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Mundo Cristão

Igreja Deus é Amor sofre tentativa de golpe de R$ 194 milhões

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A Igreja Deus é Amor procurou a polícia e o Judiciário relatando ter sido alvo de uma tentativa de um golpe milionário em Gilbués, cidade de cerca de 10 mil habitantes no interior do Piauí.

De acordo com o relato feito pela Igreja, com base em documentos falsos, golpistas entraram com um processo na Justiça do município, localizado a cerca de 770 km de Teresina, cobrando uma suposta dívida de R$ 194 milhões.

A dívida, segundo o processo, seria referente à compra de duas fazendas no interior do Estado, em 2014, uma de 12 mil hectares e outra de 9.800.

Antes que a Deus é Amor pudesse se manifestar na ação, a Justiça de Gilbués determinou o bloqueio de R$ 194 milhões das contas bancárias da igreja. Na sequência, ordenou a penhora de 10% dos valores bloqueados. Cerca de R$ 5 milhões chegaram a ser transferidos para outra agência bancária.

A Igreja, fundada em 1962 pelo missionário David Miranda (que morreu em 2015 aos 79 anos), soube da ordem de bloqueio pelo Banco do Brasil e, assustada com os valores envolvidos, procurou a polícia relatando a tentativa de fraude.

“O contrato é falso”, afirmou à polícia e à Justiça. “A Igreja Pentecostal Deus é Amor nunca, jamais, em tempo algum, firmou o instrumento contratual executado, tampouco recebeu a posse de qualquer fazenda.”

Misteriosamente, depois que a polícia e a Justiça foram acionadas pelos advogados da igreja, o autor do processo solicitou a extinção da cobrança alegando “questões de foro íntimo”.

A ordem de bloqueio foi revogada. Nenhum valor chegou a ser sacado.

Não se sabe ainda se a pessoa que assina o processo tem, de fato, envolvimento no caso. É possível que os golpistas tenham usado indevidamente seu nome, por meio de documentos pessoais falsificados, para tentar viabilizar a fraude.

Não se sabe sequer ainda se as fazendas existem realmente.

A Justiça de Gilbués solicitou ao Ministério Público que também investigue o caso.

A coluna não conseguiu localizar a pessoa citada como autora do processo.

A igreja não concedeu entrevista.

Com aproximadamente 1,1 milhão de fiéis, a Deus é Amor possui mais de 22 mil igrejas no Brasil e tem filiais em 136 países.

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Mundo Cristão

Leitura da Bíblia reduz depressão e ansiedade, comprova pesquisa

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Uma pesquisa da Sociedade Bíblica Americana (ABS, na sigla em inglês) revelou que a leitura da Bíblia reduz a depressão e a ansiedade. Agora, os pesquisadores da ABS querem auxiliar as igrejas a lidarem com o impacto emocional da pandemia através de um estudo bíblico sobre trauma.

De acordo com o Centro de Prevenção e Doenças dos EUA, a porcentagem de americanos adultos com algum tipo de transtornos depressivos e sintomas de ansiedade aumentou durante a pandemia, entre o verão de 2020 e a primavera de 2021.

A diretora executiva de cura de traumas da Sociedade Bíblica Americana, Nicole Martin, afirma que os impactos da pandemia na saúde emocional das pessoas irão perdurar mesmo com o fim da pandemia. “Veremos esse nível de trauma por muitos anos. Não vai simplesmente passar quando todos forem vacinados e todos tiverem permissão para sair”, alertou.

É por isso, que a ABS pretende capacitar as igrejas para ajudar pessoas traumatizadas pelo isolamento social, luto e estresse financeiro da pandemia, através dos resultados de sua pesquisa realizada com homens e mulheres encarcerados da Cadeia Regional de Riverside, na Virgínia.

“À medida que os Estados Unidos passam por uma crise de saúde mental, este estudo mostra os benefícios potenciais do cuidado sensível à fé para pessoas traumatizadas. A Bíblia tem se mostrado uma fonte vital para a cura emocional, espiritual, física e mental”, afirmou disse Robert L. Briggs, presidente da ABS.

