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Política e Governo

Governador visita instalações de mineradora no Complexo de Ubu

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O governador do Estado, Renato Casagrande, esteve, nesta quarta-feira (06), no Complexo de Ubu, em Anchieta, para uma visita às instalações da Samarco e acompanhou as atividades executadas após o reinício das operações. No último dia 23 de dezembro de 2020, a mineradora retomou as atividades integradas nos complexos de Minas Gerais e do Espírito Santo, com 26% da capacidade produtiva total, que representa a produção de cerca de 7-8 milhões de toneladas de minério de ferro, por ano (Mtpa). Para o reinício, a empresa reativou um dos três concentradores e a usina de pelotização 4.


Acompanhado pelo secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip, e pelo prefeito de Anchieta, Fabrício Petri, o governador visitou a usina de pelotização e o Porto de Ubu, onde ocorrerá o primeiro embarque de pelotas de minério de ferro, previsto para os próximos dias, com destino à Europa. As autoridades foram recebidas pelo diretor-presidente da empresa, Rodrigo Vilela.


“Sabemos que o desastre causou uma fissura na imagem da empresa e, junto com o outro desastre da Vale, também na área de mineração. Não podemos fechar os olhos para o que houve e estamos otimistas com a retomada da empresa da forma que vimos nesta visita, com foco na segurança. O fechamento da Samarco reduziu o PIB do Estado em 5% e, com esta retomada, vamos fazer o PIB do Espírito Santo crescer mais do que a média nacional. A retomada gera empregos diretos e indiretos, traz outros investimentos ao Estado, além de receita internacional e melhora na qualificação da mão de obra do capixaba. Não existe Estado competitivo sem boas indústrias”, comentou o governador.

De acordo com o secretário Marcos Kneip, a visita faz parte do projeto “Missões Capixabas”, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento (Sedes). “Uma das maiores exportadoras de pelotas de minério de ferro no mundo retoma as atividades em um momento muito importante para o cenário econômico do Estado. Seu retorno está em sintonia com o Plano Espírito Santo — Convivência Consciente, que estima quase R$ 33 bilhões em investimentos dos governos do Estado, Federal e do setor privado até o final de 2022, o que significa estímulo para a geração de emprego e renda aos capixabas, fortalecimento do empreendedorismo e o dinamismo da economia da região sul do Espírito Santo”, disse Kneip.

Segundo o diretor-presidente da Samarco, Rodrigo Vilela, o encontro reforça o compromisso da empresa com o diálogo transparente e a parceria. “Acreditamos que relações de confiança são um dos caminhos para fazermos uma mineração diferente. O Espírito Santo, assim como Minas Gerais, faz parte da história da Samarco e do Complexo de Ubu, em Anchieta, e isso é vital para nossas operações. Com o reinício de nossas atividades, esperamos compartilhar valor com a sociedade”, afirmou Vilela.

Plano Espírito Santo — Convivência Consciente

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Apresentado no dia 26 de novembro de 2020 pelo governador do Estado, Renato Casagrande, ao lado de autoridades e lideranças da sociedade civil, o Plano Espírito Santo — Convivência Consciente é um conjunto de ações envolvendo órgãos do poder público e do setor produtivo para promover o desenvolvimento econômico, priorizando as pessoas e com o objetivo de reduzir os impactos sofridos pela população capixaba em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

São previstos quase R$ 33 bilhões em investimentos dos governos do Estado, Federal e do setor privado até o final de 2022. A estimativa é de que sejam criadas mais de 100 mil vagas de emprego.

O Plano é resultado de um grande pacto, que foi selado entre o poder público e o setor produtivo para o enfrentamento dos desafios impostos pela pandemia, exigindo que as ações sejam executadas a partir de uma visão interdisciplinar e multisetorial, com foco em respostas inovadoras.

Eixos

Ao todo, serão sete eixos de atuação: Desburocratização; Medidas Tributárias; Crédito e Financiamento; Monitoramento dos Impactos na Economia; Aceleração dos Investimentos Públicos e Privados; Inovação e Tecnologia e Geração de Emprego e Renda.

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Política e Governo

Empresas de comércio e serviços na Grande Vitória são destaque em investimentos do Bandes

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O setor terciário é estratégico para a economia, representando quase 64% do PIB capixaba. 

De acordo com dados do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), na Grande Vitória, empresas do setor terciário, que englobam atividades de prestação de serviços e de comércio, têm se destacado na contratação de crédito. Cerca de 85% dos R$ 270 milhões em financiamentos aprovados pelo banco capixaba foram solicitados por micro, pequenas, médias e grandes empresas do setor.

Estratégico para a economia, o setor está diretamente relacionado ao índice do Produto Interno Bruto (PIB), além da criação de empregos e de renda. Segundo o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), as atividades desenvolvidas pelo setor representam quase 64% do PIB do Espírito Santo.

Com relação ao porte das empresas financiadas pelo Bandes nos cinco municípios que compõem a Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV), a metade das aprovações é de financiamentos para médias empresas, com 50,8%. As empresas de Cariacica têm liderado as aprovações, com R$ 71,7 milhões, ou 48% do total aprovado. Na sequência aparecem empresas de Vitória, Serra, Vila Velha, Viana e Guarapari, que são os demais municípios que compõem a RMGV.

