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Política Nacional

Guedes diz que enviará ‘muito em breve’ prorrogação do auxílio emergencial

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo vai enviar “muito em breve” ao Congresso Nacional uma proposta de prorrogação do auxílio emergencial. Ele não quis, porém, cravar os valores. 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vem defendendo a prorrogação do benefício por pelo menos mais dois meses também com valor de R$ 600 cada, mesmo montante das três primeiras parcelas já previstas.

Outras lideranças partidárias também começaram a se manifestar nos últimos dias na linha de Maia. Entre elas, o presidente nacional do MDB e líder do partido na Câmara, deputado Baleia Rossi.

“O Brasil ainda vive a pandemia da Covid-19, o que obriga medidas restritivas na grande maioria dos municípios. Mesmo nas cidades em que o comércio reabriu, famílias precisam se recuperar financeiramente”, justifica Rossi.

Nos bastidores, lideranças do Centrão preveem que o presidente Jair Bolsonaro e a equipe econômica, que defendem mais duas parcelas de R$ 300 cada, vão acabar “cedendo” à pressão do Legislativo por um valor maior.

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Política Nacional

Maia vê plano de ir para MDB naufragar e agora tenta PSDB

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Plano para migrar do DEM ao MDB naufragou há cerca de duas semanas

Rodrigo Maia está em conversas avançadas para ingressar no PSDB.

O plano para migrar do DEM para o MDB naufragou há cerca de duas semanas, quando o ex-presidente da Câmara se reuniu com políticos cariocas que planejam acompanhá-lo na saída do DEM.

Muitos deles, como Eduardo Paes, eram do MDB e deixaram o partido quando seus principais quadros no Rio, Sérgio Cabral e Jorge Picciani, foram presos.

O grupo deixou claro a Maia que voltar ao MDB seria inviável. No PSDB, Maia deverá controlar o diretório estadual e ter assento no nacional.

Dessa maneira, influiria na escolha do partido sobre 2022.

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Política Nacional

Após conversa de ministros, Brasil e China se reaproximam por vacinas

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Recém-empossado, chanceler Carlos Araújo recebe telefonema de colega chinês e ambos prometem cooperação por imunizantes

Recém-empossado como ministro das Relações Exteriores, Carlos França recebeu, na noite desta sexta-feira (9), ligação do titular da pasta de Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi. A informação, divulgada pelos perfis em rede sociai tanto do Itamaraty quanto do embaixador da China no Brasil, sinaliza a reaproximação entre os países após a saída do chanceler Ernesto Araújo.

Segundo as postagens, os chanceleres trataram de assuntos, como a pandemia e a urgência do Brasil por vacinas, matéria-prima para fabricação dos imunizantes e medicamentos, além das relações comerciais entre as nações.

“Os Chanceleres concordaram na urgência do combate à pandemia e da cooperação em vacinas, IFAs e medicamentos. Autoridades dos dois países estão em contato permanente para agilizar as remessas, essenciais para salvar vidas”, postou o perfil do Itamaraty.

“Trataram também das promissoras perspectivas em comércio e investimentos. Conversaram sobre a evolução positiva do relacionamento sino-brasileiro e os números crescentes do comércio – recorde de US$ 102,6 bilhões em 2020”, diz texto em outra postagem.

Embaixador da China no Brasil, Yang Wanming compartilhou o texto em seu perfil e escreveu que os ministros, em sua primeira conversa, concordaram em reforçar as relações bilaterais.

“Na noite desta sexta (9), o chanceler chinês Wang Yi e seu homólogo brasileiro Carlos França realizaram a sua primeira conversa, concordaram em reforçar as relações bilaterais, a coordenação multilateral e o combate conjunto à pandemia, além de promover a recuperação econômica”, afirmou o embaixador.

França tenta se reaproximar da China após a desgastada gestão de seu antecessor, Ernesto Araújo, que colecionou polêmicas inclusive por criticar o país oriental, o que acabou trazendo consequências para a importação de insumos e vacinas contra a covid-19.

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