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Segurança

Gaeco ajuíza denúncia criminal em face de 40 integrantes de organização criminosa

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O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ajuizou denúncia criminal em face de 40 integrantes de uma organização criminosa denominada Primeiro Comando de Vitória (PCV), após análise de extenso material probatório. Entre os denunciados estão nove advogados envolvidos com a facção, conforme demonstrado em provas obtidas no bojo da chamada “Operação Armistício”.

A denúncia foi recebida pela Justiça, que procedeu a ação penal em face dos 40 réus e determinou a suspensão do exercício da advocacia para nove advogados, além da prisão domiciliar e monitoramento eletrônico por tornozeleira. Os demais réus tiveram a prisão preventiva decretada.

Na sexta-feira (13/08) foi efetivada a prisão de mais uma advogada, em continuidade à primeira fase da Operação Armistício, deflagrada pelo Gaeco com o apoio do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES, da Diretoria de Inteligência da Polícia Militar do Espírito Santo (Dint- PMES) e do 7º Batalhão da Polícia Militar, no dia 19 de julho de 2021, para apurar crimes praticados pela organização criminosa, com a participação de advogados. Eles se utilizaram indevidamente de prerrogativas essenciais à advocacia para garantir a comunicação criminosa entre lideranças da facção, que se encontram custodiadas em unidades prisionais do Estado, com integrantes em liberdade e foragidos do sistema judiciário. As investigações tiveram início em 2019.

As medidas judiciais de interceptações telefônicas e telemática, dentre outras diligências investigativas, culminaram na obtenção de provas de tráfico de drogas, aquisição e porte de armamentos e munições, execução e planejamento de crimes de homicídio, queima de ônibus e outras ações violentas. Esses crimes eram executados por meio dessa comunicação exercida por advogados.

Dentre os crimes imputados estão os de integrar organização criminosa, associação para o tráfico e tráfico de drogas. Os autos tramitam perante a 10ª Vara Criminal de Vitória.

As investigações decorrentes da Operação Armistício também permitiram a identificação de outro núcleo criminoso, com a participação de uma advogada, já suspensa da atividade por decisão judicial. A denúncia oferecida envolve imputações de crimes de tráfico de drogas e de associação para o tráfico. A ação referente a esse caso também tramita perante a 10ª Vara Criminal de Vitória.

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Segurança

Ex-funcionário da Santa Casa de Vitória é preso por suspeita de desvio financeiro

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Homem trabalhava no setor de Recursos Humanos do hospital e é suspeito de desviar recursos por meio de funcionários fantasmas

Um homem suspeito de promover desvios financeiros enquanto trabalhava no setor administrativo da Santa Casa de Misericórdia de Vitória foi preso nesta sexta-feira (24) em Marechal Floriano, Região Serrana do Estado.

Ele foi encaminhado para o Complexo Penitenciário de Viana, conforme confirmado pela Secretaria de Estado da Justiça.

Fontes ligada à Santa Casa de Vitória revelaram que o investigado se apropriava dos repasses feitos para o hospital filantrópico, desviando essas quantias para o pagamento de funcionários fantasmas. 

A Polícia Civil informou que ainda não vai dar detalhes sobre a prisão, por isso o Folha Vitória não irá divulgar o nome dele. 

A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vitória confirmou, por nota, que “foram constatadas inconsistências na gerência de faturamento e que foram enviados à polícia todos os documentos disponíveis para apuração dos fatos”. 

A direção da instituição não quis, no entanto, detalhar quais seriam essas inconsistências e nem o valor que teria sido desviado.  

Suspeito apresentou diploma falso em 2015

O ex-funcionário da Santa Casa já foi alvo de investigação em janeiro de 2015 pelo Conselho Regional de Administração do Espírito Santo (CRA-ES). 

Ele foi indiciado junto ao Ministério Público Estadual por ter apresentado diploma falso de conclusão de curso de Administração para obter registro no CRA. 

Na época, ele atuava como gerente financeiro do Hospital Estadual Jayme Santos Neves.

Fonte: Folha Vitória.

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Segurança

Operação Maria da Penha prende 14 mil pessoas em todo o Brasil

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Ação conjunta entre estados, DF e União atendeu 127 mil mulheres vítimas de violência doméstica e instaurou  37 mil inquéritos 

Uma operação conjunta entre estados, Distrito Federal e União prendeu 14 mil pessoas por violência doméstica, descumprimento de medidas protetivas, dentre outros crimes contra a mulher. Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a ação atendeu mais de 127 mil mulheres em um mês, entre 20 de agosto e 20 de setembro deste ano. Os dados foram divulgados em entrevista coletiva, nesta sexta-feira (24), na sede do ministério, em Brasília.

“A operação teve o engajamento de diferentes instituições para qualificar o atendimento às vítimas, reforçar o cumprimento de medidas protetivas e conscientizar a população sobre a importância de denunciar as agressões. Os resultados mostram a importância de um olhar integrado para coibir casos de violência contra a mulher e prevenir a ocorrência de feminicídios”, afirma o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.

A Operação Maria da Penha, que carrega o mesmo nome da lei que garante a punição aos agressores, contou com a atuação de 108 mil profissionais das forças das seguranças estaduais que acompanharam mais de 40 mil medidas protetivas de urgência, em 35 mil diligências.

A partir disso, foram quase 37 mil inquéritos instaurados e 349 apoios prestados a oficiais de justiça para intimação das medidas protetivas de urgência. Essa é a primeira vez que os oficiais receberam apoio exclusivo de policiais para entregar esses mandados. Normalmente, isso só acontece por meio de solicitação do Judiciário.

No DF
Na capital federal, 224 pessoas foram presas e mais de 3.500 mulheres vítimas de violência doméstica foram atendidas. Além disso, foram expedidas 1.339 medidas protetivas de urgência. Ao todo, os policiais realizaram 1.012 diligências e 1.116 inquéritos foram instaurados.

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