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Internacional

Hospital chinês construído em dez dias começa a receber vítimas

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É o primeiro dos dois hospitais erguidos em poucos dias para atender pacientes infectados pelo novo tipo de coronavírus

Construído em meros dez dias, um hospital chinês dedicado a tratar pessoas infectadas pelo novo coronavírus em Wuhan, o epicentro da epidemia, começará a receber pacientes nesta segunda-feira (3), disse a mídia estatal.

A epidemia de um novo tipo de coronavírus que já infectou mais de 10 mil pessoas na China fez com que o país adotasse algumas medidas nunca antes vistas em casos parecidos: a construção de dois hospitais emergenciais em poucos dias, na cidade de Wuhan, epicentro do surto

O hospital Huoshenshan, ou “Montanha do Deus Fogo”, foi concebido para acolher 1.000 pacientes com infecções confirmadas para amenizar a falta de leitos em outros locais da cidade agora que o vírus está se disseminando.

A epidemia já matou 361 pessoas, contaminou mais de 17 mil na China e ao menos 171 no exterior. Há mais de 11 mil casos na província de Hubei, onde Wuhan se localiza, noticiou a televisão estatal nesta segunda-feira.

A construção do Huoshenshan se inspirou em um hospital erguido em Pequim em 2003 para o combate à SARS (síndrome respiratória aguda grave). Mais de 7.500 operários participaram do projeto a toque de caixa, que começou em 25 de janeiro e foi concluído neste final de semana.

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A China está construindo um segundo hospital de 1.600 leitos em Wuhan para tratar os pacientes com coronavírus. O Leishenshan, ou “Montanha do Deus do Trovão”, deve ser finalizado em 5 de fevereiro.

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Internacional

Homem é enterrado vivo após beber e desmaiar durante festival na Bolívia

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Victor Alvarez, de 30 anos, conseguiu escapar do caixão, que estava a 80 km de distância da festa; linha de apuração aponta para ritual

Um jovem de 30 anos afirmou que foi enterrado vivo depois de consumir bebidas alcoólicas com um amigo e ficar bêbado durante um tradicional festival em homenagem à Mãe Terra em El Alto, na Bolívia. 

Victor Hugo Mica Alvarez conseguiu escapar do caixão em que foi colocado, em Achacachi, a cerca de 80 km de distância do local do evento.

As autoridades investigam a possibilidade de o rapaz ter sido vítima de um ritual. O caso ocorreu na última sexta-feira (5), de acordo com o jornal britânico Daily Mail. 

“Ontem à noite foi a pré-entrada [da Villa Victoria], fomos dançar, sou guia, e não lembro mais. A única coisa que lembro é que pensei que estava na minha cama e me levantei para ir ao banheiro, mas não conseguia mais me mexer. Foi quando empurrei o caixão, que tinha um vidro, que se quebrou. A terra começou a entrar pelo vidro, e então eu consegui sair. Eles me enterraram”, declarou o rapaz ao diário Página Siete, de La Paz, capital boliviana.

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O Festival Madre Tierra conta com oferendas para Pachamama, a deusa da terra e da fertilidade na cultura dos povos indígenas dos Andes Centrais. Os bolivianos indígenas acreditam que a divindade “abre a boca” em agosto. Por isso, há quem ofereça a ela desde animais até doces. Existe a suspeita na região de que anciãos ainda oferecem seres humanos em segredo.

O jovem afirmou que havia uma estrutura montada no local em que foi enterrado. Assim que escapou, ele pediu ajuda a outro rapaz, que o levou a uma delegacia de polícia. No entanto, os agentes não acreditaram na versão de Álvarez, que procurou o jornal boliviano para fazer a denúncia e pedir ajuda com a investigação.

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Internacional

Piloto faz ‘o pouso mais baixo de todos os tempos’ em ilha grega

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O aeroporto da ilha de Skiathos (Grécia) é conhecido pela pista cuja cabeceira fica bem próxima ao mar, o que faz com que os aviões passem a poucos metros dos banhistas e curiosos que se reúnem ali para registrar as aterrissagens incomuns.

Só que um registro na semana passada em Skiathos capturou a aterrissagem mais radical já vista na ilha mediterrânea grega. O caso está sendo chamado de “o pouso mais baixo de todos os tempos”. Alguns chegaram a dizer que a passagem baixa do Airbus A321neo da Wizz Air desarrumou os cabelos das testemunhas.

“Quantos espectadores você acha que precisavam de calças novas?”, perguntou uma pessoa após assistir ao vídeo da aterrissagem mpostado no YouTube pela GreatFlyer.

Assista:

Devido à geografia da ilha, o aeroporto de Skiathos tem uma pista particularmente curta, o que significa que os pilotos precisam se aproximar mais baixo do que fariam em pistas mais longas.

Os observadores de aviões gostam particularmente desse local, pois lhes dá uma visão de perto dos jatos. Situação semelhante é verificada no aeroporto de Saint Martin, ilha francesa no Caribe.

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“As companhias aéreas de baixo custo (como a Wizz Air) operam com tempos de resposta curtos, se você superaquecer os freios você atrapalha o cronograma do avião”, afirmou um internauta.

Para outro, o piloto pode ter pregado uma peça nas pessoas que se reuniam no local, apesar dos alertas de perigo:

“Vamos apenas dizer que não sabemos por que o avião acabou tão assustadoramente baixo em uma abordagem bastante rotineira.”

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