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Brasil

Homem invade estúdios da Globo e faz repórter de refém

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Os funcionários da TV Globo enfrentaram uma situação tensa na tarde desta quarta-feira (10). Um homem invadiu os estúdios da emissora no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e fez a repórter Marina Araújo de refém. O suspeito carregava uma faca e pedia para encontrar Renata Vasconcellos, apresentadora do Jornal Nacional — a âncora celebra seus 48 anos de vida hoje.

As negociações teriam sido iniciadas Ali Kamel, Diretor Geral de Jornalismo da Rede Globo. A polícia foi acionada e o suspeito foi neutralizado e preso pelas autoridades. Ele ainda não foi identificado. Marina foi liberada após o caso. De acordo com informações do Metrópoles, o suspeitou largou a faca ao ver Renata nos estúdios: “A Renata apareceu e o cara soltou a faca, como combinado. Foi preso. Largou a faca e levantiu a blusa”, disse a fonte.

Após a repercussão do caso, a TV Globo enviou a seguinte nota:

Na tarde desta quarta-feira, um homem invadiu a sede da TV Globo, no Jardim Botânico, portando uma faca. Ele fez a repórter Marina Araújo refém. A segurança da Globo rapidamente agiu, isolou o local e chamou a PM. O comandante do 23° batalhão da corporação, coronel Heitor Henrique Pereira, compareceu à emissora e conduziu a negociação. O homem, que ameaçava a jornalista, liberou a repórter após alguns minutos. Marina e todos os funcionários que estavam no local não se feriram e passam bem. A Globo repudia com veemência todo tipo de violência. Foi obra de alguém com distúrbios mentais, sem nenhuma conotação política. Um homem que exigia ver a jornalista Renata Vasconcellos. Seguindo instruções do comandante Heitor, Renata compareceu ao local onde estava Marina e o invasor. Tão logo ele a viu, largou a faca e libertou Marina. Foi preso imediatamente. A TV Globo agradece à PM, ao coronel Heitor e a todos os policiais, cuja condução foi exemplar. Marina se comportou com coragem, serenidade e firmeza, sendo fundamental para o desfecho da situação. Renata foi corajosa, desprendida, solidária e absolutamente imprescindível para que tudo acabasse bem. As duas profissionais estão bem. E foram recebidas pelos colegas com carinho e emoção

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Brasil

Professora morre ao cair de costão quando fazia fotos em praia

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Acidente ocorreu no costão da Ponta do Vigia, em Penha. Moradora de Navegantes, Soliane Luiza, de 28 anos, foi tirada da água com vida, mas não resistiu.

A professora Soliane Luiza morreu ao cair do costão da Ponta do Vigia, em Penha, no Litoral Norte catarinense. Segundo informações dos Bombeiros Voluntários da cidade, o acidente ocorreu no domingo (17), quando a mulher fazia fotos em uma pedra na Praia Grande.

A moradora de Navegantes tinha 28 anos e estava fazendo um passeio em um dos pontos turísticos do município. Após despencar da pedra, ela foi arrastada por uma onda.

Por volta das 16h30, pessoas que estavam no local chamaram os guarda-vidas civis, que acionaram o apoio do helicóptero Arcanjo 3, do Corpo de Bombeiros. O trabalho foi dificultado pela proximidade com o costão e as fortes rajadas de vento.

A vítima foi retirada da água com a utilização de um equipamento chamado sling, que é uma espécie de cadeira com um cabo ligado à aeronave. Segundo os bombeiros, a mulher foi retirada do mar ainda com vida, com afogamento grau 6. Na areia da praia, foram realizados procedimentos para recuperação.

Após ser constatado a volta dos batimentos cardíacos, a vítima foi conduzida de ambulância até um campo de futebol, onde o helicóptero aguardava para levar a professora até o Hospital Marieta Konder Borhausen, em Itajaí.

No entanto, de acordo com os bombeiros, ao chegar no local da decolagem a vítima piorou e sofreu uma parada cardiorrespiratória, sendo constatado a morte no local às 18h30.

Moradora de Navegantes morreu após cair de uma pedra enquanto fazia fotos — Foto: Reprodução/ Redes sociais

Luto

Pelas redes sociais, uma unidade de ensino de Navegantes onde Soliane trabalhava lamentou a morte da professora.

“Sol era uma professora exemplar, dedicada, carinhosa e muito amada por todos. Por onde passava, encantava com sua alegria e iluminava com sua luz. Sol deixará um pedacinho dela aqui com cada uma de nós”, escreveu o Centro Educacional Paraíso Infantil Baby.

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Brasil

Empregado que se recusar a tomar vacina pode ser demitido por justa causa

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os cidadãos que recusarem a vacina estarão sujeitos a sanções previstas em lei

Após a Anvisa confirmar a aprovação para uso emergencial das vacinas CoronaVac e AstraZeneca neste domingo (17), já foi iniciada, oficialmente, a campanha de imunização no Espírito Santo e em todo o Brasil. A princípio, as primeiras doses serão aplicadas em profissionais de Saúde da linha de frente, idosos que vivem em asilos e indígenas.

Em meio a uma onda negacionista no Brasil em relação às vacinas, os brasileiros não podem ser obrigados a participar da campanha de imunização, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os cidadãos que recusarem a vacina estarão sujeitos a sanções previstas em lei, como multas e impedimentos de frequentar determinados lugares.

No âmbito da justiça trabalhista, o empregado que se recusar a tomar a vacina pode ser demitido por justa causa, já que estará trazendo riscos sanitários para os colegas. De acordo com o advogado especialista em Direito e Processo do Trabalho, Rafael Camargo Felisbino, a empresa pode demitir o funcionário em questão, mas é recomendável que haja uma tentativa de conversa antes de medidas mais definitivas.

“É possível dispensar a pessoa que se recusa a se vacinar por justa causa, já que é obrigação da empresa zelar pelo meio ambiente e pela saúde de seus empregados. A pessoa que se recusa a tomar a vacina coloca a saúde de todos os colegas em risco. Entretanto, é recomendável que a justa causa seja precedida de uma advertência ou suspensão, ainda mais se esta for a primeira recusa e o empregado em questão tiver um histórico bom na empresa”, explica.

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