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Segurança

Governador anuncia mais 500 vagas para soldados em concurso da Polícia Militar

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O governador do Estado, Renato Casagrande, anunciou, nesta sexta-feira (26), a ampliação das vagas para soldados combatentes no próximo concurso público da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES). Serão mais 500 vagas no certame anunciado em agosto, que previa inicialmente o preenchimento de 671 postos disponíveis na corporação. Agora serão 1.111 vagas, sendo 1.000 delas para soldados combatentes.

O próximo concurso da PMES também prevê 30 vagas para soldados auxiliares de saúde; 22 para soldados músicos; 20 para oficiais médicos; 20 para oficiais dentistas; dez para oficiais enfermeiros; cinco para oficiais farmacêuticos/bioquímicos; duas para oficiais médicos veterinários e duas para oficiais músicos.


O anúncio foi feito durante solenidade de formatura dos alunos do Curso de Formação de Soldados (CFSd) da Polícia Militar. A solenidade militar aconteceu no Ginásio da UniSales, no bairro Forte São João, em Vitória. Ao todo, 252 militares finalizaram o curso e agora são considerados soldados combatentes e passarão a compor o efetivo da PMES.

Durante a solenidade, o governador lembrou que a última formatura de uma turma de soldados ocorreu durante sua gestão passada. “É muito bom rever esse ginásio lotado de policiais e seus familiares. Não se faz segurança pública somente com policiais e, em hipótese nenhuma, se faz segurança pública sem policiais.  Quando autorizamos o novo concurso, compreendemos que o trabalho dos policiais é essencial para que tenhamos segurança pública no Estado”, afirmou.

Casagrande prosseguiu: “A hora em que um cidadão toma a decisão de ser policial militar, ele muda sua vida. Muitos governantes não gostam de tratar de segurança pública. Só que desde o meu primeiro mandato eu lidero essa área junto com minha equipe, pois sei que esse é um dos desafios desse Estado. Os anos de 2019, 2020 e 2021 terão os menores índices de homicídios da história do Espírito Santo. Um resultado que se deve a integração de nossas forças de segurança e pelo ótimo trabalho realizado por vocês. Desejo aos formandos que possam ser abençoados por Deus e que possamos caminhar juntos.”

Os novos militares são oriundos do concurso público iniciado em 2018, que foi finalizado, com aumento de vagas autorizado pelo governador Casagrande, nesse ano de 2021. A turma CFSd 2020 será a primeira a receber o título de Tecnologia em Segurança Pública. A construção do conhecimento dos novos soldados proporciona condições para que eles atuem em situações de extrema exigência física, mental e emocional.

Todo o processo de formação da turma atual foi realizado integralmente na Academia de Polícia Militar do Espírito Santo (APM), totalizando 374 dias letivos com 48 disciplinas, práticas e teóricas, dentre elas: direitos humanos, legislação policial militar, policiamento ostensivo geral, uso da força e armas de fogo, direito constitucional, entre outros.

Além das atividades letivas, os novos soldados foram empenhados em atividades operacionais, como o estágio operacional supervisionado, que resultou em inúmeras ocorrências de destaque, como apreensões de armas de fogo, prisões de criminosos evadidos do sistema prisional, condução de indivíduos detidos em flagrante no crime de tráfico de drogas.

O secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Alexandre Ramalho, enfatizou a importância do investimento nos recursos humanos dentro da atual gestão. “Os concursos foram retomados e as vagas do concurso anterior foram aumentadas em mais do que o triplo. Tudo isso para tentarmos iniciar a recuperação de algo que o governador Renato Casagrande deixou completo, quando finalizou o seu primeiro mandato em 2014, que foi o efetivo da Corporação”, pontuou.

Ramalho acrescentou que uma nova turma está passando pelo curso de formação, com mais 278 alunos. “Esperamos realizar a formatura dessa nova turma no próximo ano. Além disso, novos concursos já estão autorizados e sendo construídos pelo Comando-Geral da Polícia Militar. São investimentos nunca antes feitos na história da Segurança Pública do Espírito Santo. Temos que valorizar isso”, afirmou.

