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Justiça condena Duvivier por tuíte que “mata o véio da Havan”

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O ator e comediante Gregório Duvivier foi condenado a pagar uma indenização de R$ 25 mil por danos morais ao empresário Luciano Hang. O motivo ? Uma publicação divulgada em sua conta no Twitter em maio de 2019.

A juíza Maria Cristina Slaibi, da 3ª Vara Cível do Rio de Janeiro entendeu que Duvivier excedeu o limite da liberdade de expressão quando escreveu em uma postagem: “to tisti alguem mata o véio da havan (sic)”.

Dias após a publicação, o próprio humorista voltou à rede social para enfatizar que não desejava a morte do empresário, notório apoiador do presidente Jair Bolsonaro. E que estava “apenas reproduzindo um meme”.

Em sua sentença, a juíza Maria Cristina ressaltou que, além de exceder a liberdade de expressão, ao utilizar o verbo matar, a condenação tem “caráter repressivo-pedagógico” e ordenou que o humorista retire o vero matar de sua publicação.

Duvivier x Velho da Havan: round 1

A derrota imposta a Duvivier é um novo episódio no embate que perdura desde agosto do ano passado. Na ocasião, o humorista venceu o primeiro processo contra Luciano Hang. E usou as redes sociais para comemorar o feito.

N época, a defesa do humorista argumentou que o apelido do empresário já era conhecido nacionalmente e que, dois dias depois da primeira postagem, Duvivier explicou a publicação nas redes: “Já que tudo tem q ser explicado mil vezes: não, eu não quero q ninguém mate o velho da Havan. Estava apenas reproduzindo um meme. Quero que todos tenham vida longa até o velho da Havan, que nem é tão velho assim. Bjo”, tuitou.

Para a juíza Maria Tereza Donatti, da Justiça do Rio de Janeiro, não houve nada demais na publicação. “O que temos é a irresignação de um cidadão diante de uma piada formulada por um humorista, nada além disso”, disse a magistrada ao rejeitar a queixa.

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Whindersson Nunes envia 217 cilindros de oxigênio a Manaus

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Engajado com os problemas da saúde no norte do Brasil, Whindersson Nunes compartilhou uma foto mostrando que enviou mais cilindros de oxigênio a Manaus, no Amazonas.

“Embarque de 217 cilindros feito hoje às 6h30, chegam hoje às 10h30 em Manaus. Já acordei suave, man”, postou o humorista. “Estamos engajados em salvar vidas”, completou.

Whindersson já havia iniciado as ações na semana passada. No sábado (16), ele mostrou que 60 respiradores seriam distribuídos em seis hospitais. “Mandei pra Manaus pra garantir que nenhum arrombado desvie os aparelhos, hoje em dia está difícil confiar”, postou.

A capital amazonense entrou em colapso em meio à pandemia do novo coronavírus por conta do aumento de pacientes infectados pela Covid-19. Até o balanço divulgado em 16 de janeiro, o Amazonas havia contabilizado 229.367 infectados e 6.123 mortes causadas pelo coronavírus.

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Companheira de Paulinho do Roupa Nova briga na Justiça por herança

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Elaine Soares Bastos Mendes entrou com ação solicitando reconhecimento de união estável com cantor, que morreu há pouco mais um mês; ela alega que os filhos do artista a deixaram de fora do inventário; Twigg, primogênita de Paulinho, afirma que não procede a alegação da ex-companheira do pai

A psicóloga e advogada Elaine Soares Bastos, de 52 anos, companheira de Paulinho, vocalista do grupo Roupa Nova que morreu há um mês e quatro dias depois de complicações da Covid-19, entrou na Justiça contra Twigg de Souza Santos e Pedro Paulo Castor dos Santos, filhos do músico, a fim de solicitar o reconhecimento de união estável com Paulinho. Elaine afirmou que os os dois não a incluíram no inventário sobre a questão da divisão de bens do vocalista do Roupa Nova. A notícia foi dada em primeira mão pelo portal Grande Tijuca, do Rio.

“Soube que eles abriram o inventário logo depois da morte do pai, no dia 16 de dezembro, na 7ª Vara da Comarca da capital, e não me incluíram. Desde o início, queria fazer tudo de forma consensual, não queria, nem quero, briga nem confusão. Vivi durante 16 anos com o Paulinho uma vida marital. Nosso acervo de fotos de viagens já mostra. A vida do Paulinho era eu e ele era a minha vida. Ele era totalmente dependente emocionalmente de mim e eu também dele”, afirmou.

Elaine afirmou que vivia para o músico, por quem era apaixonada. “O Paulinho me chamava de ‘namorada’. Sou dependente dele no IRPF desde 2006 e já dei entrada no INSS para ter direito à pensão. O que estou fazendo é uma regulamentação de união estável, mas os filhos dele estão dificultando porque querem que eu vá para a rua, virar mendiga”, afirmou.

A psicóloga disse estar extremamente abalada com a perda do companheiro e que está vivendo à base de remédios psiquiátricos. “Tudo o que fiz foi por amor e faria novamente. O Paulinho começou com o linfoma em 2017. Em agosto do ano passado, foi internado no CHN (hospital em Niterói) para fazer o transplante. Fiquei 33 dias com ele no hospital. Quando ele teve alta, pegou Covid-19. E eu também. A maior preocupação dele era como ia ficar o meu padrão de vida, ele queria montar algo para mim. Fiquei muito surpresa por não ter sido incluída no inventário porque não esperava. Fiquei 16 anos casada com ele. Estou vivendo o meu luto. Só saio de casa para ir ao psiquiatra e volto”, falou.

 

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