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Mundo Cristão

Igreja Luterana dos EUA elege seu primeiro bispo transgênero e recebe críticas

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Um homem transexual foi ordenado ao episcopado pela Igreja Luterana da América e tornou-se a primeira pessoa transgênero a ocupar essa função na denominação.

A Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA, na sigla em inglês) empossou Megan Rohrer como o primeiro bispo abertamente transgênero a servir na história da denominação protestante, que há anos vem cedendo ao liberalismo teológico para atender a demandas do progressismo.

Nos próximos seis anos, o reverendo de 41 anos – que se identifica como homem e mulher e usa os pronomes “eles” e “elas” – chefiará o Sínodo da ELCA, com sede na Califórnia.

Nessa função, Megan Rohrer supervisionará quase 200 congregações nas regiões norte dos estados da Califórnia e Nevada. O reverendo foi eleito em uma votação realizada de modo online em maio, e recebeu 209 votos, dois a mais que seu concorrente, reverendo Jeff R. Johnson de Berkeley.

A cerimônia de posse de Megan Rohrer ocorreu na Igreja Luterana de São Mateus em Walnut Creek, Califórnia, no último 11 de setembro, segundo informações do portal The Christian Post.

Em um comunicado, Megan, que é vive com outra mulher e tem dois filhos, disse que assumir o novo papel não seria possível sem “uma comunidade diversificada de luteranos no norte da Califórnia e em Nevada, em espírito de oração e consideração, votando para fazer algo histórico”.

“Minha posse celebrará tudo o que é possível quando confiamos em Deus para nos conduzir para a frente”, disse ele, segundo informações da agência de notícias Associated Press.

Ao longo do tempo em que cumprir a função, o primeiro bispo trans “amar os outros e amar o que os outros amam”.

Antes de chegar ao episcopado, Megan Rohrer serviu como pastor da Igreja Luterana Grace em San Francisco e coordenador de capelania do departamento de polícia da cidade.

Rejeição

Em uma entrevista de maio de 2018, Megan contou que se apaixonou pela filha de um pastor, e isso foi mal recebido pela congregação à qual estava ligada para exercer a capelania.

“Minha congregação local originalmente se recusou a me apoiar para um ministério ainda mais radical do que a política da Igreja Luterana na época, então eles disseram: ‘Achamos que Meagan será uma ótima pastora, só queremos que ela pare de ser gay primeiro’”, relembrou.

A ELCA é uma das maiores denominações cristãs dos Estados Unidos, com cerca de 3,3 milhões de membros. Nos últimos anos, muitas congregações deixaram a denominação devido às suas posições cada vez mais progressistas sobre teologia e política.
Embora a ordenação de Rohrer tenha sido aplaudida por muitos, outros questionaram essa decisão. Um dos mais contundentes foi o blog Exposing The ELCA, que se dedica a defender a interpretação tradicional da Bíblia Sagrada.

“A ELCA está zombando de Deus, Sua Palavra e Verdade e efetivamente mostrando que eles fazem parte da extrema esquerda e sua rejeição ao Cristianismo. […] Como podem indivíduos tementes a Deus e crentes na Bíblia permanecer na ELCA? Como as igrejas podem permanecer?”, questionou o blog.

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Mundo Cristão

Pastor ensina a identificar se sonhos vêm ou não de Deus: “Busque a interpretação”

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Imagem de José interpretando sonho na novela Gênesis. (Foto: Reprodução/TV Record)

O pastor Joel Engel explica o que a Bíblia diz sobre os sonhos e destacou a importância de buscar em Deus a interpretação.

Como saber se um sonho vem de Deus, do diabo ou da imaginação? O pastor Joel Engel ministrou na terça-feira (19) a respeito do que a Bíblia diz sobre os sonhos e destacou a importância de buscar em Deus a interpretação.

O pastor Joel Engel explica que os sonhos enviados por Deus têm o objetivo de alertar, apontar um acontecimento futuro ou trazer uma revelação do presente. “Esta é uma das formas pelas quais Deus se manifesta”, explicou. “E Deus afirma que não faz nada sem antes revelar aos seus servos, os profetas.”

Em Gênesis, a Bíblia relata que José estava preso por dois anos, até ser chamado à presença do faraó do Egito para interpretar dois sonhos que ele havia tido. Diante do faraó, José disse: “A capacidade de interpretar não está em mim; mas Deus dará resposta favorável a faraó”. (Gn 41:16)

Joel Engel ensina que José deixou dois segredos importantes: os sonhos que se repetem podem vir da parte de Deus e a interpretação é maior do que o próprio sonho.

“O dom de interpretação é ainda mais importante do que o sonho em si”, afirma o pastor. “O sonho é algo tão sério que, se for interpretado através de uma revelação desfavorável, pode desviar um povo do propósito de Deus.”

