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Política Nacional

Governo Bolsonaro zera impostos para importações de equipamentos de energia solar e marca golaço

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A pauta é uma antiga e frequente luta do Deputado Federal Evair de Melo.

Que a gestão do presidente Jair Bolsonaro vem gerando grandes conquistas não é novidade, e mais uma vez Bolsonaro emplaca um excelente passo em busca do desenvolvimento do país. Publicado no Diário Oficial da União junto a outras 539 isenções esta a suspensão de impostos na importação de equipamentos geradoras de energia solar. Os módulos solares e inversores serão zerados a partir do primeiro dia do mês de agosto.

A energia solar é uma rica fonte de investimento e desenvolvimento. Os produtos costumam ter uma tarifa de 12% a 14%, as instalações de geração solar têm crescido rapidamente no Brasil nos últimos anos. A medida deve ajudar a aumentar os negócios neste momento em que a desvalorização do real com o dólar vem aumentando custos de componentes para geração com a tecnologia, que depende de importações.

“Esse feito terá grande ganho para a gestão pública, pois a energia barata é ferramenta de desenvolvimento, renda e emprego. O nosso presidente Jair Bolsonaro vem acertando em todos os pontos em seu governo, e essa conquista só comprova a dedicação e comprometimento com todas as áreas em nosso país”, defendeu o parlamentar e vice-líder do governo na Câmara dos deputados Evair de Melo.

O vice-líder do governo na câmara dos deputados, presidente da Frencoop e vice-presidente na Frente Parlamentar da Agropecuária, Evair de Melo, vem defendendo a isenção das taxas desde o início de seu mandado. “É uma forma de compactar o investimento, uma vez que a plataforma está disponível para inúmeros usuários de maneira remota. Demonstra que o cooperativismo é uma grande porta para a sustentabilidade”. Defendeu.

O parlamentar já demonstrou sua insatisfação com a ANEEL, durante reunião na Comissão de Minas e Energias na Câmara em 2019.  “Repudio a decisão que a ANEEL teve em soltar consulta pública sobre taxação na produção de energia solar. Continuo repetindo que energia boa, é aquela que gera desenvolvimento, além de emprego e renda a todos”, explicou Evair.

Segundo e Presidente da Frencoop, e o vice-presidente da FPA, a plataforma cooperativa do Espírito Santo permite que os usuários tenham previsibilidade no custo da energia, que é limpa e renovável. O deputado também destacou que o sistema possibilita até 80% de redução na fatura e descontos de 8% a 12% na conta de luz.  O Brasil só tem a ganhar com a isenção das taxas, um investimento que beneficia tanto empresas quanto todos os cidadãos.

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Política Nacional

‘A luta é dura, mas sigo em frente’, escreveu Covas em última carta

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Em sua última carta, o prefeito Bruno Covas (PSDB) agradeceu às manifestações de apoio dos companheiros de partido e afirmou que “de cabeça erguida”, estava enfrentando os “desafios que a vida (lhe) impõe”.

“A luta é dura e árdua, mas não esmoreço e sigo em frente”, escreveu.

O texto foi lido na última sexta-feira (14) pelo secretário-geral do PSDB, Carlos Balotta, em um evento que oficializou a filiação do vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, ao partido.

Na mensagem, o prefeito também rememorou as marcas que a pandemia de covid-19, chamada por ele de “tragédia”, vem deixando na vida dos brasileiros.

Defendeu que a solução se encontra nas políticas públicas.

“A solução para nossos problemas só será enfrentada pela via da política, pela via democrática, pela seriedade com que os governos trabalham e realizam políticas públicas”, diz o texto.

Covas estava licenciado de seu cargo como prefeito desde o dia 2 de maio, quando foi internado pela última vez.

Na sexta-feira, teve uma piora considerável em seu quadro de saúde e seu estado foi considerado irreversível pela equipe médica.

Leia, a seguir, a íntegra da última carta de Bruno Covas.

“Minhas companheiras e meus companheiros,

Espero que estejam bem e protegidos.

