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Cidades

Guarda-vidas recebem 1.130 peças de uniformes em Vila Velha

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Vila Velha – Os guarda-vidas do município receberam 1.130 peças de uniformes na manhã desta segunda-feira (10) na sede do Serviço de Salvamento Aquático, na Avenida Champagnat, no Centro. A Prefeitura investiu pouco mais de R$ 23 mil na aquisição dos equipamentos. Entre os materiais que compõe os EPIs utilizados pelos guarda-vidas estão sungas, shorts, camisetas, agasalhos, além de blusas, calças e toalhas.


“Vila Velha decidiu manter esse serviço mesmo durante a pandemia, e no auge da recomendação de que as praias não fossem frequentadas, porque os guarda-vidas também nos ajudaram muito com a realização das barreiras sanitárias. Então, a gente tem procurado valorizar esse grupo e mantê-los não apenas no verão, mas durante todo o ano, com um serviço que tem sido essencial para a nossa cidade”, destacou o prefeito Max Filho, durante a solenidade de entrega simbólica dos uniformes.
 
Entre os materiais adquiridos estão 220 sungas e roupas de banho, 220 shorts de tactel, 200 camisetas regata de malha, 200 camisetas de manga longa, 110 conjuntos de agasalhos de tactel, com blusas e calças, além de 180 toalhas.
 
“Com a entrega do material nós estamos oferecendo condições favoráveis de trabalho aos guarda-vidas para que eles possam exercer com eficiência as ações de socorro, prevenção e salvamento”, pontuou o secretário municipal de Defesa Social e Trânsito (Semdest), cel. Oberacy Emmerich Junior.
 
O guarda-vidas Ramon Cunha agradeceu ao receber as peças do uniforme. “Me sinto muito honrado de estar aqui. Quero dizer que encontrei um grupamento unido com profissionais competentes, exercendo um trabalho excepcional, onde fui recebido com muita cordialidade, respeito e educação”, destacou.
 
Desde o final de março, além do serviço de salvamento aquático, os guarda-vidas realizam abordagens nas praias, incluindo a prevenção da transmissão da covid-19. “Foram 36 mil prevenções realizadas”, apontou a coordenadora de Salvamento Aquático, Arlene Dutra.

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Cidades

Mais de três mil pessoas já foram vacinadas contra a Covid-19 no Espírito Santo

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No Espírito Santo, 3.489 pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra o novo Coronavírus (Covid-19). Os dados são do Programa Estadual de Imunizações, da Secretaria de da Saúde (Sesa), referentes as vacinas aplicadas até as 15h desta quarta-feira (20). Alguns municípios iniciaram a vacinação ainda na terça-feira (19), quando o Governo do Estado iniciou a distribuição das doses da CoronaVac, do Instituto Butatan, para atender ao público-alvo definido pelo Plano Nacional de Vacinação (PNI) na primeira etapa da fase 1 da campanha de vacinação.

Estão sendo imunizadas as pessoas maiores de 60 anos residentes em instituições de longa permanência; pessoas maiores de 18 anos com deficiência residentes em Residências Inclusivas; indígenas aldeados; e trabalhadores da saúde. O Ministério da Saúde disponibilizou 101.320 mil doses da vacina para o Estado, estabelecendo cerca de 48 mil pessoas como população-alvo desta fase inicial de vacinação no Espírito Santo.

A imunização ocorrerá em duas doses, com um intervalo de tempo de quatro semanas. Para a aplicação da segunda dose, a Secretaria da Saúde realizará uma nova distribuição às Regionais, o que deve ocorrer na segunda semana do mês de fevereiro.

Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19

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Para a primeira etapa da fase 1, a imunização se dará pelos trabalhadores da saúde (42.273); pessoas maiores de 60 anos residentes em instituições de longa permanência (2.970); pessoas maiores de 18 anos com deficiência residentes em Residências Inclusivas (210) e indígenas aldeados (2.793), em conformidade com os cenários de disponibilidade da vacina. O público idoso acima dos 75 anos não institucionalizados (155.760 capixabas) será contemplado com a disponibilidade de mais imunizantes, na segunda etapa da fase 1.

Ainda segundo determinações do Ministério da Saúde, a população-alvo da campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 foi priorizada seguindo os critérios de exposição à infecção, além de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença. O escalonamento desses grupos populacionais para vacinação se dará conforme a disponibilidade das doses de vacina.

Em relação à imunização dos profissionais da saúde, os critérios utilizados, segundo a Resolução CIB N° 007/2021, leva-se em consideração: os profissionais vacinadores; os das Instituições de Longa Permanência para Idosos; os trabalhadores de Unidades de Terapia Intensiva Covid-19, dos hospitais referências; trabalhadores da Urgência e Emergência; enfermaria dos hospitais Covid-19; e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU); profissionais da sala vermelha de Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs e PAs); e profissionais dos Centros de Referência para a Covid-19, na Atenção Básica.

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Abrigo de animais na Serra é interditado durante operação conjunta

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O abrigo interditado é mantido pelos pais da moradora de um apartamento localizado em Vila Velha, onde diversos animais foram encontrados mortos e em situações de maus tratos, em 08 de janeiro

Uma operação conjunta resgatou 34 animais e interditou um abrigo localizado no município da Serra, na manhã desta quarta-feira (20). A ação contou com a participação da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA),  CPI dos Maus Tratos da Assembleia Legislativa e Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). 

A polícia foi até o local para cumprimento de mandado de busca e apreensão e  interdição do estabelecimento após uma investigação, ainda em andamento, sobre possível abandono e maus-tratos com os animais. 

O abrigo interditado é mantido pelos pais da moradora de um apartamento localizado em Vila Velha, onde diversos animais foram encontrados mortos e em situações de maus tratos, em 08 de janeiro. 

“O inquérito policial está em andamento. As suspeitas são de que os animais encontrados no apartamento teriam sido recolhidos pela mãe, dona do abrigo, e entregues à filha, para ajudar nos cuidados dos animais. O apartamento seria, então, uma extensão do abrigo. Tanto a moradora do apartamento quanto a mãe, faziam pedidos de doação de forma conjunta, o que reforça a suspeita de que a arrecadação e os cuidados eram comuns às duas”, afirmou o titular da DPMA, delegado Eduardo Passamani.

O local onde os animais estavam aparentava pouca salubridade. Apesar disso, os fiscais do CRMV informaram que os cães não apresentavam sinais de maus tratos. Os animais foram recolhidos pela equipe da CPI dos maus tratos, que os encaminhará para avaliação médica e lar adotivo provisório.

“Os donos da instituição também foram cientificados para a apresentação da filha, investigada pela DPMA, para que seja interrogada. Ela se encontra em local ignorado, sob alegação de tratamento médico. Eles também foram informados que estão proibidos de solicitar doações para o abrigo e devem retirar as páginas da entidade das redes sociais”, disse o delegado.

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