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Política Nacional

Governo confirma Pazuello como ministro interino da Saúde

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O general Eduardo Pazuello foi confirmado, neste sábado (16), como ministro interino da Saúde, no lugar do oncologista Nelson Teich, que se demitiu na tarde de sexta-feira.

Natural do Rio de Janeiro, Pazuello é formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, em 1984. Participou de Operações no Centro de Instrução de Guerra na Selva, em Manaus (AM) e, assim como o presidente Jair Bolsonaro e outros militares, tem o curso de paraquedista.

Entre outras funções de destaque, trabalhou na assessoria de planejamento, no comando da Base de Apoio Logístico do Exército e na coordenação logística das Tropas do Exército Brasileiro empregadas nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos no Rio de Janeiro, em 2016.

O General Eduardo Pazuello assume, interinamente, o Ministério da Saúde.

Conheça parte de seu currículo que inclui, ainda, diversas condecorações por seu trabalho, entre elas: Pacificador, Ordem do Mérito Militar Grande Oficial, Mérito Tamandaré e Distintivo de Comando Dourado. pic.twitter.com/8FNbWakMfq

Também prestou serviços ao governo durante a presidência de Michel Temer quando assumiu a coordenação da Operação Acolhida, que cuida de refugiados da Venezuela em Roraima.

No último dia 29 de abril, o general foi anunciado pelo ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, para ocupar a posição de secretário-executivo da pasta. Ele substituiu o médico João Gabbardo, nomeado para a posição durante a gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

Segundo Teich, Pazuello foi escolhido por suas capacidades na gestão de logística, considerada por ele uma das principais necessidades para a atual crise derivada da pandemia do novo coronavírus.

“É um militar que conhece muito a Amazônia. Muito prático, rápido e dinâmico na tomada de decisões. Que ele possa ajudar muito nas respostas às necessidades dos estados que precisam mais das ações do ministério da saúde”, afirmou à coluna da Basília Rodrigues o deputado federal Hiran Gonçalves, que é do estado de Roraima, onde o general atuou na ação do governo federal com venezuelanos, que foram distribuídos pelo país.

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Política Nacional

Moro se filia ao Podemos para concorrer a Presidência

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O ex-juiz Sergio Moro decidiu se filiar ao Podemos para concorrer à eleição em 2022. Ainda não há definição se a disputa será por uma vaga ao Senado ou à Presidência da República.

A propósito, será uma filiação em família: sua mulher, Rosângela, também assinará a ficha do partido.

O Podemos marcou para 10 de novembro o evento de filiação, que deve ocorrer em Brasília. O partido não descarta que a pré-candidatura à Presidência seja anunciada na ocasião.

Até o ato de filiação, Moro já deve estar desligado da empresa de consultoria americana Alvarez & Marsal, da qual foi anunciado em novembro do ano passado como sócio-diretor.

 

 

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Política Nacional

“Precisamos pacificar o país”, diz Eduardo Leite em visita ao ES

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Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do Brasil

Pacificar o Brasil! Esta é a meta do pré-candidato à presidência, Eduardo Leite (PSDB). Atual governador do Rio Grande do Sul, ele esteve no Espírito Santo neste sábado (23) e se reuniu com apoiadores e representantes do partido. 

Eduardo Leite enfrenta o governador paulista João Doria e Arthur VIrgílio, ex-prefeito de Manaus, nas prévias pela candidatura do PSDB à Presidência da República nas eleições de 2022.

Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que “o Brasil não precisa de um terceiro polo de radicalização”. O governador ressaltou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do país. 

“Estamos vendo a quantidade de inflação, de estagnação econômica se projetando para 2022, uma perda no poder de compra e na renda das famílias. Os reais problemas que devem ser enfrentados são esses: inflação, desemprego, gerar crescimento econômico para incluir as pessoas no mercado de trabalho e dar mais renda às famílias”, disse. 

Quando questionado sobre os possíveis adversários, Leite afirmou que não iria fazer considerações e adjetivações para ressaltar defeitos dos adversários para conquistar simpatia e apoio de possíveis eleitores. “Queremos ganhar essa eleição pela qualidade do nosso projeto e não pelo defeitos dos adversários”, disse. 

E completou: 

“Essa tentativa de desfazer, de destruir e desconstruir o que pensa diferente da gente, foi o que gerou para o Brasil esses problemas que estamos vivenciando. Esse é um sentimento que nem é próprio do brasileiro. O brasileiro não é do ódio, não é da guerra, não é do conflito. É um povo afetivo que gosta de construir coisas boas. Mas nos convenceram e permitimos que nos convencessem, de que deveríamos promover um enfrentamento uns aos outros”, afirmou.

Questionado sobre ser ou não uma opção da chamada “terceira-via”, Eduardo Leite disse que o seu foco está no Brasil que “podemos ser”. “Lula (PT) é o Brasil que já foi. Bolsonaro (sem partido) é um Brasil que estamos sendo, e que não está bom. Eu não quero discutir o Brasil que já foi, nem o que estamos sendo. Eu quero discutir o Brasil que podemos ser. O Brasil que queremos ser”, afirmou. 

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