O comandante-geral da PMES, coronel Douglas Caus, destacou que é uma imensa satisfação entregar mais de 200 novos soldados para servir aos cidadãos capixabas, sendo estes os primeiros formandos a obter o grau Tecnólogo em Segurança Pública, completamente qualificados profissionalmente para bem cumprir a missão constitucional da Polícia Militar de promover o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.

“Esses novos militares atuarão, desde já, no patrulhamento ostensivo das mais diversas localidades do nosso Estado, conforme um criterioso planejamento elaborado pelo Estado-Maior Geral da Corporação, de acordo com as orientações do Governo do Estado e do Comando Geral da PMES, numa demonstração inequívoca de que estamos formando de novos e, ainda, mais qualificados profissionais de segurança pública”, frisou o comandante-geral da Corporação.

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Segurança

Homem se passa por mulher, comete estupro virtual e obriga amigo a engolir moeda

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Suspeito finge ser mulher por anos, se relaciona com melhor amigo, exige fotos íntimas e manda ele cumprir “tarefas” como até comer fezes

A Polícia Civil de Fortaleza, no Ceará, indiciou um homem de 27 anos por crimes de estupro virtual, falsa identidade e extorsão contra o próprio amigo. O suspeito conseguiu fotos íntimas do amigo após se passar por mulher na internet e obrigava a vítima a fazer “tarefas”, como engolir moedas.

Segundo a polícia, Ayrton Andrade Pereira da Silva conhecia a vítima há quase dez anos, mas fingiu ser mulher, manteve um relacionamento virtual com o amigo, que tem 24 anos, e, após conseguir fotos íntimas dele, passou a extorqui-lo.

O agressor ameaçava a vítima até com fotos de caixões, dizendo que mataria parentes dele caso não fizesse o que o suspeito queria.

Ayrton obrigava a vítima a fazer algumas “tarefas” que deveriam ser filmadas, além de pedir dinheiro. Para provar que estava fazendo as “atividades”, a vítima era obrigada a gravar as ações, como engolir uma moeda colocada em um copo com água.

A vítima também foi obrigada a colocar um copo de vidro no ânus, que se quebrou e a machucou. Foi por isso que o homem relatou o crime à família, que registrou uma denúncia na polícia. Outras “tarefas” incluía comer as próprias fezes e beber a própria urina retirada do vaso.

O caso foi denunciado pela vítima em 2020 e, desde então, era investigado pelo 5º Distrito Policial, que localizou Ayrton no Maranhão. A Polícia Civil ainda investiga o caso para identificar outras possíveis vítimas do suspeito.

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Segurança

Empresário suspeito de lavagem de dinheiro é preso pela PF em Vitória

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Operação “Masqué”, feita em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, combate crimes contra o sistema financeiro nacional

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quinta-feira (13), em Vitória, um empresário suspeito na participação de um esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. 

O detido foi alvo da terceira fase da “Operação Masqué”, feita para combater crimes contra o sistema financeiro nacional. A PF realiza em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

De acordo com a PF, a ação deveria cumprir dois mandados de prisão preventiva. Porém, o outro suspeito não foi encontrado em Vila Velha e foi considerado foragido pela Justiça. O nome do empresário será inscrito na lista de procurados da Interpol, composta por 190 países.

Como se trata de captura e prisão, os nomes não foram divulgados em razão da Lei de Abuso de Autoridade.

A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

Os suspeitos responderão por três crimes: lavagem de dinheiro (prisão de três a dez anos e multa), organização criminosa (prisão de três a oito anos e multa), evasão de divisas (prisão de dois a seis anos e multa). 

Entenda as fases da operação

Na primeira fase, deflagrada ainda em 2019, a investigação apurou um esquema de evasão de divisas com a utilização de empresas que falsificavam e repetiam documentação para enviar dinheiro para o exterior. 

Naquele momento, a Justiça Federal decretou o sequestro de dezenas de imóveis avaliados em cerca de R$ 40 milhões.

Já na segunda fase, o objetivo foi investigar o crime de lavagem de dinheiro praticado pelos envolvidos na primeira fase da operação policial de mesmo nome, em especial, mediante a compra de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros, além de empréstimos feitos fora do mercado formal de crédito.

O nome da operação é uma referência a ação dos investigados que buscava mascarar a real propriedade de vultoso patrimônio adquirido ilegalmente por meio das atividades da organização criminosa.

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