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Internacional

Funcionário do McDonald’s é morto a tiros por batata fria nos EUA

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Matthew Webb foi baleado por Michael Morgan após uma discussão em uma unidade da rede de fast-food no Brooklyn, em Nova York

Um funcionário de uma unidade do McDonald’s no Brooklyn, em Nova York, Estados Unidos, morreu nesta sexta-feira (5), após ter sido alvejado por um homem na segunda-feira (1º) durante uma briga por batatas fritas.

Matthew Webb, de 23 anos, foi baleado no pescoço por Michael Morgan, de 20 anos, que foi acusado de tentativa de homicídio e posse ilegal de armas em caso que será agora tratado como homicídio, informou a polícia à imprensa.

A briga ocorreu na segunda-feira, quando a mãe de Morgan, que tinha encomendado comida do estabelecimento, foi reclamar que batatas fritas estavam frias para os empregados enquanto fazia uma videochamada com o filho.

Morgan supostamente viu os empregados rindo de sua mãe e foi ao McDonald’s, onde entrou em uma discussão com Webb, segundo o jornal The New York Post. Na rua, Morgan agrediu Webb no rosto e depois atirou no pescoço do funcionário, causando a morte cerebral, disseram as autoridades.

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O agressor, que tinha um registro criminal de mais de 12 detenções, deverá ser acusado de homicídio, afirmaram os procuradores a um juiz na quinta-feira (4), antes da morte de Webb.

Além disso, Morgan confessou à polícia um homicídio não resolvido e foi acusado da morte, em 2020, de um homem de 28 anos na região do restaurante, segundo o canal ABC7.

Nos últimos meses foram registrados outros casos de violência contra funcionários da rede de fast-food em Nova York: um esfaqueamento por um cliente em maio e um assassinato durante um roubo à mão armada em janeiro, ambos no bairro do Harlem.

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Internacional

Escola é construída em semanas a partir de impressora 3D na África

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Projetos sem fins lucrativos se juntaram para criar colégio na ilha de Madagascar que pode receber até 30 alunos

Um projeto feito na ilha de Madagascar, no continente da África, construiu a primeira escola com auxílio de uma impressora 3D no país, na cidade de Fianarantsoa.

Uma parceria entre a organização sem fins lucrativos Thinking Huts, a Ecole de Management et d’Innovation Technologique e a universidade local de Fianarantsoa busca mudar a realidade dos jovens da ilha, na África subsaariana.

Com o nome de Bougainvillea, a escola, antes da chegada das entidades, passava por uma construção que já durava sete anos. Com a ajuda desses parceiros, as paredes do colégio foram impressas em 18 horas e três semanas depois a estrutura do local estava finalizada.

O espaço, de 65 m², foi projetado para acomodar até 30 estudantes ao mesmo tempo. A escola receberá desde alunos do primário até estudantes do ensino médio.

As portas, o teto e a janela da escola foram fabricados com materiais locais, e as paredes, construídas com cimento, com auxílio da tecnologia 3D. Além disso, a estrutura do colégio tem formato de uma colmeia de abelha, simbolizando a união.

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Impressora 3D auxilia na construção das paredes do colégio

“Nós nos inspiramos na colmeia, que simboliza a reunião de pessoas para formar uma comunidade que só vai prosperar se todos trabalharem para uma missão compartilhada”, afirma Maggie Grout, empreendedora que criou a Thinking Huts. “A impressão 3D permite reduzir o desperdício e o tempo de construção”, completa.

Segundo estimativa da Unesco, para melhorar os índices educacionais em Madagascar, seria necessária a criação de cerca de 22 mil escolas no país.

Com os números atuais, uma em cada três crianças na ilha não completou sequer o primário e 97% das crianças de até 10 anos não conseguem ler uma frase com poucas sentenças.

A iniciativa pode ser uma virada de chave para melhorar o sistema educacional e afetaria positivamente outros tantos setores do país, que atualmente ocupa a 164ª posição no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com pontuação de apenas 0,528 em um índice que vai até 1.

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Internacional

Homem é enterrado vivo após beber e desmaiar durante festival na Bolívia

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Victor Alvarez, de 30 anos, conseguiu escapar do caixão, que estava a 80 km de distância da festa; linha de apuração aponta para ritual

Um jovem de 30 anos afirmou que foi enterrado vivo depois de consumir bebidas alcoólicas com um amigo e ficar bêbado durante um tradicional festival em homenagem à Mãe Terra em El Alto, na Bolívia. 

Victor Hugo Mica Alvarez conseguiu escapar do caixão em que foi colocado, em Achacachi, a cerca de 80 km de distância do local do evento.

As autoridades investigam a possibilidade de o rapaz ter sido vítima de um ritual. O caso ocorreu na última sexta-feira (5), de acordo com o jornal britânico Daily Mail. 

“Ontem à noite foi a pré-entrada [da Villa Victoria], fomos dançar, sou guia, e não lembro mais. A única coisa que lembro é que pensei que estava na minha cama e me levantei para ir ao banheiro, mas não conseguia mais me mexer. Foi quando empurrei o caixão, que tinha um vidro, que se quebrou. A terra começou a entrar pelo vidro, e então eu consegui sair. Eles me enterraram”, declarou o rapaz ao diário Página Siete, de La Paz, capital boliviana.

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O Festival Madre Tierra conta com oferendas para Pachamama, a deusa da terra e da fertilidade na cultura dos povos indígenas dos Andes Centrais. Os bolivianos indígenas acreditam que a divindade “abre a boca” em agosto. Por isso, há quem ofereça a ela desde animais até doces. Existe a suspeita na região de que anciãos ainda oferecem seres humanos em segredo.

O jovem afirmou que havia uma estrutura montada no local em que foi enterrado. Assim que escapou, ele pediu ajuda a outro rapaz, que o levou a uma delegacia de polícia. No entanto, os agentes não acreditaram na versão de Álvarez, que procurou o jornal boliviano para fazer a denúncia e pedir ajuda com a investigação.

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