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Segurança

Idoso morre cinco dias após ser agredido pelo filho por causa de galinha

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O suspeito foi detido, mas acabou sendo liberado porque, segundo a polícia, já havia passado o período de flagrante

Um idoso de 66 anos morreu dias após ser agredido pelo filho durante uma briga por conta de uma galinha, no quintal de casa, em Bela Vista, Cariacica.

Após as agressões, que aconteceram há uma semana, ele ficou dias de cama, e quando resolveu ir ao hospital, acabou morrendo. 

Imagens registraram o momento em que o filho de 42 anos foi detido em casa, por policiais do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa. Ele acabou liberado pois já havia passado o período de flagrante.

Segundo a polícia, a confusão toda começou porque o pai teria acusado o filho de furtar algumas galinhas que ele criava no quintal. Com isso, eles começaram a brigar, entraram em luta corporal e o pai acabou sendo agredido com socos e pauladas.

Depois disso, ele ainda saiu, bebeu e quando voltou estava com dores. Ele ficou cinco dias de cama e só no sábado (27), quando uma filha dele chegou no local, foi socorrido para um hospital, mas acabou morrendo no domingo (28).

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O filho, de acordo com a família, é usuário de drogas e vive sozinho em uma casa na parte debaixo do quintal onde ficam as galinhas. Há algum tempo, ele passou a levar outros usuários e moradores de rua para casa. O fato irritou ainda mais o pai, que durante a briga, quebrou as paredes da residência.

Na manhã desta segunda-feira (29), havia uma pessoa dormindo na casa do filho, mas ele não estava no local. 

Familiares contaram à equipe de reportagem da TV Vitória/Record TV, que após a morte do pai, o homem acabou sendo agredido por populares e está bastante machucado.

A polícia registrou o caso, que será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa de Cariacica.

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Segurança

Corpo com sinais de estrangulamento é encontrado dentro de saco plástico em Viana

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O corpo estava dentro de um saco plástico preto. A vítima é um homem que estava sem documentos e, por isso, ele ainda não foi identificado pela polícia

Um corpo foi encontrado nas proximidades da estação de tratamento de esgoto do bairro Arlindo Vilaschi, em Viana, na madrugada desta sexta-feira (19). A situação chamou a atenção de quem passava pela região.

O corpo estava dentro de um saco plástico preto. A vítima é um homem que estava sem documentos e, por isso, ele ainda não foi identificado pela polícia.

Segundo a polícia, o corpo foi encontrado por volta das 5 horas desta sexta, por moradores que passavam na região. O homem teve as pernas cortadas e o criminoso teria tentado estrangular a vítima com uma camisa.

A Polícia Militar e a perícia da Polícia Civil foram acionadas e estiveram no local, mas a motivação do crime ainda é um mistério.

O corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória e o caso será investigado.

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Segurança

Operação contra corrupção e tráfico de drogas cumpre mandados no ES

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Ao todo, estão sendo cumpridos dois mandados de prisão e 31 mandados de busca e apreensão em casas, empresas e escritórios

A Receita Federal e a Polícia Federal deflagraram, na manhã desta quarta-feira (17), a Operação Ártemis, com o propósito de desarticular possível organização criminosa composta por agentes públicos, empresários e relacionados, que tinha por finalidade a suposta prática de crimes relacionados ao comércio exterior, corrupção, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão e 31 mandados de busca e apreensão em residências, empresas e escritórios, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, dos quais 26 desses apontam para empresários e outras pessoas relacionadas. 

Além de Vitória, no Espírito Santo, as ações ocorrem nos municípios do Rio de Janeiro e Itaguaí, no Rio de Janeiro, Santos e São Vicente, em São Paulo, Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Maceió, em Alagoas.

Na Receita Federal, a investigação foi conduzida por sua Corregedoria e teve início em 2020, a partir das ações corretivas coordenadas no Porto de Itaguaí pela Superintendência da Receita Federal na 7ª Região Fiscal (RJ/ES).

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Por parte da Receita Federal, a operação tem a participação de 25 auditores-fiscais e 23 analistas tributários, e conta com o apoio de duas equipes especializadas: a Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Superintendência da 7ª Região Fiscal e a Equipe Nacional de Pronta Resposta.

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