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José Aldo tem ótima atuação, domina Marlon Vera e fatura vitória

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Brasileiro derrota equatoriano na decisão unânime no último de 2020 em Las Vegas, nos Estados Unidos

Ex-campeão peso-pena do Ultimate, José Aldo, enfim, conquistou sua primeira vitória nos galos. O brasileiro, que havia perdido seus dois compromissos na divisão, superou Marlon Vera na decisão dos jurados (triplo 29-28), sábado, no UFC Thompson x Neal, realizado em Las Vegas (EUA).

– Fiquei feliz, estava precisando da vitória nessa categoria. Eu vim para vencer. Treinei bastante MMA (…). Eu tive a oportunidade para botar para baixo, peguei as costas e, depois que eu pego ali, é difícil sair. Sobre o próximo oponente, seria uma ótima lutar contra o TJ Dillashaw. Ele está falando bastante, saindo de suspensão. Dana, pode marcar que a gente estará pronto – disparou o atleta da Nova União, que engatou em um papo cordial com Vera, ainda no octógono.

Esta foi a 29ª vitória de José Aldo, desde que iniciou sua carreira profissional de MMA, em 2004. Marlon Vera, por sua vez, fechou 2020 com dois reveses e uma vitória, conquistada sobre Sean O’Malley.

A luta

José Aldo começou se movimentando, estudando Marlon Vera e arriscando golpes na trocação. O equatoriano – para controlar o combate – buscou a queda e imprensou o manauara contra a grade. Neste momento, Dedé Pederneiras, técnico do atleta da Nova União, pediu que o pupilo desse um tapa no rosto do rival. O atleta obedeceu.

José Aldo utilizou o jiu-jítsu para dominar Marlon Vera — Foto: Getty Images

Quando a luta voltou para o centro do octógono, José Aldo mirou a linha de cintura de Marlon Vera, atingido por ganchos. Sob os gritos de Pederneiras, José Aldo soltou os chutes baixos – uma de suas marcas dentro do cage -e fez o oponente sentir a sua potência. Foi um round marcado pela agressividade do ex-campeão do peso-pena.

No intervalo, Pederneiras inflamou Jopé Aldo ao disparar: “Acabou a palhaçada! Mete a porrada nesse maluco. Ele não tem jogo para você”. E o manauara cruzou a direita por cima logo nos primeiros movimentos. Arisco, José Aldo acertou a linha de cintura e o rosto de Marlon Vera, demonstrando velocidade e vigor físico. A dois minutos do final, Marlon Vera buscou o clinche, tentou a queda, bem defendida pelo atleta canarinho. José Aldo tirou o pé do acelerador, Marlon Vera voltou a clinchar. Fim do segundo round.

José Aldo comemora a vitória sobre Marlon Vera  — Foto: Getty Images

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Novo uniforme do Fluminense homenageará os 115 anos do primeiro título oficial do clube

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Linha, que marca a segunda produzida pela Umbro, tem previsão de lançamento para maio; camisas de treino dos jogadores vazaram anteriormente

Os campeões de 1906 serão lembrados. A nova linha de uniformes do Fluminense, produzida pela Umbro, irá homenagear os 115 anos do primeiro título oficial do clube — o Campeonato Carioca de 1906. A previsão de lançamento é para maio, ainda sem data definida.

Importante: os novos uniformes não serão réplicas. Por exemplo, o Fluminense atuou com meiões pretos em 1906, o que nao é permitido pelo estatuto atualmente. O estilo será “clássico”, segundo pessoas que o viram, mas não terá o modelo antigo como base. 

O padrão segue o mesmo: o principal é o tradicional tricolor e a segunda é predominantemente branca, tendo detalhes em grená e verde.

No uniforme tricolor, as listras serão mais finas do que as da atual versão, também da Umbro. Na camisa dois, os detalhes em verde e grená estarão na manga e na gola. Também haverá um emblema em comemoração aos 115 anos do primeiro título oficial do Fluminense. 

Outros dois uniformes que vazaram fazem parte da linha a ser lançada oficialmente pela Umbro. Trata-se das camisas de treino dos jogadores, com uma predominantemente azul e a outra verde e cinza.

Camisa verde e cinza faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Camisa azul também faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Essa é a segunda vez que o Fluminense terá a Umbro como responsável por confeccionar toda a sua linha de material esportivo. O Fluminense aposta muito nesta parceria após o insucesso de suas últimas duas fornecedoras (Under Armour e Dry World).

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Empresários abocanham US$ 500 milhões com venda de jogadores de futebol

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Houve queda em relação a 2019, a Pandemia impactou arrecadação. Inglaterra é país mais lucrativo

Os empresários que atuam em negociações internacionais de jogadores de futebol masculino e feminino ganharam US$ 496 milhões em comissões em 2020, de acordo com relatório publicado pela Fifa (Federação Internacional de Futebol). 

O valor representa a 3ª maior arrecadação desde 2014, início da série histórica. Houve decréscimo em relação a 2019 e 2018, quando o total recebido pelos agentes foi de US$ 655 milhões e US$ 548 milhões, respectivamente.

O regulamento da Fifa para transferências internacionais de jogadores exige que clubes revelem os nomes e comissões de intermediários. As informações são utilizadas pela entidade para compor o relatório, divulgado anualmente.

O valor pago em comissão aos antes nas negociações em 2020 é expressivo, considerando que estudo da consultoria britânica KPMG apontou que a pandemia fez o investimento dos clubes das 5 principais ligas do futebol europeu em contratações de jogadores na temporada 2020/2021 cair quase 50% em relação à média das últimas 3 temporadas.

A maior parte do valor levantado nas transferência teve origem no continente europeu (US$ 474 milhões). Cerca de 95% das comissões tiveram origem em negociações de jogadores de clubes vinculados à Uefa (União das Associações Europeias de Futebol).

A Inglaterra liderou o ranking de países mais lucrativos aos empresários em 2020 (US$ 110 milhões), seguida por Itália (US$ 88 milhões), Portugal (US$ 69,2 milhões), Alemanha (US$ 64 milhões), França (US$ 34 milhões), Espanha (US$ 31 milhões) e Rússia (US$ 21,5 milhões).

O Brasil ocupa a 8ª colocação na lista. As negociações de jogadores que atuam em clubes do país país renderam US$ 13,7 milhões a agentes. As transferências que envolvem times ligados à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) representam apenas 3% (US$ 14,4 milhões) do total.

O relatório da Fifa aponta ainda que um ou mais agentes atuaram para concretizar 20,4% dos negócios fechados no ano passado. Ao todo, foram 16.433 transferências registradas em 2020, sendo que 3.346 tiveram envolvimento de empresários representando jogadores ou clubes.

Nos acordos com valores superiores a US$ 5 milhões, o percentual de empresários representando clubes compradores é de 55,4%. A taxa é de 34,8% no caso de agentes de clubes vendedores e de 44,9% para representantes de jogadores.

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