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Idosos que têm vida de oração sentem maior bem-estar, afirmam pesquisadores

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As pessoas mais velhas que se sentem próximas de Deus têm uma sensação de bem-estar maior

Pessoas que envelhecem mais apegadas a Deus são mais propensas a ter uma sensação de bem-estar, segundo da Baylor University.

O estudo, publicado no Journal of Aging and Health, indica que quanto mais as pessoas oram, maior sua sensação de bem estar. Por outro lado, aqueles que se estão mais distantes de Deus não recebem o mesmo benefício.

Para o estudo, os pesquisadores definem a sensação de bem-estar com base em três pontos: otimismo, autoestima e contentamento com a vida. Eles descobriram que para todas elas, existe uma relação entre a comunhão com Deus e a oração.

“A oração pode estar associada ter a mais ou menos bem-estar, dependendo de como você percebe Deus”, disse o pesquisador Blake Kent, doutor em sociologia da religião. “Em poucas palavras, os benefícios psicológicos da oração parecem depender da qualidade do relacionamento de uma pessoa com Deus.”

O estudo de Kent e principal autor, Matt Bradshaw, Ph.D., professor assistente de sociologia na Faculdade de Artes e Ciências, descobriu que a maneira como a pessoa percebe a Deus também influencia em seu bem-estar.

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“Deus é visto como alguém que dá segurança e proteção? Então a oração parece ter um benefício positivo. Deus é visto como alguém distante, ou mesmo não confiável? Então pode ser uma história diferente”, disse Kent. 

“Quando você não consegue confiar em Deus, a oração não é associada à confiança nos cuidados Dele, mas à incerteza e ansiedade. Há uma percepção geral de que a oração é automaticamente boa para o seu bem-estar. Isso pode não ser o caso para todos, porque tal percepção pressupõe que Deus irá responder e que é confiável. Mas muitas pessoas não experimentam Deus dessa maneira”, avalia o pesquisador.

Percepção de Deus

Bradshaw e Kent analisaram dados da Pesquisa Nacional de Religião, Envelhecimento e Saúde dos Estados Unidos. Os 1.024 entrevistados tinham pelo menos 65 anos.

Bradshaw e Kent observaram que a percepção de Deus como amoroso é importante entre os idosos que lidam com problemas de saúde, discriminação por idade, perda de amigos e talvez perdas financeiras devido à aposentadoria. 

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Além disso, muitos idosos querem acertar as coisas e obter resolução em suas vidas pessoais com familiares e amigos, à medida que envelhecem.

“Nós argumentamos que isso também ocorre no relacionamento com Deus”, escreveram eles. “Um Deus amoroso e solidário que também é onipotente, onipresente e onisciente pode fornecer considerável conforto, segurança e resiliência aos crentes que estão se aproximando do fim de suas vidas”.

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Malafaia defende Magno Malta e critica ministros do STF

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Pastor desafiou os ministros do STF a moverem algum processo contra ele

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), criticou os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), devido ao processo movido contra o ex-senador Magno Malta.

Magno Malta acusou o ministro Barroso de bater em mulher durante um evento, o que levou a apresentação de uma queixa-crime na Corte contra o ex-senador, que afirmou ter provas de que o ministro do Supremo praticou o crime.

“Magno Malta quando era senador, no plenário do Senado, abriu a boca dizendo que para Barroso ser ministro do STF, o processo de acusação de que ele bateu em mulher foi arquivado em tempo recorde”, lembrou o pastor Silas Malafaia.

De acordo com Malafaia, naquela época Barroso não fez nada contra o então senador, mas agora o ministro decidiu ingressar contra ele no Supremo, mesmo que Malta não tenha foro privilegiado, o que demonstra desrespeito ao processo legal, na visão do pastor.

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“Barroso não moveu nada contra Magno Malta [naquela época]. Passaram-se anos [e] agora, numa palestra, Magno Malta repete a história”, disse.  “Sabe o que Barroso faz? [Ele] encaminha uma queixa-crime para o ditador-mor da toga, [ministro] Alexandre de Mores”, continuou.

O pastor questiona a ação, lembrando que o ministro deveria ter ingressado então na primeira instância. Malafaia disse que o processo é uma “aberração” e que Malta deveria denunciar os ministros a Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

“Isso é uma aberração, isso é uma afronta. Se eu sou Magno malta, eu não respondia nada, eu entrava na Comissão Interamericana de Direitos Humanos e fazia uma denúncia. O devido processo legal jogado no lixo”, disse.