Gostaria de, em primeiro lugar, agradecer a todo carinho, a todas as orações e energia positiva que vocês têm me enviado. Lamento não conseguir responder a tantas mensagens, sintam-se todos abraçados. O apoio e o suporte de vocês têm sido decisivos no meu tratamento. Venho seguindo à risca as orientações de minha equipe médica e, de cabeça erguida, enfrentando os desafios que a vida me impõe. A luta é dura e árdua, mas não esmoreço e sigo em frente.

Esses últimos meses têm sido muito desafiadores para todos nós. A pandemia da covid-19 tem cobrado um preço caro dos brasileiros e vamos caminhando para contabilizar 430 mil mortos. Uma tragédia sem precedentes que já deixa e vai deixar muitas marcas na nossa história.

As consequências são catastróficas: vidas interrompidas, famílias em sofrimento, negócios em dificuldade, desemprego, pobreza e, lamentavelmente, a fome. Faço esse preâmbulo pois é exatamente sobre o que se trata o dia de hoje: política. A solução para nossos problemas só será enfrentada pela via da política, pela via democrática, pela seriedade com que os governos trabalham e realizam políticas públicas.

Tucanos e tucanas podem se orgulhar de todo o esforço que nossos governos, no Estado de São Paulo e nos municípios, incluindo a nossa capital, têm feito para enfrentar a pandemia. Das vacinas em produção e desenvolvimento pelo Instituto Butantan à expansão vertiginosa da infraestrutura hospitalar, o fortalecimento do SUS em nosso estado é uma realidade.

Em contraposição ao governo federal, que vem desdenhando da vida e da saúde dos brasileiros ao longo da pandemia, o PSDB de São Paulo e seus aliados vêm demonstrando na prática aquilo que é sua vocação: responsabilidade pública.

Colocar a população, sobretudo a mais pobre, em primeiro lugar. Cuidar de gente, fazer um trabalho técnico e baseado em evidências e na ciência, tomar atitudes difíceis e enfrentar as adversidades sempre com respeito, dignidade e defendendo a democracia.

Somos um partido forte, sólido, com muitos serviços prestados ao País e ao nosso estado. Somos um partido de quadros competentes e que colocam o compromisso público em primeiro lugar.

É nesse contexto que quero ressaltar a importância dessa cerimônia de hoje. O momento do Brasil demanda de todos nós espírito público, unidade, agregação, somar e não dividir, não deixar nenhum interesse pessoal sobrepujar o interesse coletivo. Receber em nossos quadros o vice-governador Rodrigo Garcia sinaliza exatamente isso.

Ele tem sido incansável na defesa do interesse público. Tenho por ele muito apreço e consideração. Foi decisivo na nossa vitória na eleição passada aqui na Capital e tem sido aliado histórico dos tucanos. Foi aliado do meu avô, foi aliado de Geraldo Alckmin, foi aliado de Serra, é meu parceiro e aliado, é aliado do Governador João Doria, sempre esteve do nosso lado. Nada mais natural do que se juntar a nós nessa caminhada. Foi decisivo na eleição passada, aqui na capital.

Vejo nesse ato um resgate da história do nosso partido, inclusive para além das razões que já mencionei, vejo um resgate do nosso manifesto de fundação.

No sonho de nossos fundadores, o Partido da Social-Democracia Brasileira seria o partido capaz de juntar as forças democráticas ponderadas da República na luta pelo bem comum. Rodrigo é um liberal progressista, um parlamentarista, está afinado com nossos valores e ideias.

Sua trajetória e sua experiência político administrativa vem contribuir em muito para que nosso partido possa se fortalecer ainda mais e continue a promover as mudanças que a população precisa no Estado de São Paulo.

Seja bem-vindo Rodrigo Garcia, seja bem-vindo ao ninho tucano, seja bem-vindo a Social-Democracia Brasileira.

Muito Obrigado!

