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Política Nacional

Guedes cobra vacinação e promete antecipar benefícios a aposentados

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Repasse de R$ 50 bilhões, que também inclui pensionistas, porém, depende da aprovação do Orçamento 2021 pelo Congresso

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (25), em comissão da covid-19 no Senado Federal, que somente o aumento do ritmo de vacinação poderá permitir a retomada da economia brasileira.

Guedes pediu ao Congresso a aprovação do Orçamento 2021, o que seria o gatilho para antecipar benefícios de aposentados e pensionistas, além de liberar o auxílio emergencial.

“Se os senhores aprovam o Orçamento hoje, podemos disparar imediatamente a antecipação dos benefícios de pensionistas e aposentados. Ou seja, mais R$ 50 bilhões vem de dezembro para agora. Então, vamos proteger os mais vulneráveis, os idosos, nessa segunda grande guerra contra o coronavírus”, explicou.

Vacina como impulso

Guedes reafirmou que apenas a vacinação em massa dos brasileiros, aliada a um isolamento “mais inteligente e seletivo”, será capaz de garantir a sólida retomada da economia. Aos senadores, o ministro relembrou a promessa de ontem do colega que comanda a Saúde, Marcelo Queiroga.

“Ao mesmo tempo, temos que acelerar, como prometeu ontem o nosso ministro da saúde, o ritmo de vacinação. Se vacinarmos 1 milhão de pessoas por dia, temos 15% de idosos no Brasil, pouco mais de 30 milhões. Com 1 milhão de vacinas por dia, vacinaremos todos em pouco mais de um mês. […] Em 40 dias, teremos um novo cenário”, afirmou.

Guedes usou o exemplo dos Estados Unidos e demais países que sofreram com a escalada dos casos e mortes em decorrência da doença. “A mortalidade pode desabar porque, tanto nos EUA como outros países, esse platô [de mortes] não durou. É possível que, em 60 dias, tenhamos um novo horizonte completamente diferente. Um país que possa retomar o crescimento, que estava retomando. Fazemos a desaceleração do contágio, com isolamento um pouco mais inteligente e seletivo, e reacelerando as vacinas e, em 60 dias, podemos estar muito diferentes”, diagnosticou.

O ministro explicou ainda que o desafio do governo agora é “manter os sinais vitais da economia”, o que explica “repetir o protocolo” da primeira onda da covid-19.

“Lança a camada de proteção, R$ 44 bilhões de auxílio emergencial. Antecipação de benefícios de aposentados e pensionistas, mais R$ 50 bilhões antecipados para os próximos dois meses. […] Em abril, maio, junho, não recolhem impostos os [empresários] pequenos que pagam Simples. Pagam no próximo semestre, em prestações, o que não pagaram agora”, encerrou.

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Política Nacional

Bolsonaro visita Goianápolis (GO) com Pazuello e Braga Netto

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Em compromisso fora da agenda oficial, o presidente Jair Bolsonaro viajou neste sábado, 17, para Goianápolis (GO) acompanhado do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, e do general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde. O presidente deixou o Palácio da Alvorada por volta de 9h10 em comitiva de dois helicópteros.

Também acompanhando o presidente, o deputado Vítor Hugo (PSL-GO) ex-líder do governo na Câmara, fez uma transmissão ao vivo em suas redes sociais durante a visita. Na gravação, Bolsonaro aparece, sem máscara, conversando e cumprimentando apoiadores aglomerados em frente a uma grade de um campo de futebol.

“Estamos em Goianápolis com o nosso presidente. Ele está ali atrás conversando com a população”, diz Vítor Hugo no vídeo. O deputado cita ainda que Goiás é um dos Estados que o chefe do Executivo mais visitou desde a posse como presidente.

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Eduardo Aggio também acompanhou a visita. Aggio deixou o comando da PRF na semana passada após Anderson Torres assumir o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública. A direção-geral da corporação agora é chefiada por Silvinei Vasques. Com a troca, Aggio ganhou cargo no Planalto e foi nomeado subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência.

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Política Nacional

Novos exames mostram que câncer atingiu fígado e ossos de Covas

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Prefeito de São Paulo foi internado na última quinta-feira (15) e deve seguir no hospital para tratamento neste final de semana

Exames feitos pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), na última quinta-feira (15), mostram o surgimento de novos pontos do câncer, que atingiram o fígado e os ossos.

A informação foi divulgada em boletim médico assinado por Fernando Ganem, diretor de governança clínica do Hospital Sírio-Libanês, e Angelo Fernandez, diretor clínico, na tarde desta sexta-feira (16).

Segundo o comunicado, neste sábado (17), está prevista a continuidade da quimioterapia, adionando imunoterapia, para o tratamento do prefeito.

Ainda de acordo com as informações do boletim médico, Bruno Covas está clinicamente bem, sem sintomas, e apto para prosseguir suas atividades pessoas e como prefeito de São Paulo.

A previsão é que ele receba alta ainda no início da semana, após completar a atual etapa do tratamente. Atualmente, o prefeito está sendo acompanhado por equipes coordenadas pelos médicos David Uip, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e Roberto Kalil Filho.

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