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Política Nacional

Huck recebe Mandetta para discutir aliança na eleição de 2022, diz jornal

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Apresentador articula candidatura

O apresentador de televisão Luciano Huck e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) se encontraram em novembro para discutir a formação de uma aliança para as eleições de 2022.

A informação foi divulgada nesta 2ª feira (7.dez.2020) pelo jornal Folha de S.Paulo. Eles se reuniram na casa do apresentador no Rio de Janeiro.

A reunião faz parte das articulações de Huck para formar uma aliança de centro-direita para a próxima eleição presidencial.

De acordo com a reportagem, Huck e Mandetta chegaram à conclusão de que as derrotas do PT e do bolsonarismo nas eleições municipais “reforçam o espaço para uma 3ª via”.

Nesse domingo (6.dez), ACM Neto, prefeito de Salvador (BA) e presidente do DEM, partido de Mandetta, disse que a sigla está dividida sobre a estratégia a ser adotada em 2022.

Segundo ele, o DEM cogita apoio aos nomes de Huck, do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), do ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT) e até do presidente Jair Bolsonaro.

O DEM não está fechado com Doria como não está fechado com Huck nem com ninguém. Estamos absolutamente abertos à construção para 2022“, afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Levantamento da empresa Paraná Pesquisas divulgado na 6ª feira (4.dez) indica que Bolsonaro lidera as intenções de voto na disputa pela Presidência da República em 2022. O chefe do Executivo está na frente em todos os cenários de 1º turno, com percentuais que variam de 32,9% a 35,8%. 

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Política Nacional

Senador pede para CPI da covid investigar também prefeitos e governadores

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Senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresenta requerimento, Bolsonaro defende a medida.

O senador Alexandro Vieira (Cidadania-SE) protocolou neste sábado (10.abr.2021) pedido para a Mesa Diretora do Senado ampliar o alcance da CPI (comissão parlamentar de inquérito) que irá investigar responsabilidades por atos praticados pelo governo federal no combate à pandemia.

O pedido de Vieira é para que a comissão apure também eventuais irregularidades na gestão de recursos federais destinados ao enfrentamento do coronavírus por prefeitos e governadores.

“Assim como as competências, as responsabilidades são também distribuídas. Dessa forma, não cabe, a nosso ver, instituir uma comissão parlamentar de inquérito para proceder à investigação da atuação dos órgãos estatais diante da pandemia do covid-19 e limitar o seu escopo exclusivamente aos agentes públicos federais. Trata-se de um sistema nacional e assim deve ser avaliado”, disse Vieira em nota divulgada por sua assessoria.

A CPI da covid deve ser instalada no Senado na 3ª feira (13.abr), quando está marcada a próxima sessão da Casa. A medida atende a decisão proferida na 5ª feira (8.abr.2021) pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso.

O ministro concedeu liminar (decisão provisória) ordenando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a instalar a CPI da Covid.

A instalação do colegiado foi apoiada por 30 senadores que assinaram requerimento apresentado em 15 de janeiro ao então presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Pacheco, ao assumir o cargo, não levou o tema adiante. Barroso considerou que Pacheco não poderia se opor à criação da CPI por “conveniência e oportunidade políticas”.

Alessandro Vieira é líder do bloco Senado Independente, que congrega Cidadania, PDT, Rede e PSB. A inclusão de prefeitos e governadores no rol de “alvos” da comissão atende a desejo do presidente Jair Bolsonaro, que vê na CPI uma forma de “tumultuar” o governo.

Ainda neste sábado (10.abr), Bolsonaro disse: “Quer fazer justiça? Quem sumiu com o dinheiro, fui eu? Era pra preparar a rede hospitalar, quantos prepararam? Se é pra fazer CPI, é todo mundo”.

A ampliação da CPI conforme pede Alessandro Vieira pode intimidar movimentações para tentar esvaziar a comissão. Aliados do governo Bolsonaro falaram nos últimos dias em tentar retirar assinaturas do requerimento que pediu a instalação do colegiado. Rodrigo Pacheco disse na 6ª feira (9.abr) que não moverá “um milímetro” para atrapalhar a comissão.

Mas outro ponto de interrogação ainda paira sobre a CPI. Por causa da pandemia, nenhuma comissão parlamentar de inquérito pôde funcionar. A CPI das fake news, por exemplo, está parada desde o 1º semestre do ano passado. Aliados do governo podem pisar nessa tecla para barrar seu funcionamento.

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Política Nacional

Maia vê plano de ir para MDB naufragar e agora tenta PSDB

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Plano para migrar do DEM ao MDB naufragou há cerca de duas semanas

Rodrigo Maia está em conversas avançadas para ingressar no PSDB.

O plano para migrar do DEM para o MDB naufragou há cerca de duas semanas, quando o ex-presidente da Câmara se reuniu com políticos cariocas que planejam acompanhá-lo na saída do DEM.

Muitos deles, como Eduardo Paes, eram do MDB e deixaram o partido quando seus principais quadros no Rio, Sérgio Cabral e Jorge Picciani, foram presos.

O grupo deixou claro a Maia que voltar ao MDB seria inviável. No PSDB, Maia deverá controlar o diretório estadual e ter assento no nacional.

Dessa maneira, influiria na escolha do partido sobre 2022.

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