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Medicina e Saúde

Hospital Evangélico de Vila Velha terá primeiro laboratório de inovação hospitalar do Espírito Santo

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O Evangélico LAB foi lançado nesta quarta-feira (21) e vai estimular a cultura de inovação buscando aprimorar cada vez mais o atendimento

O Espírito Santo acaba de ganhar um novo laboratório de inovação: a plataforma Evangélico LAB. O lançamento foi na manhã de hoje (21), no HUB da Fucape Business School, e reuniu a diretoria da Associação Evangélica Beneficente Espírito-Santense (Aebes), instituição responsável pela administração do Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV), e gestores da unidade hospitalar.

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O evento de lançamento também contou com representantes e parceiros do ecossistema digital capixaba. A palestra de abertura foi de Bianca Rodrigues Souza, Innovation Champion da Tata Consultancy Service. Durante o bate-papo, ela destacou que “a inovação em saúde é uma tendência crescente que ganhou impulso ainda maior com a pandemia da Covid-19, por conta da necessidade da busca de soluções rápidas”.

Aridelmo Teixeira, fundador da Fucape Business School, também participou do evento contando a experiência do HUB e enfatizou que “levar a inovação para dentro da organização é o caminho para melhorar o atendimento aos clientes e a qualidade de vida dos colaboradores”. O outro palestrante foi Hiatha Anderson, analista de Inovação do Vix Labs e Vix Logística, que abordou a experiência do Grupo Águia Branca na área de inovação.

Primeiro hospital filantrópico a ter um laboratório de inovação no Espírito Santo, o HEVV lançou a iniciativa com a missão de fomentar a cultura da inovação entre suas equipes e o desenvolvimento de projetos que promovam melhorias que resultem em benefícios para os pacientes.

“O Evangélico LAB foi criado com o objetivo de suscitar ideias inovadoras para a melhoria da qualidade do atendimento, atrelado à nossa missão de promover saúde e conhecimento com inovação”, relata Drª Elimar Ponzzo Dutra Leal, gerente do Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação do HEVV.

Ela também acrescentou que o hospital terá uma plataforma de ideias acessível a todas as equipes e qualquer colaborador poderá propor inovações para contribuir com melhorias nos processos e serviços.

Para o presidente da Aebes, pastor Rodrigo André Seidel, o lançamento do Evangélico LAB representa mais um importante passo na história da instituição. “Vivemos em um mundo que precisa de criatividade e inovação. É um passo grandioso para que o hospital possa continuar com a missão de promover atendimento de qualidade aos capixabas. Tudo isso é fruto de um trabalho em equipe e todos estão muito bem preparados e conscientes dos desafios, cientes do que esse projeto representa para o Hospital Evangélico de Vila Velha”, explica.

A superintendente da Aebes, Sirlene Motta, enfatizou que a inovação é um dos pilares de sustentabilidade da associação e faz parte do planejamento estratégico. “A inovação já faz parte da nossa história e o Evangélico LAB vem para reforçar essa prática”, pontua.

Sobre o Hospital Evangélico

Fundado em 1972, a história do Hospital Evangélico de Vila Velha começa anos antes, em 1956, quando começou a ser idealizado pelas igrejas Batista, Cristã Evangélica Casa de Oração, Evangélica de Confissão Luterana, Metodista, Presbiteriana do Brasil e Presbiteriana Unida, que compõem a Aebes. A unidade conta com uma equipe multidisciplinar e é referência em urgência e emergência cardiovascular e habilitado em alta complexidade nas especialidades: Cardiovascular, Oncologia, Nefrologia e Transplantes (rim, córnea, coração, ossos e tecidos), Oftalmologia, Bariátrica e Neurocirurgia. Hospital Evangélico de Vila Velha foi o primeiro hospital filantrópico capixaba a conquistar classificação máxima em gestão hospitalar: a certificação de excelência ONA nível 3.

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Medicina e Saúde

Estudos revelam 21 maneiras de diminuir o risco de Alzheimer

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Múltiplas medidas de prevenção foram listadas após a realização de duas meta-análises, divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry e citadas pela CNN, que analisaram várias pesquisas sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de Alzheimer – aquele que é o tipo mais comum de demência.

A ingestão excessiva de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e um regime alimentar pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidade, diabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

O estudo sublinhou que há um maior risco de ocorrência de quadros de demência em pessoas negras, em asiáticos, grupos marginalizados e em populações economicamente desfavorecidas.

A meta-análise analisou 395 estudos prospectivos observacionais e ensaios clínicos randomizados.

Os acadêmicos determinaram que dois terços das intervenções mais promissoras focavam-se em alterações simples no quotidiano que levam a uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para patologias cardíacas, como pressão alta e elevados níveis de colesterol ‘mau’ (LDL’. 

1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes. 

2. Manter o peso num nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25. 

3. Obter o máximo de habilitações acadêmicas a partir da infância. 

4. Evitar traumatismo craniano (como concussões). 

5. Manter-se cognitivamente ativo lendo e aprendendo continuamente coisas novas. 

6. Evitar ou controlar a depressão.

7. Gerir o estress.

8. Tratar a hipotensão ortostática (sensação recorrente de tontura ao se levantar). 

9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos. 

10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e usar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral ligado à memória).

11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica). 

12. Praticar exercício físico. 

13. Gerir a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular). 

14. Comer alimentos ricos em vitamina C ou tomar suplementos.

15. Reduzir a exposição à poluição do ar e a fumaça passiva do tabaco.

16. Evitar o abuso de álcool.

17. Evitar o hábito de fumar.

18. Dormir horas adequadas.

19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa. 

20. Evitar a toma de medicamentos para demência como prevenção. 

21. Combater a pobreza e a discriminação racial.    

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Medicina e Saúde

Beber esta quantidade de café por dia eleva risco de demência, diz estudo

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Uma nova pesquisa realizada por um grupo de investigadores da University of South Australia sugere que beber muito café pode ser nocivo para a saúde cerebral
No maior estudo do gênero feito até ao momento, pesquisadores apuraram que a ingestão excessiva de café está associada a um maior risco de desenvolvimento de alterações neurológicas prejudiciais e de demência, reporta um artigo publicado no site News Medical Life Sciences.

Uma equipe de cientistas da University of South Australia analisou os registos médicos de mais de 17 mil voluntários registrados no UK Biobank, uma base de dados médicos de cidadãos britânicos.

Consequentemente, os investigadores discerniram que os indivíduos que consumiam sete ou mais xícaras de café diariamente, apresentavam uma predisposição mais elevada de até 53% de virem a sofrer de demência.

Kitty Pham, neurocientista e líder do estudo, afirma que o novo estudo é extremamente relevante para a saúde pública.

A demência é uma condição degenerativa do cérebro que afeta a memória, o raciocínio, comportamento e a habilidade de executar tarefas simples do dia-a-dia. Sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em todo o mundo mais de 50 milhões de indivíduos sofram da patologia.

“Tendo em conta todas as variáveis possíveis, descobrimos através da análise de múltiplas evidências que o consumo excessivo de café estava significativamente associado a uma redução notória no volume cerebral”, disse Pham.

“Ou seja, beber mais de seis chávenas de café por dia pode colocá-lo em risco de doenças cerebrais, como demência e AVC’s”, concluiu. 

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