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Internacional

Ilha no Pacífico nunca teve casos de covid-19 e inicia vacinação

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República do Palau recebeu 2,8 mil doses da vacina da Moderna e está imunizando profissionais da saúde e funcionários públicos

A pequena ilha de Palau, no Oceano Pacífico, é um dos poucos lugares no mundo que não teve casos ativos de covid-19 e pode se tornar um dos primeiros países vacinados contra a doença.

Desde domingo (3), o país está vacinando os 18 mil habitantes com a primeira dose da vacina desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Moderna. A primeira remessa recebida pelas autoridades contou com 2,8 mil doses.

Pelo Twitter, o Ministério da Saúde da ilha destacou que foram vacinados 60 profissionais da saúde e funcionários importantes. Além deles, grupos vulneráveis, como idosos e pessoas com doenças preexistentes, também estão na lista de prioridades.

O presidente da ilha, Tommy Remengesau Jr, recebeu a primeira dose da vacina e compartilhou o momento nas redes sociais.

Por falta de infraestrutura na ilha, as autoridades optaram pela vacina da Moderna, já que a vacina da Pfizer exige que as doses fiquem armazenadas a -70 ° C. No final de dezembro, a ilha recebeu uma unidade de armazenamento refrigerado e pode guardar até 5 mil doses da vacina da Pfizer.

O Palau é uma nação independente, mas é associado aos EUA e por isso tem acesso ao programa de vacinação em massa do país.

Desde abril de 2019, quando a covid-19 passou a se espalhar intensamente pelo mundo inteiro, o Palau nunca teve 1 caso da doença e realizou 3.325 testes, segundo dados do Ministério da Saúde.

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Internacional

Índia supera o Brasil como segundo país com mais casos de covid-19

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País teve um aumento de casos, registrando mais de 168 mil novas infecções nas últimas 24h, e chegou a 13,5 milhões de contágios

A Índia superou o Brasil nesta segunda-feira (12) como o segundo país com o maior número de infecções de coronavírus, ao notificar um novo recorde diário de mais de 168 mil casos.

O país de 1,3 bilhão de habitantes registrou um rápido aumento de novas infecções nas últimas semanas, o que eleva o total de casos a 13,5 milhões, acima dos 13,48 milhões do Brasil. 

Os especialistas advertiram que as multidões, em sua maioria sem máscaras e aglomeradas, nos comícios nos estados com eleições programadas, as festas religiosas e outros eventos públicos estão alimentados a nova onda de infecções.

“Todo o país foi complacente: permitimos concentrações sociais, religiosas e políticas”, declarou à AFP Rajib Dasgupta, professor de Saúde da Universidade Jawaharlal Nehru. “Ninguém faz fila para o distanciamento social”, afirmou.

A Índia registrou mais 873 mil casos nos últimos sete dias, um aumento de 70% na comparação com a semana anterior, segundo os dados compilados pela AFP. 

Em comparação, o Brasil registrou pouco mais de 497 mil casos, com uma tendência de alta de 10% na comparação com a semana anterior. 

Estados Unidos, país mais afetado, registrou pouco menos de 490 mil casos, com uma tendência de alta de 9%. 

A alta na Índia, depois que o número de casos diários ficou abaixo de 9 mil no início de fevereiro, levou os estados e territórios mais afetados a anunciara restrições de movimento e de atividades.

O estado mais rico do país, Maharashtra, o principal responsável pela aceleração de casos, adotou um confinamento de fim de semana e toque de recolher noturno. 

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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