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Internacional

Homem é detido após atirar contra Embaixada de Cuba em Washington

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O ataque não deixou feridos e agentes do Serviço Secreto trabalham com a polícia da cidade para esclarecer os motivos do ataque

Um homem foi detido após atirar mais de 30 vezes na madrugada desta quinta-feira (30) contra a Embaixada de Cuba em Washington, informou o Serviço Secreto dos Estados Unidos.

“Nesta manhã, aproximadamente às 2h15 (3h15 em Brasília), agentes do Serviço Secreto responderam a relatos de disparos na Embaixada de Cuba. Uma pessoa foi detida por estar em posse de uma arma de fogo e munição sem registro e posse de um artefato com grande capacidade (de disparo)”, explicou o Serviço Secreto em comunicado.

O ataque não deixou feridos, e os agentes trabalham com a polícia da cidade para esclarecer os motivos do incidente, explicou a corporação, encarregada da segurança das sedes diplomáticas.

No Twitter, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, confirmou o “ataque armado cometido por um indivíduo não identificado” e ressaltou que é “responsabilidade dos estados proteger os diplomatas credenciados em suas instalações”.

“Não houve dano aos membros da missão, que estão seguros e protegidos, mas houve danos materiais ao edifícil resultantes do impacto dos tiros”, declarou o Ministério das Relações exteriores cubano.

A Embaixada de Cuba em Washington está localizada no bairro de Adams Morgan, no noroeste da capital americana.

“O governo de Cuba espera a correspondente investigação das autoridades americanas sobre a identidade e as motivações do autor desta agressão, assim como as circunstâncias que envolvem o fato”, expressou o ministério.

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Internacional

‘Nós voltaremos de alguma forma’, diz Trump em último discurso como presidente

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“O que fizemos foi incrível para qualquer padrão. Não fomos um governo comum”, afirmou Trump, quatro anos depois de assumir o cargo

Donald Trump discursou pela última vez como 45º presidente dos Estados Unidos, nesta quarta-feira, 20, na Base Aérea Andrews, depois de deixar a Casa Branca, em Washington D.C. “Nós voltaremos de alguma forma”, declarou o republicano a apoiadores. Ao lado da esposa, Melania, ele desejou “sorte” e “sucesso” ao novo governo. Joe Biden tomará posse ainda nesta quarta-feira como 46ª presidente do país.

“O que fizemos foi incrível para qualquer padrão. Não fomos um governo comum”, afirmou Trump, quatro anos depois de assumir o cargo.

Entre outras medidas tomadas durante o período em que foi presidente, o republicano destacou o corte de impostos corporativos realizado em 2017. “Espero que não aumentem seus impostos”, disse.

Trump ressaltou também o começo da vacinação contra a covid-19 no país e se vangloriou de a imunização ter sido desenvolvida em apenas nove meses. O republicano disse que a economia americana deve apresentar “bons números” nos próximos meses e pediu: “Lembrem de nós.”

Joe Biden venceu Donald Trump na eleição presidencial de 3 de novembro de 2020. O democrata conquistou 306 votos no Colégio Eleitoral e o republicano, 232. Em um pleito atípico, em meio à pandemia de covid-19, o recorde de votos por correio atrasou a contagem em Estados decisivos. O resultado só saiu em 7 de novembro, quando o democrata foi declarado vitorioso na Pensilvânia.

Trump, porém, não aceitou a derrota. O republicano recorreu aos tribunais, mas não conseguiu reverter o resultado da eleição. Sem apresentar provas, ele alegava fraude no pleito. No dia 6 de janeiro de 2021, quando o Congresso estava reunido em uma sessão conjunta para certificar a vitória de Biden, apoiadores de Trump invadiram o Capitólio para tentar impedir o processo. Depois do confronto, os extremistas foram retirados do prédio. A sessão, então, foi retomada e terminou na manhã de 7 de janeiro.

A invasão do Capitólio por seus apoiadores levou Trump a se tornar o primeiro presidente americano a sofrer impeachment duas vezes na Câmara dos Representantes. Em 13 de janeiro, o processo aberto contra o republicano por “incitação à insurreição” foi aprovado na Casa com 232 votos a favor, incluindo 10 republicanos, e 197 contra.

O segundo impeachment ainda não foi analisado pelo Senado, que rejeitou o primeiro, no começo de 2020.

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Internacional

Biden vai anunciar volta a Acordo do Clima e fim de muro com México

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Em suas primeiras horas, democrata deve assinar também vários decretos para fortalecer o combate à pandemia de covid-19

Em suas primeiras horas como presidente dos Estados Unidos, Joe Biden planeja assinar inúmeros decretos executivos para o combate à pandemia de covid-19 e derrubar algumas das decisões mais controversas de seu antecessor, Donald Trump, como a retirada do país do acordo climático de Paris.

De acordo com assessores do novo presidente americano, ele assinará 15 ações executivas depois de tomar posse nesta quarta-feira (20).

Em entrevistas, discursos e em até 49 memorandos divulgados durante a campanha eleitoral, Biden detalhou quais medidas aprovaria “em seu primeiro dia” na Casa Branca, descrito por ele como uma “batalha pela alma da nação” contra Trump.

As ações incluem a obrigação de uso de máscara em propriedades federais e o processo de reingresso dos Estados Unidos no acordo climático de Paris.

Entre uma série de ordens que tratam da imigração, Biden vai revogar a declaração de emergência de Trump que ajudou a financiar a construção de um muro na fronteira com o México e acabar com a proibição de viagens em alguns países de maioria muçulmana.

O momento da verdade chegou, e Biden terá que enfrentar quatro crises desde o primeiro dia: a pandemia, o consequente enfraquecimento econômico do país, a crise climática e o conflito sobre as desigualdades raciais e a violência nos EUA.

Estas são algumas das medidas que Biden tomará em seu primeiro dia na Casa Branca, de acordo com uma carta distribuída nos últimos dias por seu chefe de Gabinete, Ron Klain:.

Máscaras e alívio econômico contra a covid-19

– Biden pedirá aos americanos que usem máscaras em edifícios federais e em meios de transporte interestaduais como aviões e ônibus, um movimento que ampliará as restrições já impostas por governos estaduais.

– Estenderá uma medida para proibir despejos, o que beneficiará cerca de 25 milhões de americanos.

– Ordenará uma prorrogação da moratória sobre os pagamentos de dívida estudantil no país, beneficiando 43 milhões de americanos que devem, no total, US$ 1,7 trilhão.

– Biden pode começar a pressionar os congressistas para que aprovem um plano de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão destinado a acelerar a distribuição de vacinas contra a covid-19 e aliviar os efeitos econômicos da pandemia. Entretanto, não se espera que o Congresso comece a debater esse plano até o final de janeiro ou início de fevereiro.

Acordo de Paris

– O líder democrata assinará um decreto executivo para reintegrar os Estados Unidos, segundo país mais poluente do planeta, ao Acordo de Paris contra a mudança climática, do qual saiu oficialmente em 4 de novembro de 2020 por ordem de Trump.

Acabar com o veto muçulmano e reforma da imigração

– Biden acabará com o veto migratório aplicado por Trump, que afeta cidadãos de 11 países com populações muçulmanas significativas (Eritreia, Irã, Quirguistão, Líbia, Mianmar, Nigéria, Somália, Sudão, Síria, Tanzânia e Iêmen) e inclui restrições aos de Venezuela e Coreia do Norte.

– Enviará ao Congresso dos EUA uma ambiciosa reforma migratória que inclui um caminho para 11 milhões de imigrantes não legalizados obterem a cidadania americana, uma expansão da política de asilo e um plano para fortalecer a segurança nas fronteiras através do uso da tecnologia.

OMS e direito das pessoas transgênero

– Durante a campanha, Biden se comprometeu a usar seu primeiro dia no cargo para evitar que os EUA deixassem a Organização Mundial da Saúde (OMS), um processo iniciado por Trump e que está programado para entrar em vigor em julho de 2021. Entretanto, a equipe do presidente eleito não revelou se Biden planeja dar esse passo imediatamente após a chegada à Casa Branca.

– O líder democrata também prometeu que, no primeiro dia no poder, revogaria a proibição de Trump a transgêneros nas Forças Armadas e restauraria uma regra aprovada pelo ex-presidente Barack Obama para permitir que estudantes transgênero nas escolas públicas utilizem banheiros com base no gênero com o qual se identificam.

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