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Segurança

Homem é preso em flagrante com R$ 50 mil em notas falsas em Vila Velha

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O suspeito foi preso em flagrante no momento em que retirava o pacote com as cédulas em uma agência dos Correios no bairro Santa Mônica, em Vila Velha

Um homem foi preso em flagrante por aquisição de cédulas falsas na tarde desta sexta-feira (30), em Vila Velha. O dinheiro falso estava sendo enviado pelos Correios. O suspeito foi preso no momento em que tentava retirar a encomenda em uma das agências.

A prisão aconteceu após um trabalho conjunto entre Polícia Federal e Coordenação de Segurança Corporativa dos Correios no Espirito Santo. 

As investigações tiveram início após uma notícia crime ter sido repassada pela área de segurança dos Correios, a qual detectava um pacote destinado à Vila Velha e que nele teriam cédulas falsas.

Durante as investigações, foi descoberto que o investigado iria se apresentar no Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) dos Correios no bairro Santa Mônica, em Vila Velha, para retirar a encomenda. 

No local, o suspeito foi preso em flagrante. No interior do pacote foi encontrada uma grande quantidade de cédulas falsas distribuídas em notas de R$ 100, R$50 e R$ 20,. Todo o material foi apreendido.

O preso confessou o crime. Segundo ele, dentro do pacote havia aproximadamente R$ 50 mil em cédulas falsas.

Após a apreensão das notas foi observado que não se tratava de uma falsificação grosseira e, por isso seria capaz de enganar qualquer pessoa.

As cédulas foram adquiridas pela internet (por meio de um grupo de Whatsapp) e encaminhadas de outro estado. 

Agora, a investigação vai prosseguir com a realização da perícia das cédulas e do material apreendido.

O suspeito vai responder pelo crime de adquirir ou guardar cédulas falsas. A pena varia de três a 12 anos de prisão.

Lei sobre falsificação de cédulas

Art. 289 – Falsificar, fabricando-a ou alterando-a, moeda metálica ou papel-moeda de curso legal no país ou no estrangeiro:

Pena – reclusão, de três a doze anos, e multa.

§ 1º – Nas mesmas penas incorre quem, por conta própria ou alheia, importa ou exporta, adquire, vende, troca, cede, empresta, guarda ou introduz na circulação moeda falsa.

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Segurança

Ex-funcionário da Santa Casa de Vitória é preso por suspeita de desvio financeiro

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Homem trabalhava no setor de Recursos Humanos do hospital e é suspeito de desviar recursos por meio de funcionários fantasmas

Um homem suspeito de promover desvios financeiros enquanto trabalhava no setor administrativo da Santa Casa de Misericórdia de Vitória foi preso nesta sexta-feira (24) em Marechal Floriano, Região Serrana do Estado.

Ele foi encaminhado para o Complexo Penitenciário de Viana, conforme confirmado pela Secretaria de Estado da Justiça.

Fontes ligada à Santa Casa de Vitória revelaram que o investigado se apropriava dos repasses feitos para o hospital filantrópico, desviando essas quantias para o pagamento de funcionários fantasmas. 

A Polícia Civil informou que ainda não vai dar detalhes sobre a prisão, por isso o Folha Vitória não irá divulgar o nome dele. 

A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vitória confirmou, por nota, que “foram constatadas inconsistências na gerência de faturamento e que foram enviados à polícia todos os documentos disponíveis para apuração dos fatos”. 

A direção da instituição não quis, no entanto, detalhar quais seriam essas inconsistências e nem o valor que teria sido desviado.  

Suspeito apresentou diploma falso em 2015

O ex-funcionário da Santa Casa já foi alvo de investigação em janeiro de 2015 pelo Conselho Regional de Administração do Espírito Santo (CRA-ES). 

Ele foi indiciado junto ao Ministério Público Estadual por ter apresentado diploma falso de conclusão de curso de Administração para obter registro no CRA. 

Na época, ele atuava como gerente financeiro do Hospital Estadual Jayme Santos Neves.

Fonte: Folha Vitória.

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Segurança

Operação Maria da Penha prende 14 mil pessoas em todo o Brasil

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Ação conjunta entre estados, DF e União atendeu 127 mil mulheres vítimas de violência doméstica e instaurou  37 mil inquéritos 

Uma operação conjunta entre estados, Distrito Federal e União prendeu 14 mil pessoas por violência doméstica, descumprimento de medidas protetivas, dentre outros crimes contra a mulher. Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a ação atendeu mais de 127 mil mulheres em um mês, entre 20 de agosto e 20 de setembro deste ano. Os dados foram divulgados em entrevista coletiva, nesta sexta-feira (24), na sede do ministério, em Brasília.

“A operação teve o engajamento de diferentes instituições para qualificar o atendimento às vítimas, reforçar o cumprimento de medidas protetivas e conscientizar a população sobre a importância de denunciar as agressões. Os resultados mostram a importância de um olhar integrado para coibir casos de violência contra a mulher e prevenir a ocorrência de feminicídios”, afirma o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.

A Operação Maria da Penha, que carrega o mesmo nome da lei que garante a punição aos agressores, contou com a atuação de 108 mil profissionais das forças das seguranças estaduais que acompanharam mais de 40 mil medidas protetivas de urgência, em 35 mil diligências.

A partir disso, foram quase 37 mil inquéritos instaurados e 349 apoios prestados a oficiais de justiça para intimação das medidas protetivas de urgência. Essa é a primeira vez que os oficiais receberam apoio exclusivo de policiais para entregar esses mandados. Normalmente, isso só acontece por meio de solicitação do Judiciário.

No DF
Na capital federal, 224 pessoas foram presas e mais de 3.500 mulheres vítimas de violência doméstica foram atendidas. Além disso, foram expedidas 1.339 medidas protetivas de urgência. Ao todo, os policiais realizaram 1.012 diligências e 1.116 inquéritos foram instaurados.

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