O estudo avaliou a eficácia do programa de estudo bíblico “Curando as feridas do trauma”, aplicado na Cadeia de Riverside. 210 homens e mulheres participantes do programa e outros 139 presos não participantes responderam a pesquisa da ABS.

Os resultados apontaram que o grupo que passou pelo programa teve queda nos sentimentos de ansiedade, depressão e raiva e tinham menos pensamentos suicidas. Os participantes do estudo bíblico também experimentaram um aumento nos sentimentos de perdão, resiliência e compaixão.

Os pesquisadores do estudo disseram que se surpreenderam com os resultados imediatos após o programa, porque esperavam que os resultados surgiriam com maior intervalo de tempo.

“Vimos uma redução nos sintomas de estresse pós-traumático, um aumento no bem-estar emocional e uma melhora nas atitudes em relação a Deus e à Bíblia”, disse Johnson, um dos pesquisadores.

Johnson observa que os resultados da pesquisa pode não ser tão clara na população em geral, já que os presos passam por mais traumas e estão em contextos diferentes. Porém, o pesquisador pondera que o programa não foi projetado especificamente para as prisões, e assim, ele espera ver o estudo bíblico sobre o trauma ter impactos semelhantes em todas as pessoas.

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Mundo Cristão

Neurocientistas criam experimento para provar que “Deus está no cérebro”

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O “capacete de Deus” foi refutado pelo especialista Brad Sickler: “Experiências não podem ser fabricadas”

Brad Sickler, professor de filosofia e diretor do programa de Master of Arts em estudos teológicos da University of Northwestern, observou como alguns pesquisadores tentaram usar a neurociência para explicar experiências religiosas.

“Alguns tentam associar experiências que parecem ao sujeito um encontro com um ser divino ou sobrenatural através da manipulação do cérebro, por meios físicos ou químicos”, escreveu Sickler em um artigo intitulado “Deus está totalmente no cérebro?”, publicado pelo site de teologia DesiringGod.

O experimento chamado “Capacete de Deus”

Trata-se de um capacete de snowmobile que foi equipado com solenóides [tipo de eletromagneto que gera um campo magnético através de correntes elétricas], que é colocado sobre a cabeça da pessoa para expor o cérebro a campos magnéticos de baixo nível. 

Robert Persinger, autor do experimento “Capacete de Deus”, observou que as sensações das pessoas são semelhantes a encontros com pessoas divinas relatadas nas tradições religiosas. 

Persinger é neurocientista da Laurentian University em Ontário, Canadá e conduziu experimentos na década de 1980 com o objetivo de estimular experiências espirituais no cérebro usando campos magnéticos.

“É amplamente aceito que não existe um “ponto de Deus” no cérebro, mas há consenso entre alguns neurocientistas céticos de que deve haver algo no cérebro que explica a religiosidade. Eles dizem que Deus está todo no cérebro”, explicou Sickler. 

“Experiências não podem ser fabricadas”

Sickler enfatizou que esse tipo de experimento não deve trazer preocupação entre os cristãos e disse que há contrastes óbvios entre o experimento de Persinger e as experiências registradas nas Escrituras.

Ele esclarece que nada produzido sob condições controladas se assemelha às experiências relatadas na Bíblia. “Esse tipo de experiência com Deus não pode ser fabricada”, escreveu e depois disse que os estudos da neurociência de experiências religiosas lançam pouca ou nenhuma luz sobre a realidade espiritual.

Em 2004, Pehr Granqvist da Universidade de Uppsala liderou um grupo de pesquisadores suecos que trabalhavam em uma versão do estudo Persinger, na qual nem os experimentadores nem os participantes sabiam quem estava recebendo os campos magnéticos em seus capacetes.

Como resultado, de acordo com um relatório da Nature, os pesquisadores suecos não encontraram nenhuma conexão entre os campos magnéticos e as experiências religiosas, parecendo refutar Persinger. Em sua defesa, Persinger disse à Nature, quando contestou os resultados do estudo sueco, que eles não conseguiram reproduzir adequadamente sua pesquisa.

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