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Política Nacional

Governo entrega proposta para criação do novo Bolsa Família

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Benefício que passará a ser chamado de Auxílio Brasil será reajustado em ao menos 50%, afirma o presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro e os ministros João Roma (Cidadania) e Paulo Guedes (Economia) entregaram nesta segunda-feira (9) ao Congresso Nacional a MP (Medida Provisória) que prevê a reformulação do Bolsa Família, que passará a ser chamado de Auxílio Brasil.

O texto prevê um reajuste mínimo de 50% no valor desembolsado pelo programa social, que atualmente paga, em média, R$ 192 os que aos beneficiários “A pandemia trouxe uma inflação nos alimentos para o mundo todo e não podemos deixar desassistido os mais vulneráveis”, afirmou Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro chegou a cogitar que a parcela seria dobrada e poderia superar os R$ 400, mas o valor foi barrado pela equipe econômica. Caso o reajuste fique realmente na casa dos 50%, o novo valor médio pago pelo benefício subirá para R$ 288.

Durante a entrega da proposta, Guedes afirmou que a elevação do benefício será permitida devido à reforma tributária que vai permitir a “transferência de riqueza” aos mais frágeis e vulneráveis. Para Roma, a proposta representa um trabalho de todo o governo federal com grande participação do legislativo.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirma que o Congresso vai se debruçar rapidamente à proposta de reformulação do Bolsa Família. “Essa matéria tem urgência e deve ser apreciada antes do envio da proposta do Orçamento para que haja a previsibilidade nas ações do Executivo para o ano de 2022”, apontou ele.

Por se tratar de uma MP, a proposta para reformular o Bolsa Família passa a valer imediatamente por 60 dias, prorrogável uma vez por igual período. Caso não seja analisada em 45 dias, ela tranca a pauta de votações da Casa legislativa até que seja votada ou perca a validade.

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Política Nacional

TSE divulga patrimônio declarado pelos presidenciáveis; veja os valores

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Candidatos têm até o dia 15 de agosto para formalizar o registro no TSE

Sete dos 12 presidenciáveis tiveram seus patrimônios divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último domingo (7). O candidato com maior patrimônio declarado é o empresário Felipe D’Ávila (Novo), com mais de R$ 24 milhões.

Até o dia 15 de agosto, todos os candidatos precisam formalizar o registro da candidatura no TSE, junto com o patrimônio, nomes e fotos nas urnas para as eleições. Até o momento, o presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), José Maria Eymael (DC), Roberto Jefferson (PTB) e Soraya Thronicke (União Brasil), ainda não realizaram o processo junto ao tribunal.

Atrás de D’Ávila, vem o candidato do Pros, Pablo Marçal, com um patrimônio de quase R$ 17 milhões. O ex-presidente Lula (PT) declarou R$ 7,4 milhões neste ano, um valor menor do que em 2018, quando havia declarado um patrimônio de R$ 7,98 milhões.

O vice de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), declarou mais de R$ 1 milhão. A senadora Simone Tebet (MDB) tem um patrimônio de R$ 2,3 milhões e, sua vice, a senadora Mara Gabrilli (PSDB), quase R$ 13 milhões.

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Leonardo Péricles (UP) declarou um valor de R$ 197 mil, Sofia Manzano (PCB), R$ 498 mil, e Vera Lúcia (PSTU), pouco mais de R$ 8 mil.

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Política Nacional

Pros retira candidatura de Marçal e deve apoiar Lula

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Em convenção na última sexta-feira (5), partido aprovou por unanimidade retirar a candidatura de Pablo Marçal. Executiva nacional pretende apoiar Lula no primeiro turno. Marçal por sua vez declarou que a retirada da sua candidatura é um golpe

Após decisões judiciais, a nova direção do Pros definiu pela retirada da candidatura presidencial do coach e influenciador digital Pablo Marçal. A formalização ocorreu em Brasília, na sexta-feira (6), último dia para os partidos realizarem as convenções partidárias que definem os nomes para a disputa de 2022.

A retirada da candidatura própria ocorreu de forma unânime em votação feita com os 29 presentes na reunião, segundo ata registrada pelo Pros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sem Marçal na disputa, a nova executiva do Pros pretende declarar apoio a Lula (PT) já no primeiro turno da eleição à Presidência da República — que será realizado no dia 2 de outubro.

Na última semana, a direção do Pros mudou de mãos por três vezes. No domingo (31), a Justiça determinou que a ala liderada por Eurípedes Júnior retomasse ao comando — ele estava afastado acusado de desvio de recursos.

Eurípedes foi novamente afastado em decisão na quarta-feira e devolveu o cargo de presidente do Pros para Marcus Holanda, responsável pela primeira convenção do partido e pela indicação de Marçal como presidenciável.

Houve nova troca e, na quinta-feira, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Ricardo Lewandowski recolocou Eurípedes à frente da sigla.

Pablo Marçal disse que pretende recorrer da retirada de sua candidatura, movimento que define como um golpe.

“Minha candidatura é um ato jurídico perfeito, dentro do prazo hábil. Tem que ter um prazo para divulgação o que está rolando agora é um golpe, estão fazendo uma reunião de maneira escusa”, afirmou.

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