conecte-se conosco


Brasil

Governo do ES pede 440 mil doses da Coronavac ao Instituto Butantã

Publicado

Segundo o Executivo estadual, a intenção é vacinar todos os trabalhadores da saúde e da segurança pública no estado contra a covid-19.

O Governo do Espírito Santo formalizou, nesta quinta-feira (10), uma consulta ao Instituto Butantã, em São Paulo, sobre a disponibilidade de compra de 440 mil doses da vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o instituto. Segundo o governo capixaba, a intenção é vacinar todos os trabalhadores da saúde e da segurança pública no estado contra a covid-19.

Nesta quinta-feira, o governador de São Paulo, João Doria, anunciou o início da produção nacional da Coronavac, a primeira vacina produzida no país contra o novo coronavírus. Segundo Doria, o Instituto Butantã começou a produzir o imunizante na noite de quarta-feira e, além dos 245 funcionários que já possui, contratou 120 técnicos para auxiliar na produção da vacina, que será feita “24 horas por dia e 7 dias por semana”, aumentando sua capacidade de produção para 1,5 milhão de doses por dia.

Até janeiro, o governo paulista que ter 40 milhões de doses disponíveis. O primeiro lote, porém, será de 300 mil doses, destinado aos profissionais da saúde de São Paulo. Ainda segundo João Doria, 12 estados brasileiros já manifestaram interesse em adquirir a vacina.

Por meio de nota, o Governo do Espírito Santo informou que tomará todas as medidas possíveis para viabilizar vacinas para todos os capixabas. A afirmação foi reforçada pelo governador do Estado, Renato Casagrande, em sua conta no Twitter. Na postagem, Casagrande também afirmou que continuará trabalhando para que o Ministério da Saúde coordene o Plano Nacional de Imunização e adquira todas as vacinas disponíveis para os brasileiros.

Confira a nota do Governo do Espírito Santo na íntegra:
O Espírito Santo participa da mobilização nacional pela garantia de vacina contra a Covid-19 suficiente para imunizar a população brasileira até 2021. No processo de mobilização, foi apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo a possibilidade de disponibilizar vacinas suficientes para que os trabalhadores da saúde e da segurança pública do Espírito Santo fossem imunizados pela vacina produzida pelo Instituto Butantã.

Nesta quinta-feira (10), foi formalizada uma consulta ao Instituto Butantã sobre a disponibilidade de 440 mil doses de vacinas necessárias para vacinar todos os trabalhadores da saúde e da segurança pública no estado do Espírito Santo. O Governo do Espírito Santo tomará todas as medidas possíveis para viabilizar vacinas para todos os capixabas.

Leia mais:  Defensor da cloroquina, médico que criou “kit Covid” morre após 45 dias internado com a doença
publicidade

Brasil

Greve de caminhoneiros ganha apoio de confederação

Publicado

A CNTTL afirma que tem 800 mil motoristas em sua base e que orienta todos aderirem à paralisação em 1º de fevereiro

movimento de greve dos caminhoneiros ganhou adesão da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística), uma das principais entidades da categoria no país e que vinha até mais recentemente mantendo diálogo com o governo federal.

A entidade informou nesta terça-feira (26) que apoia a greve nacional de caminhoneiros que vem sendo convocada por organizações menores há algumas semanas para 1º de fevereiro por tempo indeterminado. A CNTTL afirma que tem 800 mil motoristas em sua base e que orienta todos aderirem à paralisação.

O porta-voz da CNTTL, Carlos Alberto Litti Dahmer, presidente do Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga) de Ijuí-RS, e vice-presidente da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), disse que a categoria não suporta a “insensibilidade” do governo de Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal sobre reivindicações do setor.

“Lamentável o reajuste da Tabela do Piso Mínimo de Frete, realizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres)”, disse Dahmer em comunicado da CNTTL. “Hoje temos um piso mínimo da fome. Vamos dar um basta nisso. Vamos cruzar os braços no dia 1º.”

“Tivemos um reajuste de 2,51% que é ínfimo. Só para se ter ideia o preço do pneu teve aumento nos últimos três meses de mais de 60%, seja nacional ou importado”, acrescentou.

Questionada, a CNTTL informou que não pretende promover atos específicos no dia marcado para o início da greve, mas que Dahmer vai mobilizar a adesão de outros caminhoneiros. A entidade, porém, não soube precisar qual será o nível de adesão da categoria à paralisação.

Em 2018, uma greve de caminhoneiros, que contou com apoio de empresários do setor de transportes, paralisou o país por 11 dias em maio, gerando impactos na economia que perduraram ao longo de todo o restante daquele ano.

O movimento foi encerrado depois que o governo de Michel Temer cedeu à pressão dos motoristas e aceitou criar a tabela de frete mínimo, que passou a enfrentar oposição do setor produtivo, com a disputa em torno da legalidade da criação da tabela ficando parada no STF desde então.

Procurada, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) não comentou o assunto.

O governo de Jair Bolsonaro, que vinha contando com apoio dos caminhoneiros, fez ao longo dos últimos meses algumas concessões aos motoristas, com a última sendo a inclusão da categoria na lista do grupo de prioridades para o recebimento das vacinas contra Covid-19 no país. Quando era pré-candidato ao Palácio do Planalto, Bolsonaro foi um dos que ficaram ao lado dos caminhoneiros na greve de 2018.

Na semana passada, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que governo trabalhava na revisão de normas de pesagem de caminhões nas estradas para reduzir custos dos caminhoneiros e lembrou que o governo zerou imposto de importação de pneus.

Além da revisão do reajuste na tabela, os caminhoneiros cobram a aprovação da constitucionalidade do mecanismo pelo STF e denunciam a atuação de plataformas digitais Frete-Brás, CargoX e TruckPad pela “precarização da categoria pelo país”, segundo a CNTTL.

Leia mais:  Brasil tem 433 casos suspeitos de coronavírus em 23 estados
Continue lendo

Brasil

Aposentados do INSS começam a receber novo piso de R$ 1.100

Publicado

Calendário de pagamento de aposentadorias e pensões começa nesta segunda, para quem ganha salário mínimo

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começa nesta segunda-feira (25) o calendário de pagamentos de 2021 para os aposentados, pensionistas e beneficiários do auxílio-doença. Cerca de 35 milhões de segurados vão receber de hoje ao dia 5 de fevereiro. Segundo o INSS, os depósitos seguirão a mesma sequência de anos anteriores.

Para aqueles que recebem um salário mínimo, o valor começa a ser pago hoje, atualizado com o novo piso, de R$ 1.100, um reajuste de 5,26%. Já os segurados que recebem benefícios acima do mínimo terão pagamento a partir de 1º de fevereiro, com reajuste maior, de 5,45%. 

Isso ocorre porque o aumento do piso foi definido no final de dezembro, com a projeção da inflação de 2020, antes de sair o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que serve como base para este cálculo, divulgado em 12 de janeiro pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com o reajuste, o teto do INSS – valor máximo das aposentadorias pagas pela Previdência Social – possou para R$ 6.433,57.

A orientação do INSS é que os segurados fiquem atentos: a data de depósito dos benefícios depende do número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço, para aqueles que foram concedidos recentemente ou a data que já habitualmente recebia para aqueles que possuem seu benefício há algum tempo.

Veja o calendário de pagamento:

Leia mais:  Auxílio emergencial: pedidos não aprovados geram processos administrativos. Saiba o que fazer!
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana