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Segurança

Internos de unidade de segurança máxima aprendem técnicas de pintura

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Promover a ressocialização pela Arte. É com esse objetivo que a Penitenciária de Segurança Máxima 1, no Complexo de Viana, tem desenvolvido o projeto de pintura Mãos que Falam. Desde março deste ano, 13 internos da unidade prisional participam da iniciativa. Três deles são multiplicadores da Arte e ensinam os demais técnicas de desenho e pintura.

O diretor da PSMA1, Pablo Pereira de Souza, explica que todos os materiais utilizados para produção dos quadros como tinta, pincéis e madeira foram doados à unidade. “Desde o início do projeto, cerca de 30 quadros já foram pintados e todo o material produzido tem tornado o ambiente prisional ainda mais humanizado. As pinturas dão vida aos espaços, seja com quadros ou com pinturas na parede. Sem contar os benefícios proporcionados para os internos que têm uma atividade produtiva e suas famílias, que se sentem mais acolhidas ao visitar a unidade.”

 Paisagens de cartões postais do Espírito Santo, como o Convento da Penha e a Terceira Ponte, praias e natureza, além de relações familiares, fazem parte das obras produzidas pelos internos. Um interno que domina a técnica da pintura e é um dos multiplicadores da arte aos participantes do projeto.

“Participar como multiplicador tem sido muito bom para mim. A pintura ocupa a mente com coisas boas e coisas novas e agrega conhecimento não só para quem aprende, mas também para quem ensina. A pintura traz para os internos participantes uma nova expectativa de vida. Minha família também está muito orgulhosa”, disse o interno.

Para outro interno, que cumpre pena desde 2018, as pinturas trouxeram mais alegria para a unidade prisional. “Está tudo mais agradável também para as famílias, que quando estão aqui para nos visitar conseguem ver o trabalho realizado pelos internos e como os ambientes estão decorados. Isso traz mais harmonia para os espaços”, ressaltou.

 

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Segurança

Secretário de Segurança do ES e prefeito sofrem acidente em rodovia no Sul do Estado

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Alexandre Ramalho e o prefeito de Presidente Kennedy, Dorlei Fontão, cumpriam agenda na região, quando o carro em que eles estavam foi atingido por um caminhão-baú

O secretário de Estado de Segurança Pública do Espírito Santo, Alexandre Ramalho, o prefeito de Presidente Kennedy, Dorlei Fontão, e outras duas pessoas se envolveram em um acidente, na tarde desta quinta-feira (29), na rodovia ES-060, no município do Sul do Estado.

O prefeito e o secretário visitaram a Escola Municipal de Marobá, que será no futuro uma Escola Cívico-Militar, e a divisa entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, onde será instalado um posto da Polícia Rodoviária Estadual (PRE-ES).

O acidente aconteceu, por volta das 15h30, quando eles voltavam para o município para visitar um terceiro local. O carro onde estava a comitiva do secretário e do prefeito foi atingido por um caminhão-baú. 

O motorista do caminhão perdeu o controle e bateu em uma árvore. Ele chegou a ficar desacordado por alguns minutos. 

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), no carro estavam, além do secretário e do prefeito, o subsecretário interino de Integração Institucional, coronel Marcio Celante, e um integrante da equipe de segurança do secretário, que dirigia o veículo. 

O motorista do carro oficial se feriu levemente. Já os demais ocupantes saíram ilesos.

A prefeitura informou que o estado de saúde do prefeito Dorlei Fontão é estável. Ele foi levado para o Pronto Atendimento Municipal de Presidente Kennedy.

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Segurança

Alunos do Sistema Prisional participam de clube do livro

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Durante o período de suspensão das aulas presenciais, a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Cora Coralina, que faz parte do Sistema Prisional de Xuri, no município de Vila Velha, com o intuito de fortalecer o vínculo com a escola, realizou com os estudantes internos o clube de leitura “Entre muros e mundos”.

Com o retorno as aulas presenciais, o projeto foi ressignificado e passou a ser avaliado como atividade prática multidisciplinar, por meio do debate sobre os livros, produção de textos e resenhas, elaboração de gráficos, fichamento técnico e criações artísticas, como pintura de telas.

O professor de Química e um das idealizadores desta ação, Renann Siqueira destacou que ao longo desse período foi realizado o projeto de leitura que contribuiu significativamente para o desenvolvimento dos alunos. “A leitura permitiu que cada discente fosse levado para outros mundos e conhecessem outras realidades e histórias”, disse.

“Apostamos na leitura, pois esta se configura como uma ação capaz de transformar o mundo e mudar realidades. Ao longo do projeto percebemos que as diversas atividades desenvolvidas foram capazes de explorar habilidades e competências, que nem os próprios alunos acreditavam serem capazes de realizar”, completou Renann Siqueira

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