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Política Nacional

Governo Federal repassa mais de R$1,2 bilhão para o Espírito Santo

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O Governo Federal não deixa ninguém para trás. Desde o início da pandemia em decorrência do vírus coronavírus, os ministérios têm agido em união de esforços para combater a pandemia e auxiliando os estados e municípios da federação.

A Secretaria de Governo da Presidência da República (SEGOV), em parceria com a Secretaria Especial de Assuntos Federativos (SEAF), tem acompanhado os desafios inerentes ao combate do coronavírus junto aos estados e municípios desde o início da pandemia. Nesse cenário, prepararam um material consolidando as principais entregas do Governo Federal.

Foram entregues ao Espírito Santo mais de 2,8 milhões de máscaras cirúrgicas; sendo 200.600 máscaras N95; 39.140 mil óculos e protetores faciais; aproximadamente 55.135 mil aventais; 450.200 mil luvas; e 330.300 mil sapatilhas e toucas além de cerca de 10 mil litros em Álcool em Gel;

Além dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), o estado recebeu em medicamentos, 172.000 de Cloroquina e 186.000 de Oseltamivir. Já em testes para descobrir a presença do vírus no organismo, foram 90.488 mil testes RT-PCR e 202.300 mil testes rápidos.

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De acordo com o deputado federal Evair de Melo, a iniciativa faz parte dos esforços do Ministério da Saúde na busca de novas compras no mercado nacional e internacional para ampliação da testagem do coronavírus no Brasil.

“Para auxiliar o governo federal neste momento, a Frente Parlamentar Mista do Comércio Internacional e Investimentos (FrenCOMEX), instituiu o Comitê de Crise COVID-19, que tem como objetivo facilitar o acesso do Brasil às ferramentas, serviços e produtos necessários para prevenção, contenção e minimização dos efeitos da pandemia do coronavírus”, acrescenta o parlamentar.

Ainda de acordo com o boletim, foram habilitados cerca de 540 leitos para Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), e entregues 229 respiradores que auxiliam na luta para salvar vidas.

“Desde o início da pandemia, sempre estive preocupado com a necessidade de ampliação dos leitos de UTI, principalmente nas cidades do interior do Estado. Por isso, venho trabalhando junto ao Ministério da Saúde para garantir recursos para o Espírito Santo”, explicou o parlamentar.

Repasses à saúde

O Ministério da Saúde, por meio da FAF-COVID, repassou do mês de março ao mês de agosto o total de R$189 milhões de reais ao Estado do Espírito Santo, e para os municípios, foram R$122,55 milhões.

Em virtude da MP 938, que dispõe sobre a prestação de apoio financeiro pela União aos entes federativos que recebem recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), entre os meses de abril e julho, foram enviados ao estado do Espírito Santo R$ 86,40 milhões e R$ 92,28 milhões.  A MP 938 tem o objetivo de mitigar as dificuldades financeiras decorrentes do estado de calamidade pública, e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (Covid-19).

Outro grande investimento veio pelo Programa Federativo de Enfrentamento à Covid-19 (PFEC) – conforme Lei Complementar 173/2020. A Lei institui auxílio financeiro a estados, Distrito Federal e municípios com intuito de ajudar os entes federativos no combate à pandemia.  O estado do Espírito Santo recebeu R$ 455,59 milhões, e os municípios o valor de R$ 270,31 milhões.

Ao todo foram repassados ao estado cerca de R$1,216 bilhão. O deputado federal Evair de Melo falou sobre os investimentos. “Na Cartilha da Segov, podemos acompanhar que o Governo Federal enviou mais de R$1 bilhão para o Espírito Santo. E não vamos parar por aí. Temos muitas ações a serem concretizadas, pensando sempre no melhor para o cidadão. Tenho certeza que o trabalho em conjunto com o executivo federal vem trazendo bons resultados e grandes entregas. Ninguém fica para trás, agradeço ao nosso presidente Jair Messias Bolsonaro e toda sua competente equipe de governo, pela ótima gestão que vem desempenhando em prol do nosso país, finalizou o parlamentar.

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Política Nacional

Projeto reivindica auxílio emergencial de R$ 600 até abril

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De autoria de um deputado do Rio de Janeiro, o projeto tramita na Câmara dos Deputados em Brasília

O Projeto de Lei 5650/20, de autoria do deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ), solicita que o auxílio emergencial, com valor de R$ 600, seja prorrogado até abril deste ano. Neste momento, ele  tramita na Câmara dos Deputados, em Brasília. 

O texto argumenta que “caso o auxílio não tivesse sido oferecido desde abril/2020, o índice de pobreza teria saltado para 36% durante a pandemia”.

O documento acrescenta ainda que o índice de pobreza da população caiu de 23%, em maio, para 21%, em outubro, segundo dados do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ).

Pago desde abril de 2020, sendo as cinco primeiras parcelas de R$ 600 e as quatro últimas de R$ 300, o auxílio emergencial acabou em 31 de dezembro do ano passado.

Segundo o deputado, além da queda de renda da população, o fim do benefício vai afetar a arrecadação de estados e municípios e os pequenos comércios locais.

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Política Nacional

Reforma tributária deve sair este ano, diz Bolsonaro

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Projeto é uma das apostas do governo para retomada da economia brasileira após a pandemia do novo coronavírus

presidente Jair Bolsonaro disse na quinta-feira (21) que o governo buscará fazer a reforma tributária “no corrente ano” e negou que o objetivo seja aumentar impostos. Segundo o presidente, se a reforma provocar aumento de tributos é “melhor deixar como está”.

A reforma tributária é uma das apostas do governo para a retomada da economia após a pandemia da covid-19. Bolsonaro disse que hoje as empresas “gastam muito tempo e gastam muito dinheiro” com os cálculos de prestações de contas e, por isso, a ideia do governo é “simplificar” o sistema.

“Vamos, se Deus quiser, fazer a reforma tributária no corrente ano. E o que eu falei com o Paulo Guedes? Eu não sou economista, mas fazer as quatro operações a gente sabe fazer. No final das contas, não podemos ter majoração da carga tributária, senão deixa como está”, disse.

Nesta quinta (21), o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato apoiado pelo Planalto na disputa pela presidência do Senado, reconheceu que há discussões sobre a criação de um novo imposto nos moldes da extinta CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), mas afirmou que somente apoiará a iniciativa se houver medidas compensatórias, como a desoneração da folha salarial.

Conforme o Estadão revelou, o ministro da Economia, Paulo Guedes pretende reapresentar a proposta do novo imposto se o deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato à presidência da Câmara, vencer a eleição de fevereiro.

Bolsonaro disse ainda que é importante ter uma boa relação com o Congresso para que projetos de interesse do governo sejam pautados. Ele reclamou do fato de que uma medida provisória de regularização fundiária ter caducado e prometeu reapresentá-la neste ano.

“Hoje em dia estamos tendo um bom relacionamento com Câmara e com o Senado”, disse Bolsonaro, sem mencionar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seu desafeto político.

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