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Mundo Cristão

Governador acompanha visita da imagem de Nossa Senhora da Penha ao Hospital Dr. Jayme

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O governador do Estado, Renato Casagrande, ao lado da primeira-dama, Maria Virgínia Casagrande, participou, na manhã de sábado (10), da visita da imagem de Nossa Senhora da Penha ao Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, no município da Serra. Na área externa da unidade, foi realizada uma celebração em homenagem aos enfermos e vítimas do novo Coronavírus (Covid-19) e também aos profissionais de saúde, presidida pelo arcebispo de Vitória, Dom Dario Campos. O hospital é referência no Espírito Santo para tratamento da doença.


A celebração foi restrita devido às medidas de biossegurança para evitar o contágio do vírus e contou com a presença da direção do hospital, de profissionais da saúde e familiares dos pacientes. A vice-governadora do Estado, Jacqueline Moraes, e o prefeito da Serra, Sérgio Vidigal, também acompanharam a celebração.


Casagrande pontuou a importância do alimento espiritual nesse momento de pandemia que vivemos:

“Estamos em uma jornada longa. É muito bom receber hoje as bênçãos de Nossa Senhora da Penha, que está descendo o monte e vindo ao Hospital Dr. Jayme dos Santos Neves, que é o nosso hospital referência no tratamento da Covid-19. Muitas pessoas se entristeceram aqui e viram seus entes partirem, mas muitos se alegraram, pois muitos foram salvos no Jayme. Que Nossa Senhora da Penha dê resistência aos profissionais de saúde e que nós, que estamos governando, tenhamos senso de justiça. Obrigado a todos por estarem aqui neste momento, nos fortalecendo espiritualmente”, afirmou o governador.


O arcebispo de Vitória comentou a visita da imagem de Nossa Senhora da Penha ao hospital que é referência no enfrentamento à Covid-19.

“Estamos hoje no Hospital Dr. Jayme com Nossa Senhora da Penha para que possamos encontrar todos os profissionais da saúde, para que a Virgem da Alegria possa pousar seus olhos em todos eles. Um olhar materno, compassivo, que se volta a todos os doentes e suas famílias; a todos que se foram e de seus familiares que padecem da perda e vivem seu luto. Importante ressaltar que a dureza do trabalho tem deixado marcas profundas nos profissionais de saúde. Esgotamento mental, espiritual e também a perda de colegas. A Virgem desce a montanha do Convento para todos os hospitais do Espírito Santo”, declarou Dom Dario Campos.

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Leitura da Bíblia reduz depressão e ansiedade, comprova pesquisa

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Uma pesquisa da Sociedade Bíblica Americana (ABS, na sigla em inglês) revelou que a leitura da Bíblia reduz a depressão e a ansiedade. Agora, os pesquisadores da ABS querem auxiliar as igrejas a lidarem com o impacto emocional da pandemia através de um estudo bíblico sobre trauma.

De acordo com o Centro de Prevenção e Doenças dos EUA, a porcentagem de americanos adultos com algum tipo de transtornos depressivos e sintomas de ansiedade aumentou durante a pandemia, entre o verão de 2020 e a primavera de 2021.

A diretora executiva de cura de traumas da Sociedade Bíblica Americana, Nicole Martin, afirma que os impactos da pandemia na saúde emocional das pessoas irão perdurar mesmo com o fim da pandemia. “Veremos esse nível de trauma por muitos anos. Não vai simplesmente passar quando todos forem vacinados e todos tiverem permissão para sair”, alertou.

É por isso, que a ABS pretende capacitar as igrejas para ajudar pessoas traumatizadas pelo isolamento social, luto e estresse financeiro da pandemia, através dos resultados de sua pesquisa realizada com homens e mulheres encarcerados da Cadeia Regional de Riverside, na Virgínia.

“À medida que os Estados Unidos passam por uma crise de saúde mental, este estudo mostra os benefícios potenciais do cuidado sensível à fé para pessoas traumatizadas. A Bíblia tem se mostrado uma fonte vital para a cura emocional, espiritual, física e mental”, afirmou disse Robert L. Briggs, presidente da ABS.

