conecte-se conosco


Internacional

Forte terremoto atinge Japão e gera alerta de tsunami

Publicado

Um tremor de magnitude 7,2 foi sentido na costa leste japonesa
Um terremoto de magnitude 7,2 na escala Richter foi registrado neste sábado (20/03) na costa leste japonesa e levou as autoridades a emitirem um alerta de tsunami de cerca de um metro. Não há informações de vítimas ou danos significantes.
O tremor, registrado às 18h09 (horário local), teve epicentro a 34 quilômetros da costa, a uma profundidade de 60 quilômetros nas águas do Pacífico na região de Miyagi. Ele foi sentido também na capital Tóquio.

O terremoto levou as concessionárias locais a inspecionarem a situação das usinas nucleares da região e as empresas ferroviárias locais a suspenderam os serviços, incluindo os trens-bala Shinkansen.

O terremoto e o tsunami acontecem pouco depois de o Japão lembrar os dez do catastrófico terremoto, de magnitude 9, de 11 de março de 2011, que desencadeou um tsunami mortal e o desastre de Fukushima.

O chamado triplo desastre atingiu sobretudo o nordeste do Japão, incluindo Miyagi. Neste sábado, alguns moradores de comunidades chegaram a fugir para locais mais altos depois que o alerta de tsunami foi emitido.

“Eu me lembrei daquele dia há dez anos”, disse um homem da cidade de Ishinomaki, à emissora nacional NHK, enquanto fugia para uma colina. “Por causa da nossa experiência daquele dia, meu coração está batendo forte agora”.

De acordo com Takashi Yokota, um funcionário do escritório de gerenciamento de desastres da prefeitura de Miyagi, não houve relatos imediatos de danos.

“Não recebemos nenhum relatório imediato de danos ou ferimentos após o terremoto e o alerta de tsunami. Mas ainda estamos coletando informações”, disse ele à agência de notícias AFP.

Segundo a autoridade nuclear japonesa, não houve anormalidades nas instalações da área, incluindo Fukushima Daiichi, Onagawa e várias instalações menores e reatores nucleares experimentais.

No mês passado, a região também foi abalada por outro forte terremoto, que feriu dezenas de pessoas. Meteorologistas dizem ter se tratado de um tremor secundário do terremoto de 2011. 

O Japão está situado no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, um arco de intensa atividade sísmica que se estende pelo sudeste asiático e pela bacia do Pacífico.

O país é atingido regularmente por terremotos e tem regulamentos rígidos de construção destinados a garantir que os edifícios possam resistir a fortes tremores.

Leia mais:  Tailândia fará testes em humanos de vacinas contra a Covid-19 via spray nasal
publicidade

Internacional

“Militarismo não combaterá a covid”, diz Biden na ONU

Publicado

Presidente dos EUA exaltou a união das nações, ao defender que o desafio do século 21 é a unidade global 

Em discuro na Assembleia Geral da ONU, nesta nesta terça-feira (21), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que o militarismo não combaterá a covid-19. “A resposta militar não será a solução para todos os problemas do mundo. Veja, por exemplo, a covid-19, que está sendo combatida pela ciência”, pontuou. Este foi o primeiro discurso do democrata no evento.

O presidente norte-americano ressaltou que as nações precisam criar um conselho para tratar sobre as ameaças à saúde e exaltou as doações que os EUA fizeram de vacinas contra a covid-19. “Estamos em um momento de grande dor e ao mesmo tempo de grandes possibilidades”, disse sobre a pandemia.

Biden fez um discurso exaltando a união das nações. “Este é o desafio do século 21: a unidade global. Iremos garantir a segurança dos nossos alidados hoje e amanhã. (…) Usaremos de todos os meios para que isso ocorra”, e ressaltou que trabalha para fortalecer as alianças dos Estados Unidos. 

“Precisamos estar profundamente engajados com o resto do mundo para garantir nosso futuro. Nossa seguridade, prosperidade e liberdade estão interconectadas e, na minha visão, como nunca antes”, completou.

“Em vez de lutar pelas guerras do passado, estamos direcionando nossos recursos, nossos olhos, para as ações que trazem resultados coletivos”.

Para ele, os EUA precisam aumentar a diplomacia e a defesa à democacia. Citou a retirada das tropas americanas do Afeganistão, após 20 anos, e disse que o país não é o mesmo em comparação ao que era quando sofreu os ataques de 11 de setembro de 2001. Segundo ele, os EUA estão melhor equipados para detectar ameaças terrotirtas e previni-las, e são mais resilientes em combatê-las. 

O presidente também disse que Washington não busca “uma nova Guerra Fria”, em uma clara alusão ao confronto com a China.

As mudanças climáticas também foram parte importante da fala. “O mundo precisa combater as ameaças climáticas, que hoje não encontram fronteiras”. Em abril, Biden pediu para que os EUA perticipassem do acordo de Paris novamente.

Leia mais:  Nicolás Maduro oferece 'petróleo por vacinas' na Venezuela
Continue lendo

Internacional

EUA vão liberar em novembro entrada de brasileiros vacinados

Publicado

Viajantes precisarão apresentar um teste negativo para a covid-19 feito três dias antes de embarcarem

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (20) que permitirá, a partir do início de novembro, a entrada de viajantes internacionais ao país, inclusive quem chega do Brasil, China, Reino Unido e União Europeia, desde que estejam completamente vacinados contra a covid-19.

“As viagens internacionais são essenciais para conectar famílias e amigos, para abastecer pequenas e grandes empresas, para promover o intercâmbio aberto de ideias e cultura”, disse Jeff Zients, coordenador de pandemia da Casa Branca, nesta segunda-feira (20).

“É por isso que, com a ciência e a saúde pública como nosso guia, desenvolvemos um novo sistema de viagens aéreas internacionais, que aumenta a segurança dos americanos que estão no país e das viagens aéreas internacionais”, completou.

Em junho do ano passado, o governo americano havia limitado a entrada de estrangeiros de um grupo de países europeus, do Irã e da China. Viajantes totalmente vacinados também precisarão apresentar um teste negativo para o coronavírus três dias antes de embarcarem para os Estados Unidos, disse Zients.

Americanos não vacinados que estão no exterior e que querem voltar ao país terão que passar por testes mais rígidos. Eles precisarão de um teste negativo para o coronavírus um dia antes de embarcarem para os Estados Unidos e deverão ser testados novamente após a chegada.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças também emitirão em breve uma ordem direcionando às companhias aéreas, para que coletem números de telefone e endereços de e-mail de viajantes para um novo sistema de rastreamento de contatos. As autoridades acompanharão os viajantes após a chegada para perguntar se eles estão apresentando sintomas do vírus.

A ação do governo veio na véspera de uma visita do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que deveria pressionar Biden para suspender as restrições. As autoridades britânicas esperavam que o presidente americano anunciasse um relaxamento das medidas quando ele foi em junho à Cornualha, na Inglaterra, para a reunião da cúpula do G7, mas as mudanças não aconteceram.

As autoridades britânicas observam que os Estados Unidos não impuseram uma proibição semelhante aos cidadãos de países caribenhos, que apresentavam um índice maior de infecção em relação à Grã-Bretanha, ou aos turistas da Argentina, que tinha uma menor porcentagem de sua população vacinada. Cerca de 82% das pessoas na Grã-Bretanha com mais de 16 anos já tomaram as duas doses da vacina.

A União Europeia e a Grã-Bretanha permitiram que pessoas totalmente vacinadas dos Estados Unidos viajassem sem quarentena. As autoridades locais ficaram incomodadas quando os Estados Unidos não fizeram o mesmo com os europeus.

Segundo autoridades europeias, a proibição manteve famílias separadas desde março de 2020, quando o ex-presidente Donald Trump a anunciou pela primeira vez, quando o coronavírus estava em erupção em toda a Europa.  Os países europeus resistiram a uma terceira onda de infecções impulsionadas pela variante Delta.  Mas em vários países, incluindo a Grã-Bretanha, as taxas de infecção começaram a se estabilizar e até diminuíram. 

Leia mais:  Cachorro infectado pelo Coronavírus é sacrificado nos Estados Unidos
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana