conecte-se conosco


Mundo Cristão

Grupo LGBT pede a Joe Biden que penalize escolas e faculdades que recusam ideologia de gênero

Publicado

O maior grupo de defesa LGBT dos Estados Unidos, ‘Human Rights Campaign’ (‘Campanha de Direitos Humanos’) (HRC), está pedindo ao democrata Joe Biden — já visando sua administração em 2021 — que ajude a retirar o credenciamento de faculdades e escolas que não tiverem uma política que proíba a “discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero”.

A organização divulgou seus objetivos e enviou para Biden em um documento de 11 de novembro, chamado ‘Blueprint for Positive Change’. O resumo de 22 páginas inclui dezenas de objetivos para a Casa Branca durante o governo Biden, mas seu direcionamento teria um grande impacto sobre as escolas e universidades cristãs.

De acordo com uma lei atual conhecida como Lei de Oportunidade de Ensino Superior, as agências de credenciamento devem garantir que seus padrões “respeitem a missão declarada da instituição de ensino superior”, incluindo a missão “religiosa” de uma escola.

Porém, em seu projeto, o HRC diz que a linguagem “poderia ser interpretada como exigindo que os órgãos de credenciamento credenciem instituições religiosas que discriminem ou que não atendam aos padrões curriculares baseados em ciência”.

O Departamento de Educação, HRC diz em seu projeto: “deve ser emitido um regulamento esclarecendo que esta disposição … não exige o credenciamento de instituições religiosas que não atendam aos padrões de credenciamento neutros, incluindo políticas de não discriminação e requisitos de currículo científico”.

Albert Mohler, presidente do Seminário Batista Teológico, em Louisville, Kentucky chama essa recomendação de “sinistra”.

“Eu nunca vi nenhum documento como este antes. A Campanha de Direitos Humanos está efetivamente pedindo que faculdades e escolas religiosas sejam coagidas à revolução sexual ou terão seu credenciamento retirado”, disse Mohler esta semana em uma coluna e em seu podcast. “… Em termos de credenciamento, isso é uma bomba atômica”.

“Em texto claro, para que todo mundo veja, a ‘Human Rights Campaign’ convoca a administração Biden a negar o credenciamento — ou, pelo menos, a facilitar a negação do credenciamento — a instituições cristãs, faculdades e universidades cristãs e, por essa questão, qualquer outra instituição religiosa ou escola que não atenda às demandas da ortodoxia LGBTQ. Isso significaria abandonar os padrões bíblicos de ensino, contratação, admissão, moradia e vida estudantil. Isso significaria que as escolas cristãs não seriam mais cristãs”, afirmou.

Mohler chamou isso de uma “ameaça aberta à capacidade das faculdades e escolas cristãs de operar pela convicção cristã”.

“Esta é uma tentativa direta de eliminar a liberdade religiosa para as escolas cristãs – ou para qualquer escola religiosa que se recusa a se curvar aos revolucionários morais na Campanha pelos Direitos Humanos”, disse ele. “… Esta é uma tentativa indisfarçável de fechar qualquer semelhança com uma faculdade ou universidade cristã que tivesse a audácia de operar a partir de uma cosmovisão cristã”.

Leia mais:  Franklin Graham diz que, mesmo na pandemia, Deus criou oportunidades para o Evangelho
publicidade

Mundo Cristão

Gilmar Mendes mantém voto contra liberação de cerimônias religiosas; votação segue hoje

Publicado

Julgamento acontece após decisão conflitante que vinha permitindo, nos últimos dias, a realização de cerimônias com público pelo país

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve, nesta quarta-feira (7), sua decisão contra a realização de cerimônias religiosas com público presente no estado de São Paulo, na fase emergencial de combate à pandemia do novo coronavírus. Apesar de ser um processo referente ao estado de São Paulo, o entendimento, na prática, segue a linha de que estados e municípios têm a prerrogativa de determinar um possível fechamento desses espaços.

Isso porque o julgamento acontece após decisão conflitante que vinha permitindo, nos últimos dias, a realização de cerimônias com público pelo país. No sábado (3), o ministro Nunes Marques liberou a presença de público em cerimônias religiosas, respeitando o limite de 25% da lotação. A decisão contrariou decisões locais, como a da Prefeitura de Belo Horizonte, que havia vetado público em igrejas. O Supremo já tinha determinado, no ano passado, que estados e municípios têm prerrogativas para também criar regras de isolamento.

Na segunda-feira (5), Gilmar Mendes concedeu decisão contrária à de Nunes Marques e julgou improcedente o pedido do partido PSD contra decreto do governo de São Paulo que veta público nesse tipo de cerimônia na fase emergencial, iniciada no dia 15 de março. Após as decisões conflitantes, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, decidiu submeter a decisão de Gilmar Mendes ao plenário, para que os 11 ministros deliberem sobre o tema.

Nesta quarta, Gilmar Mendes citou decisão do ano passado que já garantiu aos estados a prerrogativa de criar regras de quarentena sem que elas possam ser revogadas por outros entes, como o governo federal. “Não fora essa decisão, o nosso quadro sanitário estaria ainda pior do que se encontra”, afirmou.

Ele citou que a decisão do governo paulista sobre fechamentos na fase emergencial vedou não só as atividades religiosas, mas também o atendimento presencial ao público em bares, restaurantes, shoppings, praias e parques, entrou outros.

Após seu voto, o julgamento foi suspenso e deverá ser retomado na quinta-feira (8).

Leia mais:  Igrejas transformam distribuição de máscaras em oportunidade de evangelismo
Continue lendo

Mundo Cristão

“Fechar igrejas de forma arbitrária viola a Constituição”, diz Augustus Nicodemus

Publicado

Em um momento em que o fechamento de templos voltou a ser uma pauta de debate, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF), o pastor Augustus Nicodemus Lopes, da Primeira Igreja Presbiteriana de Recife, lembra que o direito de culto é garantido pela Constituição.

O pastor e ex-chanceler da Universidade Mackenzie, de 66 anos, deu uma entrevista à Folha de S. Paulo, que foi publicada na terça-feira (6). Nela, ele abordou sobre lockdown, dízimo, política e a Teologia da Prosperidade, considerada por ele um falso ensino.

“Quando a gente briga para manter igreja aberta dentro das regras sanitárias, é pelo direito de culto garantido pela Constituição”, destacou o pastor, quando foi questionado sobre o fechamento de templos.

“A única maneira de revogá-lo é o estado de sítio, e só o presidente pode declarar um, o Congresso tem que aprovar. Do jeito que está não está bom, é uma coisa que está saindo da cabeça de governadores e prefeitos. Fechar de forma arbitrária é a Constituição sendo violada. O que vem depois?”, questionou.

Nicodemus também tem ressalvas a respeito da eficácia do lockdown como única medida para amenizar o impacto da pandemia. “Minha igreja é de classe média. Quem tem sofrido muito é o pessoal de classes mais baixas”, explicou. “O lockdown fere muito o trabalhador, a diarista. O pessoal das classes média e alta não sentem tanto. Vão fazer como você e eu: home office.”

Ele sugeriu: “Lockdowns causaram o desastre na economia, não vejo como podem ser a cura dela. Talvez se tivéssemos usado desde o início lockdowns verticais e localizados, medidas sanitárias já comprovadas e educado a população para usá-las, quem sabe salvaríamos o mesmo número de pessoas sem destruir seus empregos e sanidade mental no processo”.

Leia mais:  Silas Malafaia chama STF de “guardião de corruptos” e diz que não tem medo de ser preso pelo que fala
Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana