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Internacional

Impeachment de Trump deve ser decidido neste sábado pelo Senado

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Após quatro dias de audiências, senadores darão seus votos no processo, que pode tirar os direitos políticos do ex-presidente norte-americano

Após quatro dias de audiências, o Senado dos EUA deve votar o futuro político do ex-presidente Donald Trump em uma votação neste sábado (13), exatamente um mês após o impeachment ser aprovado pela Câmara dos Representantes, quando ele ainda estava no cargo. Os senadores devem se reunir às 10h (meio-dia no horário de Brasília) e a votação pode começar às 15h (17h em Brasília).

O ex-presidente é acusado de ter traído seu juramento por ter incitado a invasão do Capitólio, sede do Congresso dos EUA, por parte de seus apoiadores em 6 de janeiro. Naquele momento, acontecia uma sessão conjunta do parlamento para contabilizar os votos do Colégio Eleitoral, última etapa para oficializar os resultado da eleição presidencial de 2020, com derrota de Trump para o democrata Joe Biden. A violência acabou com cinco mortes.

O ex-presidente é acusado de ter traído seu juramento por ter incitado a invasão do Capitólio, sede do Congresso dos EUA, por parte de seus apoiadores em 6 de janeiro. Naquele momento, acontecia uma sessão conjunta do parlamento para contabilizar os votos do Colégio Eleitoral, última etapa para oficializar os resultado da eleição presidencial de 2020, com derrota de Trump para o democrata Joe Biden. A violência acabou com cinco mortesLigação de Trump para mudar eleição na Geórgia será investigada

O incidente fez com que a estrutura de segurança da capital, Washington, fosse reforçada inslusive com soldados da Guarda Nacional. Para condenar Trump, são necessários 67 votos dos total de 100 senadores, algo que deverá ser complicado. Além dos 50 democratas, seriam necessários pelo menos mais 17 republicanos. Se houver a aprovação, uma votação de maioria simples pode cassar os direitos políticos de Trump e impedi-lo de disputar a presidência ou outro cargo público novamente.

Na terça-feira, na abertura do julgamento, os senadores votaram uma moção para determinar se o processo seria constitucional, mesmo após o fim do mandato de Trump. Com o apoio de 6 republicanos, os democratas conseguiram 56 votos para manter o julgamento.

Na quarta e quinta-feira, os nove representantes democratas que formam a acusação se revezaram na tribuna. Com dezenas de vídeos, tanto os postados em redes sociais como aqueles gravados pelas câmeras de segurança, além de tuítes feitos pelos presidentes, eles tentaram mostrar como Trump convenceu seus seguidores de que havia perdido a eleição por uma suposta fraude, jamais provada, a atacar o Congresso para que ele pudesse manter o poder.

Na sexta-feira, a equipe de defesa do ex-presidente, que tinha um total de 16 horas disponíveis, usou apenas três para atacar a acusação e criar uma narrativa de que Trump teria feito todo o possível para conter a violência e dizer que o processo seria inconstitucional e uma tentativa de “cancelar” seus 74 milhões de eleitores.

A segunda metade da sessão de sexta foi dedicada às perguntas e respostas dos senadores, que são os jurados nesse julgamento, para as equipes de acusação e defesa. A sessão foi encerrada com uma homenagem ao policial do Capitólio Eugene Goodman, que recebeu a medalha de honra do Congresso, por sua atuação no combate à invasão do dia 6 de janeiro

A segunda metade da sessão de sexta foi dedicada às perguntas e respostas dos senadores, que são os jurados nesse julgamento, para as equipes de acusação e defesa. A sessão foi encerrada com uma homenagem ao policial do Capitólio Eugene Goodman, que recebeu a medalha de honra do Congresso, por sua atuação no combate à invasão do dia 6 de janeiro.

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Internacional

Presidente da Fundação Renova apresenta os avanços na reparação da Bacia do Rio Doce em Congresso IUCN

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Evento reuniu órgãos governamentais, ONGs, cientistas e representantes de povos indígenas para discussões sobre estratégias que contemplem conservação da natureza e desenvolvimento econômico

A cidade de Marselha, na França, sediou, entre os dias 3 e 10 de setembro, o Congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). O evento, que estava programado para 2020, e foi adiado devido à pandemia da Covid-19, reuniu órgãos governamentais, ONGs, cientistas e representantes de povos indígenas. O presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, participou remotamente do Congresso, que aconteceu de forma híbrida, participando de duas plenárias temáticas, no dia 7 de setembro. Clique aqui para saber mais sobre o evento.

Plenárias

As preocupações dos líderes empresariais e governamentais em relação aos desafios sobre como conciliar a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento, e o papel das instituições científicas independentes como ferramentas valiosas e eficazes para abordar questões complexas e, frequentemente, controversas foram pautas na plenária “Harnessing Independent Scientific Advice to Reconcile Conservation and Economic Development Goals”. 