O estudo avaliou a eficácia do programa de estudo bíblico “Curando as feridas do trauma”, aplicado na Cadeia de Riverside. 210 homens e mulheres participantes do programa e outros 139 presos não participantes responderam a pesquisa da ABS.

Os resultados apontaram que o grupo que passou pelo programa teve queda nos sentimentos de ansiedade, depressão e raiva e tinham menos pensamentos suicidas. Os participantes do estudo bíblico também experimentaram um aumento nos sentimentos de perdão, resiliência e compaixão.

Os pesquisadores do estudo disseram que se surpreenderam com os resultados imediatos após o programa, porque esperavam que os resultados surgiriam com maior intervalo de tempo.

“Vimos uma redução nos sintomas de estresse pós-traumático, um aumento no bem-estar emocional e uma melhora nas atitudes em relação a Deus e à Bíblia”, disse Johnson, um dos pesquisadores.

Johnson observa que os resultados da pesquisa pode não ser tão clara na população em geral, já que os presos passam por mais traumas e estão em contextos diferentes. Porém, o pesquisador pondera que o programa não foi projetado especificamente para as prisões, e assim, ele espera ver o estudo bíblico sobre o trauma ter impactos semelhantes em todas as pessoas.

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Mundo Cristão

Neurocientistas criam experimento para provar que “Deus está no cérebro”

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O “capacete de Deus” foi refutado pelo especialista Brad Sickler: “Experiências não podem ser fabricadas”

Brad Sickler, professor de filosofia e diretor do programa de Master of Arts em estudos teológicos da University of Northwestern, observou como alguns pesquisadores tentaram usar a neurociência para explicar experiências religiosas.

“Alguns tentam associar experiências que parecem ao sujeito um encontro com um ser divino ou sobrenatural através da manipulação do cérebro, por meios físicos ou químicos”, escreveu Sickler em um artigo intitulado “Deus está totalmente no cérebro?”, publicado pelo site de teologia DesiringGod.

O experimento chamado “Capacete de Deus”

Trata-se de um capacete de snowmobile que foi equipado com solenóides [tipo de eletromagneto que gera um campo magnético através de correntes elétricas], que é colocado sobre a cabeça da pessoa para expor o cérebro a campos magnéticos de baixo nível. 

Robert Persinger, autor do experimento “Capacete de Deus”, observou que as sensações das pessoas são semelhantes a encontros com pessoas divinas relatadas nas tradições religiosas. 

Persinger é neurocientista da Laurentian University em Ontário, Canadá e conduziu experimentos na década de 1980 com o objetivo de estimular experiências espirituais no cérebro usando campos magnéticos.

“É amplamente aceito que não existe um “ponto de Deus” no cérebro, mas há consenso entre alguns neurocientistas céticos de que deve haver algo no cérebro que explica a religiosidade. Eles dizem que Deus está todo no cérebro”, explicou Sickler. 

“Experiências não podem ser fabricadas”

Sickler enfatizou que esse tipo de experimento não deve trazer preocupação entre os cristãos e disse que há contrastes óbvios entre o experimento de Persinger e as experiências registradas nas Escrituras.

Ele esclarece que nada produzido sob condições controladas se assemelha às experiências relatadas na Bíblia. “Esse tipo de experiência com Deus não pode ser fabricada”, escreveu e depois disse que os estudos da neurociência de experiências religiosas lançam pouca ou nenhuma luz sobre a realidade espiritual.

Em 2004, Pehr Granqvist da Universidade de Uppsala liderou um grupo de pesquisadores suecos que trabalhavam em uma versão do estudo Persinger, na qual nem os experimentadores nem os participantes sabiam quem estava recebendo os campos magnéticos em seus capacetes.

Como resultado, de acordo com um relatório da Nature, os pesquisadores suecos não encontraram nenhuma conexão entre os campos magnéticos e as experiências religiosas, parecendo refutar Persinger. Em sua defesa, Persinger disse à Nature, quando contestou os resultados do estudo sueco, que eles não conseguiram reproduzir adequadamente sua pesquisa.

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