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Internacional

Italiana de 96 anos deixa 25 milhões de euros para caridade

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Marisa Cavanna dedicou sua vida ao ensino de literatura; sua decisão surpreendeu os vizinhos, que a consideravam reservada

A ex-professora italiana Marisa Cavanna, que morreu no final do ano passado, deixou 25 milhões de euros (cerca de R$ 165 milhões) de herança a várias diferentes organizações e instituições de caridade, incluindo dois dos principais hospitais de Gênova, revelou nesta quinta-feira (25) a imprensa local.

A história de Marisa, que dedicou sua vida ao ensino de literatura, surpreendeu seus vizinhos, que se lembram dela como “uma senhora reservada, o arquétipo genovês”, segundo a emissora local Telenord, que revelou a história.

Aqueles que a conheciam lembram-se de sua discrição e relutância em aparecer em eventos de caridade. “Ela era de fazer e não falar”, mencionaram à Telenord.

“Ela sempre cumprimentou, agradeceu aos médicos, deixou escrito seu obituário, no qual relembrou sua longa lista de alunos, motivo de alegria de uma vida”, afirmaram.

Marisa Cavanna, que morreu no dia 9 de dezembro do ano passado, “chegou muito lúcida” aos seus últimos dias e deixou tudo para depois de sua morte perfeitamente organizado, segundo a mídia local, que hoje tornou público o testamento da ex-professora.

Generosidade com os mais pobres

A idosa tinha planejado que 16 organizações recebessem a soma de 25 milhões de euros diretamente de seu espólio, cuja origem é desconhecida, embora se acredite que venha de sua família.

Do total, 5 milhões de euros irão para o hospital Galliera, juntamente com os lucros da venda de um edifício onde a própria professora vivia, que deve valer aproximadamente três milhões de euros.

Outros cinco milhões irão para o hospital pediátrico Gaslini, também em Gênova, e mais cinco milhões para a Associação Italiana de Pesquisa do Câncer.

Marisa Cavanna também destinou uma grande quantia de dinheiro a ONGs como a Anistia Internacional, Save the Children, as Pequenas Irmãs dos Pobres e as Missionárias da Obra de Santa Teresa de Calcutá.

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Internacional

Depois de expulsar Universal, governo de Angola suspende TV Record no país

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O governo de Angola suspendeu a programação da TV Record no país por “inconformidades” em relação aos requisitos legais para o exercício da atividade jornalística em Angola. O ministério alega por exemplo “que a empresa Rede Record de Televisão (Angola), Limitada, que responde pela TV Record África, tem como diretor-executivo um cidadão não nacional”.

A suspensão vem no rastro da expulsão da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) daquele país, após denúncias de pastores e fiéis.

A IURD é comandada por Edir Macedo, brasileiro que se autointitula ‘bispo’. Ele atualmente vive entre Miami (EUA) e São Paulo.

As polêmicas envolvendo a IURD já atingem a Argentina, que também vem estudando a possibilidade de expulsar a igreja e Portugal, onde uma série de reportagens mostrou um escandaloso esquema de adoção ilegal de crianças.

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Internacional

Gato é capturado após tentativa de introduzir drogas em presídio

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Substâncias ilícitas foram amarradas com pano junto ao corpo do felino, para serem distribuídas em centro penitenciário do Panamá

O gatinho acima foi capturado por autoridades panamenhas após tentar introduzir drogas no Centro Penitenciário Nova Esperança, na província de Colón. O “Narcogato”, como ficou conhecido, foi surpreendido por agentes penitenciários e policiais ainda do lado de fora da prisão, que comporta cerca de 1.700 detentos.

As substâncias ilícitas foram amarradas com tiras de pano ao redor do corpo do felino. Em entrevista ao canal Telemetro, o promotor Eduardo Rodríguez disse que gato possivelmente transportava cocaína, crack e maconha.

A engenhosidade dos criminosos fez com que o Ministério Público do Panamá anunciasse nas redes uma força-tarefa, que investigará o uso de animais na transferência de drogas para dentro presídio em questão.

Até o momento, as autoridades suspeitam que os bichos usados nessa modalidade são atraídos por meio de alimentos.

Andrés Gutiérrez, diretor do Sistema Penitenciário do Panamá, afirmou que apreensões do tipo são baseadas nos esforços para evitar que substâncias ilegais e itens proibidos cheguem aos presídios do país.

“Não vamos baixar a guarda”, disse ao jornal Panamá América, “e assim manter um ambiente adequado para o desenvolvimento de programas de ressocialização.”

Quanto ao “Narcogato”, fontes do governo local afirmam que ele foi entregue aos cuidados de uma fundação de defesa dos animais.

Aparentemente, ele não sofreu nenhum ferimento durante a operação de resgate e passa bem.

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