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Mundo Cristão

‘Glorificado seja o nome do Senhor’, diz pastor no púlpito antes de cair sem vida

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Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra o momento em que um pastor dominicano morreu enquanto pregava no púlpito de uma igreja.

O caso foi registrado em Porto Rico na última terça-feira, 07 de setembro. O pastor, que não teve seu nome revelado, pregava com entusiasmo e os fiéis presentes glorificavam a Deus pela mensagem.

A certa altura, ele diz “glorificado seja o nome do Senhor”, tenta continuar o sermão e para. Já passando mal, ele tenta se manter em pé, mas logo cai inconsciente. Imediatamente os fiéis presentes correm para ajuda-lo, e a gravação é interrompida.

Uma tentativa de socorro médico foi feita, enquanto os fiéis presentes no templo clamavam a Deus por sua vida, mas o pastor não resistiu ao infarto e morreu.

‘Glória a Deus’

O caso do pastor que morreu em Porto Rico durante uma pregação não é único. Em 2018, dois pastores morreram em circunstâncias semelhantes nos meses de fevereiro e agosto.

O primeiro, Walter Vieira, da igreja Centro Evangelístico Internacional Mutuá (CEI Mutuá), em São Gonçalo (RJ), pregava do púlpito sobre os Salmos 119 quando perguntou aos fiéis quem poderia “dar glória a Deus” pelas maravilhas do texto bíblico.

“Havia muitas luzes no cenáculo onde estavam juntos. O que eu aprendo com esta palavra é que havia muita luz… Salmo 119 diz: ‘Lâmpada para meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho’. Quem pode dar glória Deus?”, questionou o pastor, antes de cair sem vida.

Seis meses depois, um infarto fulminante matou outro pastor em uma igreja do interior de São Paulo. Rosinei Marques, 52 anos, conhecido como “Macoinha”, estava pregando em uma igreja na cidade de Várzea Paulista, interior do estado, e sofreu um ataque cardíaco no púlpito.

O apelido do pastor vinha de seu passado, com envolvimento no crime, e fazia parte de seu testemunho de mudança de vida.

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Mundo Cristão

Mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus, revela pesquisa

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Uma pesquisa divulgada na quinta-feira (23) mostra que pouco mais da metade dos franceses (51%) não acredita mais em Deus. O estudo foi feito pelo instituto Ifop para a Associação dos Jornalistas de Informação para as Religiões.

“Fala-se cada vez menos de religião”, escreve o jornal católico La Croix. O distanciamento dos franceses em relação à religião não é uma surpresa, acrescenta o cotidiano.

A pesquisa mostra que a religião é muito mais presente nos meios rurais do que nas cidades. Além disso, as pessoas com menos de 35 anos ou mais de 65 são as mais ligadas à crença.

“Você acredita em Deus?” foi a pergunta feita a 1.028 pessoas, numa amostra representativa da população da França com mais de 18 anos, nos dias 24 e 25 de agosto.

Este ano, 51% dos entrevistados disseram “não”. Em 2011 e 2004, 44% responderam não acreditar em Deus. Em 1947, 66% dos franceses afirmaram crer em Deus.

A pesquisa mostra também que a pandemia da Covid-19 não interferiu significativamente na prática religiosa. Apenas 9% dos entrevistados disseram que a crise sanitária os fez aproximar de uma religião.

Outra questão levantada foi se o incêndio da catedral de Notre-Dame de Paris, em 2019, suscitou sentimentos religiosos ou de “teor espiritual” – 79% responderam que não, mas 21% falaram que sim.

A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família: 38% atualmente, contra 58% em 2009. Hoje em dia apenas 29% das pessoas falam sobre o assunto entre amigos, contra 49% em 2009.

Sobre o papa Francisco, 41% pensam que ele “defende bem” os valores do catolicismo, enquanto 44% opinam que “nem bem, nem mal”, e 15%, “mal”.

Para 54% dos interrogados, “todas as religiões são válidas”.

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Mundo Cristão

Padre é preso por desviar dinheiro da igreja para orgias gays e drogas

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Ao menos 200 pessoas serão ouvidas por participarem de festas de Francesco Spagnesi, que atuava na cidade de Prato, na Itália

Um padre católico italiano, conhecido por suas brilhantes missas, foi preso na última quarta-feira (22) suspeito de roubar cerca de 117 mil euros (o equivalente a R$ 732 mil) da igreja e de doações para financiar orgias gays e compra de drogas que ele próprio organizava.

O padre Francesco Spagnesi, de 40 anos, era muito conceituado na localidade de Prato, perto de Florença, na Itália. Ele está em prisão domiciliar enquanto a polícia entrevista 200 pessoas que teriam comparecido às festas nos últimos 2 anos. A informação é do jornal britânico The Times.

A polícia italiana começou a investigar Spagnesi após, supostamente, descobrir que seu colega de apartamento importou da Holanda um litro da droga GHB para “estupro”, que pode ser usada para incapacitar vítimas de agressão sexual.

Os detetives alegam que os dois homens usaram sites de namoro online para convidar pessoas para festas onde drogas eram compartilhadas e vendidas. 

Na operação, que contou com busca e apreensão no apartamento de Spagnesi, a polícia encontrou garrafas que teriam sido adaptadas para fumar crack.

Spagnesi é um ex-estudante de medicina, que abandonou a faculdade e a trocou pelo sacerdócio aos 26 anos, dizendo que encontrou “plenitude e alegria em me colocar à disposição dos outros”.

As suspeitas começaram quando um contador da paróquia descobriu que Spagnesi havia sacado mais de 100 mil euros da conta bancária da paróquia (cerca de R$ 626 mil). Essa atividade levou o bispo local a intervir e acabar com o acesso do padre à conta. A polícia acredita que ele estava usando o dinheiro para comprar drogas.

Quando Spagnesi não conseguiu mais sacar dinheiro da conta da igreja, ele supostamente começou a pegar as doações dos fieis e a pedir recursos diretamente dos paroquianos, que  eram informados de que ele estava arrecadando dinheiro para famílias de baixa renda.

O jornal local La Nazione relata que os paroquianos tinham “grande fé em seu padre jovem, brilhante, envolvente e refinado”, mas agora iniciaram uma ação legal para pedir o ressarcimento das doações. Pelo menos duas ações judiciais por fraude chegaram ao gabinete do procurador, disse a publicação.

De acordo com o diário italiano Corriere Della Sera, Spagnesi culpou uma “recaída em cocaína” por suas ações e também revelou que é HIV positivo.

“Eu não me reconheço mais, o vício da cocaína me engoliu”, disse ele em prantos diante dos advogados. “A droga me fez trair meus paroquianos, me fez contar mentiras, me fez agir de que me envergonho. Agora sou HIV positivo”, revelou.

Spagnesi acrescentou que estava tomando medicamentos antirretrovirais, o que significava que não poderia transmitir o HIV.

Ele prometeu devolver o dinheiro e vender tudo o que possui, até mesmo sua casa, para reembolsar os paroquianos

“Peço perdão a todos”, disse ele.

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