Engel alerta que as pessoas podem manipular visões e sonhos. “Por isso, a coisa mais importante em desvendar os sonhos é quem vai interpretar”, destaca.

Como descobrir a fonte do sonho?

O pastor ensina que os sonhos podem vir de Deus, do inimigo ou das nossas próprias vivências. “A psicologia diz que o sonho é a descarga de muitas imagens do seu dia a dia e mais de 90% dos sonhos realmente não significam nada”, afirma.

Por outro lado, os sonhos também podem ter influência espiritual, tanto da parte de Deus, como do diabo. “Eu tenho dentro de mim uma alma, e esta alma está conectada com o mundo espiritual. Segundo o Talmude, o sono é 1/60 avos da morte. Ou seja, quando você dorme, só 1/60 da alma fica no corpo — e quando você morre, a alma sobe e passa pelas regiões espirituais”, explica.

Se você acordar assustado, amedrontado ou carregando um peso de culpa, provavelmente o sonho não é de Deus, alerta Engel. “Não aceite sonhos que você não quer que se materializem. Nós estamos conectados com Deus e temos a capacidade de materializar imagens que estão dentro de nós”.

Muitas vezes, as nossas vidas podem parecer com a jornada de José: cheia de lutas, mas revelações de Deus através de sonhos. “Toda prova aperfeiçoa a pessoa. Não tenha medo de se tornar escravo ou parar numa prisão. Porque o sonho de Deus para você vai se realizar”, lembra Engel.

“Os sonhos de Deus para as nossas vidas podem nos custar anos de provações. Todos nós precisamos ser lapidados, assim como José passou. E no final da vida ele entendeu que tudo o que ele viveu não foi culpa dos irmãos, mas foi Deus quem o enviou para cumprir um propósito”, completa o pastor.

Assista a pregação completa:

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Cristãos devem usar redes sociais para dar bom testemunho, diz pastor

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As redes sociais se tornaram num campo de batalha ideológico em que, muitas vezes, usuários trocam ofensas por discordâncias relacionadas aos diversos temas em debate. Nesse cenário, o bom testemunho cristão deve continuar sendo uma prioridade, exortou um pastor.

Recentemente, uma ex-funcionária do Facebook veio a público denunciar a plataforma pela forma como a programação da rede social é feita. Segundo ela, a empresa aprende como os usuários se comportam e usa isso de forma a mantê-los instigados.

“O Facebook ganha mais dinheiro quando você consome mais conteúdo”, explicou Frances Haugen. “As pessoas gostam de se envolver com coisas que provocam uma reação emocional. E quanto mais raiva elas ficam expostas, mais elas interagem e mais consomem”, acrescentou.

O tema passou a ser debatido de forma mais profunda a partir dessas revelações, feitas a partir do vazamento de documentos internos do Facebook, em diversos meios, como veículos de imprensa e canais de formadores de opinião em plataformas como YouTube e Instagram.

Entrevistado pela emissora Christian Broadcasting Network (CBN News), o pastor Matt Ward, auxiliar na Primeira Igreja Batista em Thompson, Geórgia (EUA), afirmou que o ambiente manipulado das redes sociais se tornou tóxico.

“Eu vejo o efeito que isso teve sobre meus amigos, membros da igreja, como isso os faz sentir”, disse o pastor.

Bom testemunho

Ward afirmou que na igreja em que atua, a diretoria chegou à conclusão que seria bom oferecer um guia básico de comportamento nas redes sociais para os membros, como forma de orienta-los a evitar atritos.

“Você é cristão e sempre é cristão, mesmo quando está online. Você sempre é um seguidor de Jesus Cristo. […] Tenha compaixão. Uma resposta gentil reduz a raiva. Não crie polêmica”, sugeriu, acrescentando que as redes sociais podem ser úteis como ferramenta para promover o Evangelho através do testemunho.

O escritor cristão Daniel Darling concorda, dizendo que alguns cristãos estão alimentando a incivilidade: “Temos a tendência de esquecer que as pessoas com quem interagimos não são avatares ou pixels, mas seres humanos feitos à imagem de Deus”, pontuou.

“E então, acho que esquecemos todas essas coisas quando ficamos online e, como resultado, com frequência os cristãos agem tão rudes e pouco caridosos quanto qualquer pessoa no mundo”, lamentou.

Por fim, o escritor ponderou que seus conselhos não são uma sugestão de que os cristãos não se envolvam em tópicos importantes de nossos dias: “Acho que podemos ter conversas realmente robustas e substantivas sobre política. Acho que devemos ser francos sobre o que acreditamos, defender a verdade. Podemos até mesmo ter debates acirrados. Não é importante apenas dizermos as coisas certas e defendermos a verdade – mas como nós dizemos que é importante”, encerrou.

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