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Internacional

Instagram banirá usuário que divulgar discurso de ódio por DM

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Anteriormente, quando conteúdos ofensivos eram detectados, o usuário que fez o envio era impedido de usar o chat por um tempo

O Instagram anunciou na quarta-feira (10) que irá desativar as contas de usuários do mundo todo que enviarem mensagens diretas, conhecidas como DMs, contendo discurso de ódio. Antes da atualização, quando conteúdos ofensivos eram detectados, o usuário que fez o envio era impedido de usar o chat por um tempo.

Isso inclui, segundo a empresa, “qualquer tipo de conteúdo que ataque pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, afiliação religiosa, orientação sexual, casta, sexo, gênero, identidade de gênero e doenças graves ou deficiências”.

O monitoramento é feito tanto por tecnologias baseadas em inteligência artificial quanto por revisores humanos que ficam 24 horas por dia, 7 dias por semana, revisando conteúdo e denúncias da comunidade do Instagram.

Outros recursos para combater conteúdos ofensivos estão sendo testadas e em breve serão lançadas globalmente.

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Internacional

Italiana de 96 anos deixa 25 milhões de euros para caridade

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Marisa Cavanna dedicou sua vida ao ensino de literatura; sua decisão surpreendeu os vizinhos, que a consideravam reservada

A ex-professora italiana Marisa Cavanna, que morreu no final do ano passado, deixou 25 milhões de euros (cerca de R$ 165 milhões) de herança a várias diferentes organizações e instituições de caridade, incluindo dois dos principais hospitais de Gênova, revelou nesta quinta-feira (25) a imprensa local.

A história de Marisa, que dedicou sua vida ao ensino de literatura, surpreendeu seus vizinhos, que se lembram dela como “uma senhora reservada, o arquétipo genovês”, segundo a emissora local Telenord, que revelou a história.

Aqueles que a conheciam lembram-se de sua discrição e relutância em aparecer em eventos de caridade. “Ela era de fazer e não falar”, mencionaram à Telenord.

“Ela sempre cumprimentou, agradeceu aos médicos, deixou escrito seu obituário, no qual relembrou sua longa lista de alunos, motivo de alegria de uma vida”, afirmaram.

Marisa Cavanna, que morreu no dia 9 de dezembro do ano passado, “chegou muito lúcida” aos seus últimos dias e deixou tudo para depois de sua morte perfeitamente organizado, segundo a mídia local, que hoje tornou público o testamento da ex-professora.

Generosidade com os mais pobres

A idosa tinha planejado que 16 organizações recebessem a soma de 25 milhões de euros diretamente de seu espólio, cuja origem é desconhecida, embora se acredite que venha de sua família.

Do total, 5 milhões de euros irão para o hospital Galliera, juntamente com os lucros da venda de um edifício onde a própria professora vivia, que deve valer aproximadamente três milhões de euros.

Outros cinco milhões irão para o hospital pediátrico Gaslini, também em Gênova, e mais cinco milhões para a Associação Italiana de Pesquisa do Câncer.

Marisa Cavanna também destinou uma grande quantia de dinheiro a ONGs como a Anistia Internacional, Save the Children, as Pequenas Irmãs dos Pobres e as Missionárias da Obra de Santa Teresa de Calcutá.

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Internacional

Centenas de israelenses protestam contra ‘passe verde’ para vacinados

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Manifestantes acusaram governo de querem criar divisão entre aqueles que não querem ser vacinados e o resto da população

Algumas centenas de israelenses protestaram na noite de quarta-feira (24) em Tel Aviv contra as medidas do governo para estimular a vacinação, que a partir desta semana incluem um passe verde que permite o acesso a certos locais e atividades apenas para os vacinados contra covid-19.

O protesto aconteceu na Praça Habima, em Tel Aviv, em frente a um icônico teatro e justamente no dia em que o município organizou o primeiro “Concerto do Passe Verde”, no qual só podiam entrar aqueles que haviam recebido as duas doses da vacina há pelo menos uma semana.

Alguns dos manifestantes exibiram cartazes acusando o governo de instalar um regime de apartheid que marginalizará aqueles que não querem ser vacinados, e outros até compararam o passe verde às marcas que os judeus tiveram que usar na Alemanha nazista.

De acordo com a imprensa local, o protesto reuniu vários grupos, em sua maioria marginalizados, e alguns deles negam não apenas a eficácia da vacina, mas também o perigo do coronavírus.

No entanto, sua reivindicação representa um setor significativo da sociedade, que inclui múltiplas ONGs e até mesmo acadêmicos, que expressaram preocupação com o avanço do governo nas liberdades individuais da população no esforço de vacinar o maior número possível de pessoas.

Além da introdução do passe verde, o Parlamento aprovou ontem uma lei que autoriza o envio de listas de pessoas não vacinadas às autoridades locais, e uma comissão parlamentar deu sua aprovação inicial a uma medida que permitiria aos israelenses que chegassem do exterior se isolarem em casa, em vez de em hotéis, mas com a condição de usar uma pulseira eletrônica para monitorar seus movimentos.

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