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Brasil

Governo acelera obras de infraestrutura para amenizar impacto da pandemia no PIB

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Mesmo com a queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 1,5% no primeiro trimestre, parte em função da pandemia da Covid-19, o governo federal aposta acelerar o ritmo de obras para ampliar a distribuição de produtos e manter empregos na construção civil. O Ministério de Infraestrutura, cujo orçamento previsto para este ano é de mais de R$ 8 bilhões (sem emendas e contingenciamentos), menor em comparação a 2019 e 2018, é a pasta responsável por destravar 450 obras em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

Segundo levantamento feito, a pasta — que detém o 5º maior orçamento entre os demais 22 ministérios — entregou uma média de duas obras a cada semana desde 1º de março, período da pandemia da Covid-19, até três de maio, o que corresponde a 21 obras.

A lista inclui 202,6 quilômetros de duplicação, pavimentação ou restauração em rodovias federais; inauguração de obras nos aeroportos em Fortaleza, no Ceará, e em Navegantes, em Santa Catarina; além da ampliação e construção de portos.

Na Bahia, o terminal de contêineres do Porto de Salvador, principal entrada de produtos e insumos consumidos naquele estado, foi ampliado. No município de Parintins, no Amazonas, a construção de um pequeno porto da Vila Amazônia facilitou a chegada de insumos, medicamentos, alimentos para mais de 8 mil pessoas. A obra proporcionou mais segurança a embarques e desembarques de passageiros em uma região de difícil acesso.

Entre as obras de duplicação de rodovias, está a BR-381, em Minas Gerais, conhecida como “Rodovia da Morte”, onde a média de acidentes por dia chega a um, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. A meta do governo é duplicar 200 quilômetros de rodovia.

Apenas no primeiro semestre deste ano, o governo já gastou cerca de 3 bilhões de reais, de R$ 6,4 bilhões disponíveis para executar obras até o fim do ano, em manutenção e duplicação de estradas.

 Os valores são do DNIT, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, previstos na LOA (Lei Orçamentária Anual) com recursos de emendas parlamentares.

Em três meses, nenhum caso de Covid-19 nas obras

Segundo a assessoria do Ministério de Infraestrutura,  até o momento, nenhum trabalhador de campo foi diagnosticado com o Covid-19 nas obras monitoradas pelo DNIT. Por já usarem equipamentos de proteção individual, operários da construção se adaptam mais facilmente aos novos EPIs e às medidas de proteção nos canteiros de obra.

Para o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, as obras em andamento no País estão entre as que mais geram postos de trabalho por volume de investimentos.

 “As obras ajudam a aquecer toda a cadeia da construção civil criando postos de trabalho indiretos. O desenvolvimento da infraestrutura também tem impacto imediato no Custo Brasil, ajudando a reduzir gastos com transporte e tornando produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional e mais baratos no mercado interno”.

De acordo com o titular da pasta, após a pandemia o ministério deve aumentar ainda mais o número de obras pelo País para ajudar a aquecer a economia.

“O Ministério da Infraestrutura recebeu uma demanda da Casa Civil, no âmbito do Pró-Brasil, e mapeou todos os empreendimentos que podem ser acelerados mediante aporte de recursos, bem como obras com projeto e licenciamento adiantados que podem ser iniciados. A previsão é gerar até um milhão de empregos”, ressaltou.

Até dezembro, o Ministério da Infraestrutura planejou entregar mais de 54 obras.  O cronograma de entrega está em dia, garante a pasta. Na lista das futuras entregas estão a 2ª Ponte sobre o Guaíba, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul; a conclusão da ponte sobre o Rio Madeira (BR-364) em Rondônia; o encabeçamento da 2ª Ponte sobre o Rio São Francisco (BR-101) em Sergipe;  duplicação de trechos na BR-116 no Rio Grande do Sul, BR-101, no Nordeste e BR-381 em Minas Gerais, além de obras em aeroportos regionais e melhorias em portos.

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Profissionais de transportes entram no grupo prioritário da vacinação

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Medida vale para categoria trabalhadores em transportes terrestres, aéreo, ferroviário e aquaviário, diz Infraestrutura

Os profissionais do setor de transportes foram incluídos no grupo prioritário para receber a vacina contra a covid-19. Segundo nota do Ministério da Infraestrutura, entram nesta categoria trabalhadores em transportes terrestres, aéreo, ferroviário e aquaviário.

