio-campista estava atuando pelo Avaí na partida diante do CSA. Após saber do resultado de teste, técnico o trocou por Renato

Valdivia testou positivo para covid enquanto estava jogando pelo Avaí

O meio-campista Valdívia foi substituído na partida entre CSA e Avaí pela Série B do Brasileirão. Até aí, sem problemas. O estranho é que ele deixou a partida após receber o diagnóstico positivo para covid-19.

O resultado teria chegado ao conhecimento do clube através de informação repassada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) durante o confronto disputado na cidade de Maceió, momento em que o jogador estava em campo.

Com isso, a atitude do clube foi de, no intervalo do compromisso, substituir o jogador que deu lugar ao também meio-campista Renato. Até o presente momento, o clube ou mesmo a CBF não se pronunciou em caráter oficial.

Desde que chegou ao Avaí por empréstimo do Internacional, Valdívia participou de 45 partidas. Ele fez sete gols em uma passagem marcada por altos e baixos.

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MP denuncia ex-presidente do Fla por incêndio no Ninho do Urubu

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Além de Bandeira de Mello, outras 10 pessoas são acusadas pela prática de ‘condutas delituosas’ na tragédia que matou 10 atletas

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) denunciou, nesta sexta-feira (15), o ex-presidente do Flamengo Eduardo Bandeira de Mello e mais 10 pessoas pelo crime de incêndio culposo resultando em morte na investigação sobre o a tragédia no Centro de Treinamento do Ninho do Urubu.

“Havia o conhecimento de uma série de precariedades na instalação. O CT foi autuado pela prefeitura. O Ministério Público do Rio de Janeiro tentou fazer um termo de ajustamento de conduta para melhorar as inatalações, mas foi rejeitado pelo então diretor”, disse o promotor Décio Alonso.

Incêndio no Ninho matou 10 jovens jogadoresA tragédia, ocorrida em fevereiro de 2019, tirou a vida de 10 jogadores das categorias de base do clube. Todos dormiam no momento em que o fogo tomou conta das instalações.

Além de Bandeira de Mello, presidente do Flamengo entre 2013-2015 e entre 2016-2018, também foram denunciados Antonio Marcio Mongelli Garotti, Carlos Renato Mamede Noval, Claudia Pereira Rodrigues, Danilo da Silva Duarte, Edson Colman da Silva, Fabio Hilario da Silva, Luiz Felipe de Almeida Pondé, Marcelo Maia de Sá, Marcus Vinícius Medeiros e Weslley Gimenes.

Com base na investigação do Gaedest (Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor) o MP-RJ argumenta que “de 2015 até fevereiro do ano de 2019 [data do incêndio], os denunciados, consciente e voluntariamente, praticaram condutas comissivas e/ou omissivas, isolada e/ou conjuntamente, por imperícia, negligência e/ou imprudência penalmente relevantes”.

Em seguida, a Promotoria destaca que “as condutas dos denunciados ao longo do tempo foram a causa única e eficiente para a ocorrência do incêndio de grandes proporções que resultou direta e consequentemente na morte dos dez adolescentes e ferimentos graves em outros três, todos atletas da categoria de base do futebol da referida Agremiação Esportiva, não tendo concorrido para o evento nenhuma condição de caso fortuito ou força maior a afastar a responsabilidade penal na hipótese”.

Ainda segundo o MP, o Flamengo descumpriu sanções administrativas e normas técnicas regulamentares para a fiscalização correta do Corpo de Bombeiros Militar do Rio. Mais do que isso, a contratação de contêineres para dormitório de atletas das categorias de base vai contra as regras de engenharia e arquitetura. “A estrutura de contêiner nunca foi comunicada a nenhum órgão de fiscalização e controle”, afirma Alonso.

O incêndio no Ninho do Urubu, em 8 de fevereiro de 2019, fez dez vítimas fatais. Os atletas Arthur Vinicius de Barros Silva (14 anos), Athila de Souza Paixão (14), Bernardo Augusto Manzke Pisetta (14), Christian Esmerio Candido (15), Gedson Corgosinho Beltrão dos Santos (14), Jorge Eduardo Santos Pereira Dias Sacramento (15), Pablo Henrique da Silva Matos (14), Rykelmo de Souza Viana (16), Samuel Thomas de Souza Rosa (15) e Vitor Isaias Coelho da Silva (15), que dormiam nas instalações improvisadas, morreram

O incêndio no Ninho do Urubu, em 8 de fevereiro de 2019, fez dez vítimas fatais. Os atletas Arthur Vinicius de Barros Silva (14 anos), Athila de Souza Paixão (14), Bernardo Augusto Manzke Pisetta (14), Christian Esmerio Candido (15), Gedson Corgosinho Beltrão dos Santos (14), Jorge Eduardo Santos Pereira Dias Sacramento (15), Pablo Henrique da Silva Matos (14), Rykelmo de Souza Viana (16), Samuel Thomas de Souza Rosa (15) e Vitor Isaias Coelho da Silva (15), que dormiam nas instalações improvisadas, morreram

Histórico do processo

No final de 2020, a investigação sobre o incêndio mudou de mãos. O promotor Luiz Ayres se licenciou do cargo por motivos de saúde e Décio Luiz Alonso Gomes assumiu a denúncia. O novo promotor de Justiça, membro do Gaedest (Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor), já tinha em mãos os últimos relatórios da Polícia Civil do Rio.

O incêndio no Centro de Treinamento George Helal, conhecido como Ninho do Urubu, aconteceu em 8 de fevereiro de 2019, por volta das 5h. Na ocasião, 22 garotos dormiam em instalações improvisadas dentro dos muros do Flamengo. Uma curto-circuito no ar-condicionado teria sido a causa do incêndio que matou 10 jogadores.

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