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Holyfield afirma acreditar em novo duelo contra Mike Tyson e desafia: “Vamos fazer isso, baby”

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Veterano de 58 anos quer voltar aos ringues pela terceira vez contra lenda do boxe, que saiu da aposentadoria em uma luta contra Roy Jones Jr, em novembro

Com o retorno de seu antigo rival Mike Tyson aos ringues, o veterano Evander Holyfield não desistiu de uma terceira luta contra o ex-pugilista, com o qual protagonizou um dos maiores duelos do boxe mundial. Holyfield voltou a desafiar Tyson para uma terceira luta, e se disse confiante de que o confronto se tornará realidade.

– Sou uma pessoa muito confiante. Eu acho que isso (a luta) vai acontecer. Vamos fazer isso, baby! Simples assim. Vamos fazer isso! – disse o americano ao portal “TMZ”.

Não é de hoje que Holyfield convoca Tyson para um terceiro confronto entre os dois. Em outras ocasiões, o ex-lutador, de 58 anos, pediu ao antigo rival que desse “ao mundo o que todos realmente querem ver” e já garantiu que quer ser o próximo a enfrentar o ex-campeão de peso pesados.

Holyfield e Tyson na luta em 1996 — Foto: Focus on Sport/Getty Images

O primeiro confronto entre os veteranos, realizado em 1996, terminou com vitória de Holyfield, que levou o campeonato mundial de pesos pesados daquele ano. Já em 1997, a segunda luta ficou marcada na história da modalidade; Tyson acabou desclassificado da disputa após morder a orelha do rival.

– Meu lado tentou fazer a luta acontecer e não tivemos nada além de desculpas. Agora posso ver por que ele queria uma luta de ajuste antes de pensar em lutar comigo. Sem mais desculpas. Esta é a luta que deve acontecer para nossos dois legados. Sábado à noite você disse que estava pronto para lutar comigo, então assine o contrato e entre no ringue, Tyson. O mundo está esperando e está com você agora. Estou pronto – provocou Holyfield em outra ocasião.

Após 15 anos aposentado, Mike Tyson retornou aos ringues em novembro, aos 54 anos, contra o também veterano Roy Jones Jr., de 51. No entanto, o confronto, promovido no dia 28, terminou em empate – e o campeão já garantiu que pretende enfrentar novos oponentes em sua volta ao boxe.

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Novo uniforme do Fluminense homenageará os 115 anos do primeiro título oficial do clube

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Linha, que marca a segunda produzida pela Umbro, tem previsão de lançamento para maio; camisas de treino dos jogadores vazaram anteriormente

Os campeões de 1906 serão lembrados. A nova linha de uniformes do Fluminense, produzida pela Umbro, irá homenagear os 115 anos do primeiro título oficial do clube — o Campeonato Carioca de 1906. A previsão de lançamento é para maio, ainda sem data definida.

Importante: os novos uniformes não serão réplicas. Por exemplo, o Fluminense atuou com meiões pretos em 1906, o que nao é permitido pelo estatuto atualmente. O estilo será “clássico”, segundo pessoas que o viram, mas não terá o modelo antigo como base. 

O padrão segue o mesmo: o principal é o tradicional tricolor e a segunda é predominantemente branca, tendo detalhes em grená e verde.

No uniforme tricolor, as listras serão mais finas do que as da atual versão, também da Umbro. Na camisa dois, os detalhes em verde e grená estarão na manga e na gola. Também haverá um emblema em comemoração aos 115 anos do primeiro título oficial do Fluminense. 

Outros dois uniformes que vazaram fazem parte da linha a ser lançada oficialmente pela Umbro. Trata-se das camisas de treino dos jogadores, com uma predominantemente azul e a outra verde e cinza.

Camisa verde e cinza faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Camisa azul também faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Essa é a segunda vez que o Fluminense terá a Umbro como responsável por confeccionar toda a sua linha de material esportivo. O Fluminense aposta muito nesta parceria após o insucesso de suas últimas duas fornecedoras (Under Armour e Dry World).

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Empresários abocanham US$ 500 milhões com venda de jogadores de futebol

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Houve queda em relação a 2019, a Pandemia impactou arrecadação. Inglaterra é país mais lucrativo

Os empresários que atuam em negociações internacionais de jogadores de futebol masculino e feminino ganharam US$ 496 milhões em comissões em 2020, de acordo com relatório publicado pela Fifa (Federação Internacional de Futebol). 

O valor representa a 3ª maior arrecadação desde 2014, início da série histórica. Houve decréscimo em relação a 2019 e 2018, quando o total recebido pelos agentes foi de US$ 655 milhões e US$ 548 milhões, respectivamente.

O regulamento da Fifa para transferências internacionais de jogadores exige que clubes revelem os nomes e comissões de intermediários. As informações são utilizadas pela entidade para compor o relatório, divulgado anualmente.

O valor pago em comissão aos antes nas negociações em 2020 é expressivo, considerando que estudo da consultoria britânica KPMG apontou que a pandemia fez o investimento dos clubes das 5 principais ligas do futebol europeu em contratações de jogadores na temporada 2020/2021 cair quase 50% em relação à média das últimas 3 temporadas.

A maior parte do valor levantado nas transferência teve origem no continente europeu (US$ 474 milhões). Cerca de 95% das comissões tiveram origem em negociações de jogadores de clubes vinculados à Uefa (União das Associações Europeias de Futebol).

A Inglaterra liderou o ranking de países mais lucrativos aos empresários em 2020 (US$ 110 milhões), seguida por Itália (US$ 88 milhões), Portugal (US$ 69,2 milhões), Alemanha (US$ 64 milhões), França (US$ 34 milhões), Espanha (US$ 31 milhões) e Rússia (US$ 21,5 milhões).

O Brasil ocupa a 8ª colocação na lista. As negociações de jogadores que atuam em clubes do país país renderam US$ 13,7 milhões a agentes. As transferências que envolvem times ligados à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) representam apenas 3% (US$ 14,4 milhões) do total.

O relatório da Fifa aponta ainda que um ou mais agentes atuaram para concretizar 20,4% dos negócios fechados no ano passado. Ao todo, foram 16.433 transferências registradas em 2020, sendo que 3.346 tiveram envolvimento de empresários representando jogadores ou clubes.

Nos acordos com valores superiores a US$ 5 milhões, o percentual de empresários representando clubes compradores é de 55,4%. A taxa é de 34,8% no caso de agentes de clubes vendedores e de 44,9% para representantes de jogadores.

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