Também estão no grupo caminhoneiros, trabalhadores em portos, empregados de companhias aéreas, funcionários de empresas de trens e ferrovias e motoristas e cobradores de ônibus tanto metropolitanos quanto intermunicipais e interestaduais.

Para ter direito à vacinação, os profissionais deverão comprovar, por meio de documentação, que são funcionários de empresas de alguns destes segmentos.

A nota do Ministério da Infraestrutura não detalha em que fase da vacinação esses trabalhadores serão incluídos. A data para o início da imunização dos profissionais do setor de transportes ainda deverá ser divulgada pelo Ministério da Saúde.

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Pazuello afirma que estados podem iniciar vacinação hoje às 17h

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Ministro da Saúde afirmou que estados podem iniciar a campanha a partir das 17h. Evento deu início à distribuição das doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, para os demais estados do país.

O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira (18), que a vacinação contra a Covid-19 será iniciada a partir das 17h em todo o país. O anúncio foi feito após ele sofrer pressão dos governadores, que pediram para antecipar o início da aplicação das doses, inicialmente previsto para esta quarta-feira (20), conforme informou a colunista Andréia Sadi.

“Acho que podemos começar hoje até o fim do expediente, a partir das 17h”, declarou o ministro.

O horário foi proposto, segundo ele, para dar tempo de todos os estados receberem as doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Em cerimônia em São Paulo, Pazuello deu início à distribuição das doses pelo país. As caixas saíram do centro de distribuição de logística do Ministério da Saúde em Guarulhos, na Grande São Paulo.

“A todas as famílias das vítimas, recebam a nossa solidariedade. É muito difícil perder alguém que amamos. Está dado o primeiro passo para a maior campanha de vacinação do mundo”, afirmou o ministro.

Das 6 milhões de doses, 4.636.936 serão enviadas pelo governo federal aos estados brasileiros. As outras 1.357.640 serão distribuídas pelo estado de SP.

Veja divisão das doses da CoronaVac para cada estado:

Região Norte

  • Rondônia – 33.040
  • Acre – 13.840
  • Amazonas – 69.880
  • Roraima – 10.360
  • Pará – 124.560
  • Amapá – 15.000
  • Tocantins – 29.840

Total de doses – 296.520

Região Nordeste

  • Maranhão – 123.040
  • Piauí – 61.160
  • Ceará – 186.720
  • Rio Grande do Norte – 82.440
  • Paraíba – 92.960
  • Pernambuco – 215.280
  • Alagoas – 71.080
  • Sergipe – 48.360
  • Bahia – 319.520

Total de doses – 1.200.560

Região Sudeste

  • Minas Gerais – 561.120
  • Espírito Santo – 95.440
  • Rio de Janeiro – 487.520
  • São Paulo – 1.349.200

Total de doses – 2.493.280

Região Sul

  • Paraná – 242.880
  • Santa Catarina – 126.560
  • Rio Grande do Sul – 311.680

Total de doses – 681.120

Região Centro-Oeste

  • Mato Grosso do Sul – 61.760
  • Mato Grosso – 65.760
  • Goiás – 182.400
  • Distrito Federal – 105.960

Total de doses – 415.880

Governadores

O evento, que contou com a presença de alguns governadores, não teve a participação do governador João Doria (PSBD). O vice-governador, Rodrigo Garcia, representou o estado de São Paulo.

Em coletivas de imprensa simultâneas, Doria e Pazuello trocaram acusações neste domingo (17).

Pazuello disse que o governo de São Paulo fez uma “jogada de marketing” ao iniciar a vacinação simbólica em profissionais da Saúde logo após a aprovação da vacina.

O uso emergencial das 6 milhões de doses prontas vindas da China foi aprovado neste domingo (17) pela Anvisa.

Por volta das 5h, caminhões de carga refrigerados começaram a deixar o centro de distribuição escoltados por carros da Polícia Federal. Cem caminhões farão o transporte da vacina.

As doses da CoronaVac também serão distribuídas em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e companhias aéreas que farão o transporte gratuitamente.

De acordo com o governo federal, os estados serão responsáveis pela distribuição aos municípios para o início do plano nacional de vacinação na quarta-feira (20).

Novo pedido

O Instituto Butantan vai entregar nesta segunda-feira o pedido de uso emergencial para as doses da CoronaVac envasadas no país.

Aprovada na Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou neste domingo (17), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. A reunião que discutiu o tema durou cerca de 5 horas.

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