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Mundo Cristão

Joe Biden pode “punir” médicos cristãos que não realizam cirurgia transgênero, nos EUA

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O governo de Joe Biden anunciou que está revertendo uma política da era Trump que, segundo seus defensores, protegia a liberdade religiosa dos médicos cristãos em disputas sobre procedimentos médicos para transgêneros.

Em causa está uma parte da Patient Protection and Affordable Care Act (PPACA ou Lei de Proteção e Cuidado Acessível ao Paciente, também conhecida como Obamacare) que proíbe a discriminação com base no sexo dentro dos cuidados de saúde. A Seção 1557 da lei, que trata da não discriminação, foi interpretada pela administração Trump como se referindo a “homem ou mulher e conforme determinado pela biologia”. Várias organizações religiosas, incluindo as associações médicas e odontológicas cristãs , apoiaram a regra Trump e disseram que protegia a liberdade religiosa. O próprio governo Trump disse que a regra oferece “proteção à consciência e à liberdade religiosa”.

Mas o governo Biden disse nesta segunda-feira que interpretaria a Seção 1557 para proibir a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero. O último termo abrange o transgenerismo. A aplicação da nova regra entra em vigor imediatamente.

O Escritório de Direitos Civis do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS, na sigla em inglês) disse que interpretaria e aplicaria as proibições da Seção 1557 e do Título IX sobre a discriminação com base no sexo, para incluir a discriminação com base na orientação sexual e na identidade de gênero.

“O medo da discriminação pode levar os indivíduos a renunciar aos cuidados, o que pode ter consequências negativas graves para a saúde”, disse Xavier Becerra, secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

“É posição do Departamento de Saúde e Serviços Humanos que todos – incluindo as pessoas LGBTQ – devem ter acesso aos cuidados de saúde, sem discriminação ou interferência, ponto final”, disse Becerra.

Apoiadores da regra da era Trump, no entanto, dizem que a nova regra Biden – que é semelhante a uma da administração Obama – levará os médicos cristãos e outros médicos religiosos a serem forçados a realizar procedimentos de transição de gênero, incluindo cirurgia.

“Isso é ruim para pacientes, médicos e para a liberdade religiosa”, tuitou Luke Goodrich, advogado do Fundo Becket para Liberdade Religiosa, que está envolvido em um processo judicial relacionado ao assunto.

Becket chama isso de ” Mandato Transgênero “.

Goodrich disse que a regra Biden “puniria médicos e hospitais se eles não executassem procedimentos prejudiciais de transição de gênero contra sua consciência e julgamento médico”.

O governo Biden disse na segunda-feira que iria “cumprir a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa” e “todas as ordens judiciais aplicáveis”. A Lei de Restauração da Liberdade Religiosa é uma lei federal que impede o governo de “onerar substancialmente o exercício da religião de uma pessoa”.

Goodrich, no entanto, observou que o governo Biden está lutando contra os médicos cristãos no tribunal sobre o assunto. Em abril, o governo Biden apelou de uma decisão de um tribunal que determinou que os médicos não podem ser forçados a realizar procedimentos de transição de gênero.

O Catholic Vote também criticou o governo Biden.

“A decisão do HHS desta manhã atrasa o relógio da sanidade médica”, disse Brian Burch, presidente da Catholic Vote. “Este novo mandato do HHS é um esforço transparente para substituir o julgamento médico no campo altamente experimental e politizado da medicina de gênero”, alertou.

Ao contrário do anúncio enganoso do HHS, a nenhum americano está sendo negado tratamento por braços quebrados ou procedimentos médicos padrão com base em suas  “identidades” de gênero ou orientação sexual. 

“Este movimento do HHS é uma configuração para normalizar e dar força aos médicos para administrar drogas que bloqueiam a puberdade em crianças, realizar cirurgias de mudança de sexo e muito mais. Hospitais e médicos cristãos provavelmente sofrerão mais pressão e escrutínio como resultado”, concluiu.

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Para rejeitar auditoria em votos nas eleições, ministro ataca cristãos: ‘Pessoas totalmente do mal’

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso foi à Câmara dos Deputados para se manifestar contra a proposta de emenda à Constituição que institui um mecanismo de auditoria dos votos nas eleições, popularmente chamado de “voto impresso”.