“O setor terciário é vital para a economia da Região Metropolitana, pois responde por quase 70% do seu PIB. Por isso, a atuação do Bandes neste local e para esta atividade econômica é tão importante”, comenta o gerente de Planejamento e Processos do banco capixaba, o economista Sávio Bertochi Caçador.

A maior parte dos projetos de financiamento aprovados pelo banco capixaba teve como objetivo o capital de giro, ou seja, buscou recursos necessários para a manutenção do funcionamento das empresas. São R$ 118,8 milhões para giro nas empresas da Grande Vitória e outros R$ 29,4 milhões para modernização de empreendimentos.

“Em função da situação econômica adversa de 2020, é compreensível que as empresas busquem mais crédito para giro do que para investimento. O Bandes entende que essas duas modalidades de crédito são relevantes para o desenvolvimento sustentável da economia capixaba e tem buscado expandir suas fontes de recursos para atender aos empresários”, complementa Caçador.

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Política e Governo

Sedes realiza visita técnica a empresas das regiões sul e norte do ES garante compromisso do governo com setor produtivo

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Aproximar o Governo do Estado do setor produtivo, conhecer as demandas das empresas capixabas e incentivar a expansão de suas atividades é uma das premissas do projeto “Missões Capixabas”, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento (Sedes). O calendário de atividades de 2021 segue ativo, pois, na última semana, o secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip, e o subsecretário de Estado de Atração de Investimentos e Negócios Internacionais, Gabriel Feitosa, realizaram visita técnica nos empreendimentos Móveis Rimo, Laticínios Damare, Cooperativa de Laticínios Selita e Sorvetes Paletitas.

Na quarta-feira (20), o grupo foi recebido pelo diretor-presidente da Móveis Rimo, Luiz Rigone, no parque fabril da empresa, em Linhares, referência na fabricação de móveis modulares e planejados. A empresa tem uma estrutura de 20 mil metros quadrados de área construída, em um espaço total de 47.600 metros quadrados, onde emprega mais de 300 colaboradores. Em seguida, foram conhecer a Laticínios Damare, em Montanha, norte do Estado.

O secretário Marcos Kneip destaca que a indústria está diversificando sua produção, apostando em novos itens de vendas. “Manter o diálogo permanente com o setor produtivo é o propósito do Governo para conhecer seus principais desafios, acompanhar as inovações e, assim, programar ações relevantes que possam somar esforços, visando ao desenvolvimento em todas as regiões. Visitamos a empresa Damare, indústria que tem em torno de 300 funcionários diretos e processa 450 mil litros de leite por dia, bem como conta com a coleta de leite em 1.200 propriedades. Na ocasião, pudemos conferir o seu portfólio e o início de sua produção de achocolatados”, disse Kneip.   

No sul do Espírito Santo, em Cachoeiro de Itapemirim, os representantes da Sedes estiveram na planta de expansão da Selita, que tem investimentos de R$ 70 milhões na construção da nova fábrica. Atualmente, a empresa tem 380 funcionários diretos e conta com o suporte de duas mil propriedades da região. Na tarde desta sexta-feira (22), eles seguiram para o Polo Industrial de Piúma, na Sorvetes Paletitas, indústria em crescimento, que conta com mais de cinco mil pontos de vendas.

O subsecretário de Estado de Atração de Investimentos e Negócios Internacionais, Gabriel Feitosa, destacou o objetivo das visitas. “Elas fazem parte do ‘Missões Capixabas’, projeto iniciado com o objetivo de conhecer o processo fabril das indústrias localizadas em território capixaba, entender seus projetos e destravar gargalos. É muito gratificante ver que empresas de norte a sul do Estado estão com perspectivas de crescimento e de geração de empregos para a população”, afirma Feitosa.

Plano Espírito Santo – Convivência Consciente

É um conjunto de ações envolvendo órgãos do poder público e do setor produtivo para promover o desenvolvimento econômico, priorizando as pessoas, com o objetivo de reduzir os impactos sofridos pela população capixaba em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). São previstos mais R$ 32 bilhões em investimentos dos Governos Federal, do Estado e do setor privado até o final de 2022. A estimativa é de que sejam criadas mais de 100 mil vagas de emprego.

O Plano apresenta sete eixos de atuação: Desburocratização; Medidas Tributárias; Crédito e Financiamento; Monitoramento dos Impactos na Economia; Aceleração dos Investimentos Públicos e Privados; Inovação e Tecnologia e Geração de Emprego e Renda, eixo em que a iniciativa do Fornecedores em Rede está inserida.

O Conselho Gestor do Plano Espírito Santo – Convivência Consciente é formado pelas Secretarias de Economia e Planejamento (SEP); Mobilidade e Infraestrutura (Semobi); Fazenda (Sefaz); Governo (SEG), Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) e Sedes, que vão acompanhar de perto a implementação das medidas previstas no Plano. O Conselho será responsável, ainda, pelas orientações a serem seguidas conforme as prioridades do Governo, propondo ações de rearranjo da conjuntura econômica e potencializando a recuperação da economia do Estado.

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