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Política Nacional

Guedes diz que governo lançará Renda Brasil com unificação de programas sociais

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira que o país iniciará “aterrissagem” da crise pelo coronavírus com unificação de vários programas sociais e lançamento do Renda Brasil.

Sem dar mais detalhes a respeito, o ministro fez, com isso, um aceno mais explícito à substituição do Bolsa Família, uma das principais marcas da gestão petista, pelo novo programa, que será mais amplo.

Nas últimas semanas, membros da equipe econômica vinham martelado que a pandemia deixaria mais pessoas em situação vulnerável e que, por isso, o governo iria se debruçar sobre uma melhoria no desenho de políticas sociais.

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, chegou a dizer que o abono salarial deveria ser transformado em complemento para o Bolsa Família. O abono consiste no pagamento de até um salário mínimo no ano para trabalhadores que receberam remuneração mensal média de até dois salários mínimos num ano-base.

Na lei orçamentária de 2020, o Bolsa Família, que paga um média de cerca de 190 reais mensais aos beneficiários, foi originalmente orçado em 29,5 bilhões de reais e o abono, em 20 bilhões de reais.

Extensão do auxílio emergencial

Ao participar de reunião do conselho do governo conduzida pelo presidente Jair Bolsonaro e transmitida pela TV, Guedes disse que o governo prevê uma nova fase de enfrentamento ao coronavírus, com extensão do auxílio emergencial por dois meses e, nesse mesmo período, organização para retorno seguro ao trabalho com a adoção de protocolos.

O ministro não mencionou qual seria o valor do auxílio estendido, se limitando a dizer que o patamar atual, de 600 reais, corresponde “a um nível de emergência total”.

Guedes afirmou que o governo também lançará um programa Verde e Amarelo, para incentivar o ingresso no mercado de trabalho formal de um grande contingente de pessoas.

“Aprendemos também durante essa crise que há 38 milhões de brasileiros invisíveis e que também merecem serem incluídos no mercado de trabalho. Vamos lançar um programa Verde e Amarelo”, disse o ministro.

“Só que agora nós sabemos quem eles são. Nós digitalizamos e temos o endereço de cada um. E nós vamos formalizar esse pessoal todo. Eles são brasileiros como todo mundo e eram invisíveis. Vamos estar lançando isso daqui a pouco”, acrescentou ele.

O governo já tinha enviado ao Congresso uma Medida Provisória do contrato Verde e Amarelo, que previa redução dos encargos trabalhistas pagos pelas empresas para incentivar a contratação de jovens em seu primeiro emprego. Bolsonaro acabou revogando a MP em abril, um dia antes de ela expirar sem ter sido aprovada pelo Congresso, sinalizando que iria reeditá-la.

Em outra frente, o ministro da Economia pontuou nesta terça-feira que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, irá anunciar nesta semana o aperfeiçoamento de vários programas de crédito.

Segundo Guedes, Caixa Econômica Federal, BNDES e Banco do Brasil também estarão envolvidos no lançamento de novos programas.

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Política Nacional

Moro se filia ao Podemos para concorrer a Presidência

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O ex-juiz Sergio Moro decidiu se filiar ao Podemos para concorrer à eleição em 2022. Ainda não há definição se a disputa será por uma vaga ao Senado ou à Presidência da República.

A propósito, será uma filiação em família: sua mulher, Rosângela, também assinará a ficha do partido.

O Podemos marcou para 10 de novembro o evento de filiação, que deve ocorrer em Brasília. O partido não descarta que a pré-candidatura à Presidência seja anunciada na ocasião.

Até o ato de filiação, Moro já deve estar desligado da empresa de consultoria americana Alvarez & Marsal, da qual foi anunciado em novembro do ano passado como sócio-diretor.

 

 

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Política Nacional

“Precisamos pacificar o país”, diz Eduardo Leite em visita ao ES

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Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do Brasil

Pacificar o Brasil! Esta é a meta do pré-candidato à presidência, Eduardo Leite (PSDB). Atual governador do Rio Grande do Sul, ele esteve no Espírito Santo neste sábado (23) e se reuniu com apoiadores e representantes do partido. 

Eduardo Leite enfrenta o governador paulista João Doria e Arthur VIrgílio, ex-prefeito de Manaus, nas prévias pela candidatura do PSDB à Presidência da República nas eleições de 2022.

Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que “o Brasil não precisa de um terceiro polo de radicalização”. O governador ressaltou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do país. 

“Estamos vendo a quantidade de inflação, de estagnação econômica se projetando para 2022, uma perda no poder de compra e na renda das famílias. Os reais problemas que devem ser enfrentados são esses: inflação, desemprego, gerar crescimento econômico para incluir as pessoas no mercado de trabalho e dar mais renda às famílias”, disse. 

Quando questionado sobre os possíveis adversários, Leite afirmou que não iria fazer considerações e adjetivações para ressaltar defeitos dos adversários para conquistar simpatia e apoio de possíveis eleitores. “Queremos ganhar essa eleição pela qualidade do nosso projeto e não pelo defeitos dos adversários”, disse. 

E completou: 

“Essa tentativa de desfazer, de destruir e desconstruir o que pensa diferente da gente, foi o que gerou para o Brasil esses problemas que estamos vivenciando. Esse é um sentimento que nem é próprio do brasileiro. O brasileiro não é do ódio, não é da guerra, não é do conflito. É um povo afetivo que gosta de construir coisas boas. Mas nos convenceram e permitimos que nos convencessem, de que deveríamos promover um enfrentamento uns aos outros”, afirmou.

Questionado sobre ser ou não uma opção da chamada “terceira-via”, Eduardo Leite disse que o seu foco está no Brasil que “podemos ser”. “Lula (PT) é o Brasil que já foi. Bolsonaro (sem partido) é um Brasil que estamos sendo, e que não está bom. Eu não quero discutir o Brasil que já foi, nem o que estamos sendo. Eu quero discutir o Brasil que podemos ser. O Brasil que queremos ser”, afirmou. 

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