“Barroso, você é um cínico, cretino e covarde. Eu queria que alguém encaminhasse uma notícia contra mim pra ver se eu dava resposta. Ia ter que me prender pra ter uma balbúrdia nesse país pra esses caras caírem”, continuou.

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Ao sair do coma e ficar sem memória, mulher relata: ‘Deus falou comigo claramente’

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O testemunho de Marcy Gregg é uma lição do quanto o cristão precisa aprender a confiar em Deus, mesmo nas circunstâncias onde falta compreensão sobre o motivo das coisas. Ela relatou a sua experiência pessoal com Deus após ter saído de um coma e perdido boa parte das suas memórias.

Marcy Gregg vive no Texas, Estados Unidos. Cristã, ela teve uma vida normal, estudando e se casando logo após a sua formação na universidade, até que engravidou e teve filhos. Foi durante a terceira gestação, porém, que a sua vida teve uma mudança radical.

“Quando fui ao hospital para ter nosso terceiro bebê, contraí meningite espinhal bacteriana pneumocócica. Eu tive o bebê e, 36 horas depois, fiquei muito doente e entrei em coma”, disse ela.

Em coma e com a doença não respondendo ao tratamento, os médicos chegaram a ligar para o esposo de Marcy, esperando o pior. “Mas nosso pastor estava vindo para a cidade e Deus falou com ele, e lhe disse para ir orar por mim para que eu não morresse”, contou ela.

De fato, após duas semanas em coma, Marcy acordou. Ela disse que “até os médicos – que não eram crentes – disseram que era um milagre” o que havia acontecido, pois eles não acreditaram na sua recuperação, dado à gravidade do seu estado.

Sem memórias

Apesar de ter saído do coma, Marcy notou que não havia reconhecido ninguém e que não se lembrava de nada do que havia acontecido após os seus 17 anos de idade. Na época, no hospital, ela estava com 30 anos.

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“[Os médicos] realmente acreditavam que tudo voltaria quando o inchaço no meu cérebro diminuísse. Eles ficavam dizendo: ‘Suas memórias vão voltar. Vai ficar tudo bem’”, disse ela.

Contudo, as memórias de Marcy não retornaram. Nem mesmo dos filhos ela se lembrava. Apenas seu esposo, que havia conhecido aos 17 anos, ela sabia quem era, apesar da aparência diferente.

“Fingi que me lembrava para sair do hospital e voltei para casa para uma vida que não conhecia. Foram sete anos muito difíceis e sombrios. Não processei bem e fiquei muito zangada com Deus. Ele me curou fisicamente, mas mentalmente, meu cérebro não estava certo e eu sabia disso.”

Visão de Deus

Devido à tristeza pela falta das memórias, Marcy passou a ingerir álcool com frequência, até se tornar alcoólatra. Ela disse que buscava esquecer a sua incapacidade de recordar os momentos vividos após os 17 anos.

Apesar da sua revolta contra Deus, Marcy contou que o Senhor agiu sobrenaturalmente em sua vida, mais uma vez. “O primeiro milagre aconteceu em um quarto de hospital; o segundo milagre aconteceu no meu quintal”, disse ela.

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“Estávamos assistindo TV em família e eu peguei nosso cachorro para passear. Enquanto eu estava voltando para a garagem, tropecei e caí quando ele se lançou atrás de um coelho”, conta.

“Quando me levantei, tive uma visão perfeita da minha casa. E lá estava minha família, bem onde eu estava sentada – meu marido estava segurando minha filha, e os meninos estavam todos ao redor nos sofás… Deus falou comigo direta e claramente”, lembra Marcy.

“Ele [Deus] disse: ‘Foi para isso que eu te salvei: o futuro, não o passado. E por mais que aquele pai ame seus filhos, eu amo você. E assim como aquele pai está segurando sua filha, eu estou segurando você, mas você deve confiar em mim”, diz a mulher.

Marcy, então, entendeu que Deus estava lhe dando uma lição de dependência e confiança. A partir daí, ela largou a dependência do álcool e passou a aceitar tudo o que estava acontecendo.

“Fui para o quintal e caí de joelhos. E disse: ‘Senhor, eu desisto. Não vou mais lutar com você. E eu entreguei minha vida… eu soube naquele momento que o plano dele para mim, mesmo sem minhas memórias, era melhor do que o meu plano para mim”, conclui ela, segundo o Premier Christian News.

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