Durante a discussão, Andre de Freitas e a equatoriana Yolanda Kakabadse, ex-presidente da IUCN e ex-ministra do Meio Ambiente do Equador, apresentaram a atuação do Painel do Rio Doce para tratar o processo de reparação e recuperação do rio Doce, após os impactos causados pelo rompimento da barragem de Fundão (MG). 

O presidente da Fundação Renova falou da importância dos painéis científicos independentes, destacando a transparência e visão ampliada como características importantes, e comentou sobre a flexibilidade, com relação às expectativas de atuação, a exemplo do relatório produzido sobre mudanças climáticas. “Nós, da Fundação Renova, temos um forte relacionamento com o painel, mas somos apenas um dos atores envolvidos no processo de reparação. Gostaríamos muito de ver os outros atores encampando as ações e seguindo recomendações elaboradas”, afirma. 

A segunda participação do presidente aconteceu na plenária de encerramento “Ação global para conservar água doce”, que teve como objetivo revisar as propostas que cientistas e instituições desenvolveram ao longo do Congresso para preservação da água doce. 

Andre de Freitas apresentou os avanços obtidos pela Fundação Renova em sua missão de recuperação do rio Doce. “Estamos trabalhando há cinco anos neste processo e o que podemos ver agora é que a qualidade da água do rio Doce voltou aos níveis que apresentava antes do rompimento da barragem. Esse resultado é a combinação do trabalho que fizemos para estabilização dos rejeitos com a percepção que tivemos de que o rio é um sistema dinâmico vivo: se você interrompe a fonte de contaminação, ele terá sua qualidade de volta”, afirmou.

Ele também falou sobre as ações de reconformação ambiental feitas nas áreas mais afetadas. “Nós tivemos projetos que tentaram recriar estruturas naturais do rio, estabelecendo habitats para servirem de berçários para peixes, o que contribuiu para a repovoação da sua fauna, refletindo também na qualidade da água”, explicou.

O presidente da Fundação Renova enfatizou que a falta do histórico de dados relativos à qualidade da água do rio Doce antes do rompimento da barragem é um grande dificultador do processo de reparação. “Qual foi o impacto do rompimento e qual foi o impacto que já existia e ainda existe vindo de outras fontes, como do esgoto? Porque uma grande parte do esgoto que é despejado no rio Doce e seus afluentes não é tratado nas localidades. Mas não há dados prévios de como era o quadro antes do rompimento e esses dados são essenciais”, comentou.

O Futuro do Rio Doce Somos Nós

Também participaram do Congresso da IUCN dois jovens integrantes do projeto O Futuro do Rio Doce Somos Nós, em uma plataforma de pitches em que apresentaram o projeto e reforçaram a importância da atuação da juventude no processo de reparação da bacia do rio Doce. Clique aqui e assista ao vídeo apresentado..

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Internacional

Testamento de príncipe Philip só poderá ser aberto daqui a 90 anos, diz jornal

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Aqueles que estão curiosos para saber o conteúdo do testamento do príncipe Philip talvez queiram passar essa tarefa para seus filhos e netos. Isso porque, de acordo com a BBC, o presidente da Divisão de Família do Tribunal Superior de Londres, Sir Andrew McFarlane, decretou na última quinta-feira, dia 16, que esse documento só poderá ser aberto daqui a 90 anos.

De acordo com o veículo, McFarlane não teve acesso a nenhuma informação do testamento que não fosse a data de sua elaboração e a identidade de seu executor nomeado. O juiz determinou, então que um processo privado pode ser realizado após o período de 90 anos para determinar se os documentos devem ou não ser abertos, argumentando que a medida visa preservar a dignidade da Rainha Elizabeth II e de seus descendentes:

Entendo que, devido a posição constitucional do Soberano, é apropriado ter uma prática especial em relação aos testamentos reais. É necessário aumentar a proteção conferida aos aspectos verdadeiramente privados da vida desse grupo limitado de indivíduos, a fim de manter a dignidade da Soberana e dos membros próximos de sua família.

As informações ainda apontam que, em julho de 2021, Sir Andrew realizou uma audiência privada para a discussão dessa medida com os advogados que representam a herança do falecido Duque de Edimburgo e com o procurador-geral, que representa o interesse público. A reunião foi mantida fora dos holofotes sob a justificativa de que sua veiculação na mídia teria gerado publicidade e conjecturas muito significativas que anulariam o propósito da discussão.

De toda forma, o magistrado teria afirmado que, durante a audiência em questão, acabou aceitando o argumento de que o testamento de Philip está restrito à esfera do interesse privado de sua própria família, e não deve se curvar ao interesse público:

Aceitei a alegação de que, embora possa haver curiosidade pública quanto aos arranjos privados que um membro da família real pode decidir fazer em seu testamento, não há verdadeiro interesse público no conhecimento público dessas informações totalmente privadas.

A determinação, no entanto, não representa uma grande novidade para a monarquia. A revista People conta que manter o testamento de membros da família real em sigilo por anos após a morte desses indivíduos é costume há quase um século. Informações ainda indicam que McFarlane, na posição de presidente da Divisão de Família, teria sob sua tutela mais de 30 envelopes contendo os últimos desejos dos membros da realeza.

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