A PEC 135/19 prevê que os votos dos eleitores, após registrado na urna eletrônica, seja impresso em um comprovante para conferência pelo próprio cidadão e, posteriormente, esse recibo seja depositado em uma urna separada, para eventual recontagem dos votos.

Barroso, que vem há meses se manifestando contra a proposta de aprimoramento – já que um comprovante impresso permitiria confrontar os dados registrados nas urnas eletrônicas – afirmou que o Brasil está vendo o surgimento de milícias digitais “que disseminam o ódio, mentiras, teorias conspiratórias”.

“Escrevem coisas horríveis. Tem uma espécie de cristianismo do mal no Brasil, uma inovação horrorosa, em que o sujeito fala: ‘Em nome de Deus, eu quero que você morra, em nome de Jesus, eu quero que sua família seja destruída’. Quer dizer, é tão absurdo isso, pessoas totalmente do mal que invocam a religiosidade das pessoas”, disse Barroso, sem exemplificar um único caso sequer.

A presença de Barroso na Câmara se deu a convite da Comissão de ConstituiÇão e Justiça (CCJ), que analisa as propostas de mudanças no processo de votação. Para o ministro, “a introdução do voto impresso seria uma solução desnecessária para um problema que não existe”.

“O voto impresso é sinônimo de recontagem de votos e de problemas”, disse ele, admitindo que há possibilidade de imprecisões no sistema eleitoral.

Luís Roberto Barroso é o ministro do Supremo Tribunal Federal mais ativo na defesa da legalização do aborto e das drogas, e ao longo do tempo na Corte já fez diversas declarações de viés progressista.

Em um artigo, chegou a dizer que o STF deve exercer um papel “iluminista” na sociedade, direcionando as leis ao que possa ser entendido como moderno e rejeitando o que um grupo de supostos iluminados entendam serem “ideias fora de época e de lugar”.

Votos auditáveis

Após a fala do ministro Barroso, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), presidente da CCJ, falou a respeito do tema. Ela é a autora da PEC 135/19, e contra-argumentou com o peso de ser uma ex-procuradora da República.

Em sua fala, disse que milhões de brasileiros não confiam na urna sem o voto impresso e que as pessoas que questionam a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro são, constantemente, alvo de hostilidades: “Também temos sido vítimas de muitas fake news, que eu entendo como desinformação. Muitas pessoas pensam que nós queremos a volta da cédula de papel. Nós queremos aprimorar o sistema eleitoral, como o argentino, cuja urna é de terceira geração. Nenhum sistema que conte com 25 anos de idade pode ser considerado moderno”, argumentou Bia Kicis, conforme informações do jornal Estado de Minas.

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R.R. Soares tem alta após internação no Rio

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A informação foi divulgada através de um vídeo em seu perfil do Instagram, no qual ele agradece a todas as orações

O pastor Romildo Ribeiro Soares, conhecido como R.R Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, teve alta nesta terça-feira (08/06) do Hospital Copa Star, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, onde estava internado desde a última sexta-feira (04/06) com Covid-19.

A informação foi divulgada através de um vídeo em seu perfil do Instagram, no qual ele aparece ao lado da mulher Maria Magdalena, e de um amigo que diz: “Já estamos aqui com nosso chefe, missionário R.R Soares, já está liberado aqui […] para felicidade de todos, acabou de sair aqui, recuperado, para felicidade geral e oração de todos“. No vídeo, R.R Soares também faz o sinal de positivo e agradece: “Obrigado Jesus“.

Na legenda do post, o pastor agradeceu às orações: “A verdade sempre prevalece! Amigos, venci em Jesus e tive alta. Agradeço a todos pelas orações e seguimos firmes na fé. Obrigado por tudo! Obrigado, Senhor“.

Além de pastor, R.R. Soares é dono da RIT TV, uma emissora UHF, e da Nossa TV, uma minúscula operadora de TV paga. Há décadas, ele também tem programas como Show da Fé, exibido em emissoras como a Band e a Rede TV!. O reverendo ajudou o Bispo Edir Macedo a fundar a Igreja Universal do Reino de Deus, mas depois fundou sua própria agremiação.

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