Bruno Covas”

Tomás Covas (ao centro, de cabeça baixa), de 15 anos, durante velório de seu pai Bruno Covas, prefeito licenciado de São Paulo, no prédio da Prefeitura, na região central da capital, neste domingo, 16 de maio de 2021. Aos 41 anos, Covas morreu por complicações de um câncer nesta manhã, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O tucano deixa o filho Tomás, de 15 anos. Ao fim do velório, o caixão será transportado em um caminhão do Corpo de Bombeiros, passando pela Avenida Paulista, com destino a Santos, onde o prefeito será sepultado.

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Política Nacional

Ricardo Nunes pretende dar continuidade à gestão Bruno Covas

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Segundo ele, única meta definida é a de não promover grandes mudanças na equipe nem nos projetos em andamento na cidade

Ao assumir o comando da cidade de forma definitiva menos de cinco meses após a posse como vice, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) terá pela frente três anos e sete meses para criar e apresentar à população seu modo de governar. Sem pressa, segundo ele. A única meta definida neste momento é a de não promover grandes mudanças na equipe nem nos projetos em andamento.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Nunes reforçou que vai dar continuidade à gestão de Bruno Covas. “A eleição PSDB/MDB, liderada pelo Bruno, apresentou as nossas propostas para cidade e vou somente dar continuidade. Trabalhar muito, junto à nossa equipe, para honrar a memória do Bruno, nosso grande líder. Força, Foco e Fé”, ressaltou Nunes, citando o slogan eleitoral que virou marca do tucano.

Assim como os auxiliares mais próximos, Nunes, que é ex-vereador sabia que Covas (PSDB) havia entrado na fase de tratamento paliativo contra o câncer. Não se falava mais em cura, mas em sobrevida. O avanço rápido da doença nas últimas semanas, no entanto, pegou todos de surpresa e acelerou o processo de transição.

Respeitado na Câmara Municipal, onde cumpriu dois mandatos, mas classificado como “inexperiente” para a nova função, Nunes diz ter como “trunfo” o conhecimento, em detalhes, das contas municipais. Quando parlamentar, participou da elaboração de sete das oito leis orçamentárias aprovadas no período, além de CPIs com foco fiscal.

Considerado conservador e mais à direita no espectro político do que Covas, o novo prefeito pretende em forte ligação com a Igreja Católica. A proximidade deve ajudar na construção de parcerias que pretende firmar com entidades religiosas para convencer usuários da cracolândia a aceitar tratamento e moradores de rua a desmontar suas tendas e procurar abrigo em albergues da cidade.

Na condução de medidas relacionadas à pandemia, a expectativa é a de seguir os critérios técnicos utilizados até aqui para liberar ou não mais alunos nas salas de aula ou ampliar a ocupação do comércio, por exemplo.

E, assim como seus antecessores, deve seguir a política de regularizar imóveis e manter a isenção de tributos municipais a igrejas e a oferta de descontos a empresários em débito com o município.

Outra “característica” que não deve mudar é o loteamento das subprefeituras por ex-colegas vereadores – o próprio Nunes exerce influência sobre a regional de Santo Amaro, seu reduto eleitoral, desde a gestão de Fernando Haddad (PT).

Durante a campanha, no entanto, a influência política e o conhecimento fiscal perderam espaço para a notícia de que a mulher de Nunes registrou um boletim de ocorrência por agressão e ameaça, em 2011, e o vice passou a ser questionado e até mesmo escondido em entrevistas e debates.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, o agora prefeito disse que sua mulher afirma não ter registrado tal boletim. “Ela até contratou um advogado para procurar esse documento e ele simplesmente não existe. Eu amo a minha mulher, estamos juntos há 23 anos. Nunca fiz qualquer agressão. Foi coisa de campanha isso.”

Oposição

Na Câmara, a perspectiva segue a mesma: assim como a gestão Covas, a administração Nunes terá de negociar projeto a projeto mas, desta vez, com vereadores petistas possivelmente menos aguerridos na oposição.

Isso porque até 2016, quando João Doria (PSDB) tornou-se prefeito, PT e MDB eram aliados na Casa.

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