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Justiça penhora receitas de partidas na arena do Palmeiras

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Penhora de cerca de R$ 1,5 milhão se deu por conta de débito com empresa que alugou geradores no fim de 2014, meses iniciais do Allianz Parque

A Justiça penhorou cerca de R$ 1,5 milhão que o Allianz Parque receberá com partidas do Palmeiras. A decisão faz parte de processo movido pela Power Brasil, que alugou geradores em novembro e dezembro de 2014, exatamente os primeiros meses de operação da arena do Verdão, administrada pela WTorre. A informação é do jornal Estado de São Paulo.

A decisão foi publicada no dia 6 pela juíza Carolina de Figueiredo Dorlhiac Nogueira, da 38ª Vara Cível. A sentença diz que Palmeiras, Allianz Seguros, que é detentora do naming rights do estádio, a empresa que vende ingressos de jogos e os responsáveis pelos estacionamentos do local têm prazo de 30 dias para depositar em juízo valores que seriam destinadas à arena.

A ação é movida contra a Real Arenas Empreendimentos Imobiliários S/A, pertencente ao grupo WTorre. A locação de geradores entre novembro e dezembro de 2014 custaria, inicialmente, R$ 389 mil. A Power Brasil alegou falta de pagamento e foi à Justiça. Em abril de 2019, houve bloqueio das contas da Real Arena para saldar a dívida, então avaliada em R$ 1.428.348,20, mas o valor disponível encontrado foi de somente R$ 18.473,89. Em novembro, foram penhorados os direitos da Real Arenas, que pediu efeito suspensivo.

Fechada desde 16 de março, por conta da pandemia do coronavírus, a arena cedeu sua estrutura para a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe influenza, em 23 de março. Sem faturar com a ausência de partidas de futebol e eventos por conta da pandemia, a WTorre, administradora da arena, realizou um corte no quadro de funcionários.

O Allianz Parque anunciou que aproveitará esse período sem eventos para se transformar em drive-in: com aval de autoridades de saúde, permitirá que carros entrem no gramado para que as pessoas assistam a filmes, shows e palestras em seus telões. Tornou-se possível receber veículos no campo por conta da instalação do piso sintético, em fevereiro. Ainda não foi divulgado quando começarão essas sessões de cinema, chamadas “Arena Sessions”.

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Ex-BBB Arthur Picoli é apresentado oficialmente como jogador de futebol 7 do Flamengo

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Anúncio do capixaba foi feito por meio das redes sociais. Ele estava como apresentador da FlaTV e foi convidado para integrar o time nesta quarta-feira

Após aceitar o convite para integrar o time de Futebol 7 do Flamengo, o ex-BBB Arthur Picoli foi apresentado oficialmente como novo reforço do Rubro-Negro na grama sintética.

Por meio das redes sociais, o capixaba de Conduru, distrito de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do estado, posou para as fotos com a camisa do clube. Na postagem ele novamente agradeceu a oportunidade, declarou ser um dia especial e estar realizando um sonho. Confira na íntegra.

O perfil oficial do Flamengo Fut7 também fez o anuncio da contratação do capixaba para a temporada. O time é o atual campeão da Liga Fut7 Nacional e defende uma invencibilidade de um ano no esporte mais praticado no país. 

Além disso, a equipe estreia este final de semana na Copa do Brasil e terá pela frente ainda o Campeonato Carioca, Liga Fut7 Nacional e a Liga das Américas, que equivale a Libertadores da modalidade e será disputada no Chile.

O gestor do futebol 7 rubro-negro, Christhian Rojas, afirmou que a ideia veio do diretor da modalidade, Bruno Almeida, e foram apresentados vários fatores positivos que contribuíram para a decisão.

“Quando nosso diretor trouxe a ideia vimos que era boa. O Arthur é bom jogador e chega, já sabendo da grandeza do projeto e, certamente, nos ajudará nas competições”, disse Rojas.

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Medalha de ouro é acusado de fazer parte de grupo terrorista

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Javad Foroughi, campeão no Tiro Esportivo, foi apontado como membro de uma das forças do Estado Islâmico pelo grupo United for Navid, atuante em prol dos direitos humanos no Irã

Uma grande polêmica foi levantada após Javad Foroughi conquistar a medalha de ouro no Tiro Esportivo, na pistola de ar de 10m. De acordo com o grupo United for Navid, que cobra ações imediatas do Comitê Olímpico Internacional (COI), o iraniano é “membro atual e antigo” da Força Quds do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica, designado como organização terrorista.

Javad Foroughi, medalha de ouro no Tiro Esportivo em Tóquio — Foto: Ann Wang / REUTERS

O United for Navid foi criado após a execução do lutador iraniano Navid Afkari, e vem pedindo frequentemente punições ao Irã por conta de violações aos direitos humanos e à Carta Olímpica. Em sua acusação, o grupo pede à Comissão de Ética do COI que inicie uma investigação imediata, ou então será “cúmplice na promoção do terrorismo e de crimes contra a humanidade”.

No comunicado divulgado, o United for Navid ainda exige que, enquanto a investigação esteja em curso, todos os prêmios e medalhas conquistados por Javad Foroughi sejam suspensos. O Irã vem enfrentando pressão diante do COI por continuar se recusando a permitir que seus atletas enfrentem israelenses em competições.

– Conceder uma medalha de ouro olímpica a um membro de uma organização terrorista é uma afronta terrível aos atletas e aos ideais olímpicos e deixa uma marca negra no COI – disse o grupo.

Vale lembrar que, em abril, a Federação Internacional de Judô baniu o Irã por um período de quatro anos depois que o país instruiu Saeid Mollaei a evitar enfrentar um adversário de Israel no Campeonato Mundial de 2019. Até aqui, foi a única entidade a punir o Irã diante da postura polêmica adotada há um bom tempo. O COi ainda não se manifestou sobre o caso.

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