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Mundo Cristão

Ladrões fogem e pedem desculpas ao descobrir que vítimas se preparavam para batismo

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Igreja do Amor realizava o batismo de fiéis de sua célula na capital do Maranhão.

Um vídeo no perfil do Instagram do Pr. Arthur Pereira mostra o momento em que ladrões entram no local onde a Igreja do Amor estava se preparando para batizar os membros de sua célula, na noite de segunda-feira (14), em São Luiz do Maranhão.

Sem saber do que se tratava, os homens entraram na casa e pediram para as pessoas se deitarem no chão. Ao descobrirem que era o evento de uma igreja, os homens pediram desculpas e abandonaram o local.

“Deus faz assim! Hoje, quando estávamos nos preparando para o batismo dos membros da nossa célula em São Luiz, no Maranhão, fomos surpreendidos”, diz a legenda do vídeo que mostra a correria de pessoas e outras rendidas e deitadas no chão.

“Os voluntários estavam na frente da casa fazendo a recepção quando quatro assaltantes os abordaram, pediram os celulares colocaram todos no chão, então alguém falou que aquele era um evento da igreja”, explica a legenda.

Ao receber aquela informação, os homens se desculparam antes de saírem do recinto. “Imediatamente os assaltantes PEDIRAM DESCULPAS e foram embora!! Esse é só um lembrete pra lhe dizer: Deus nunca perde o controle e está cuidando de nós em todo o tempo! Glória a Deus”.

Com sede em Pernambuco, a Igreja do Amor é liderada pelo Pr. Arthur Pereira e sua esposa Thalita.

Em março deste ano, a Igreja do Amor batizou mais de 500 pessoas na Praia do Janga, no Litoral Norte de Pernambuco. O evento foi considerado pela denominação como um dia histórico.

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Mundo Cristão

Igreja Deus é Amor sofre tentativa de golpe de R$ 194 milhões

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A Igreja Deus é Amor procurou a polícia e o Judiciário relatando ter sido alvo de uma tentativa de um golpe milionário em Gilbués, cidade de cerca de 10 mil habitantes no interior do Piauí.

De acordo com o relato feito pela Igreja, com base em documentos falsos, golpistas entraram com um processo na Justiça do município, localizado a cerca de 770 km de Teresina, cobrando uma suposta dívida de R$ 194 milhões.

A dívida, segundo o processo, seria referente à compra de duas fazendas no interior do Estado, em 2014, uma de 12 mil hectares e outra de 9.800.

Antes que a Deus é Amor pudesse se manifestar na ação, a Justiça de Gilbués determinou o bloqueio de R$ 194 milhões das contas bancárias da igreja. Na sequência, ordenou a penhora de 10% dos valores bloqueados. Cerca de R$ 5 milhões chegaram a ser transferidos para outra agência bancária.

A Igreja, fundada em 1962 pelo missionário David Miranda (que morreu em 2015 aos 79 anos), soube da ordem de bloqueio pelo Banco do Brasil e, assustada com os valores envolvidos, procurou a polícia relatando a tentativa de fraude.

“O contrato é falso”, afirmou à polícia e à Justiça. “A Igreja Pentecostal Deus é Amor nunca, jamais, em tempo algum, firmou o instrumento contratual executado, tampouco recebeu a posse de qualquer fazenda.”

Misteriosamente, depois que a polícia e a Justiça foram acionadas pelos advogados da igreja, o autor do processo solicitou a extinção da cobrança alegando “questões de foro íntimo”.

A ordem de bloqueio foi revogada. Nenhum valor chegou a ser sacado.

Não se sabe ainda se a pessoa que assina o processo tem, de fato, envolvimento no caso. É possível que os golpistas tenham usado indevidamente seu nome, por meio de documentos pessoais falsificados, para tentar viabilizar a fraude.

Não se sabe sequer ainda se as fazendas existem realmente.

A Justiça de Gilbués solicitou ao Ministério Público que também investigue o caso.

A coluna não conseguiu localizar a pessoa citada como autora do processo.

A igreja não concedeu entrevista.

Com aproximadamente 1,1 milhão de fiéis, a Deus é Amor possui mais de 22 mil igrejas no Brasil e tem filiais em 136 países.

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Gilmar Mendes mantém voto contra liberação de cerimônias religiosas; votação segue hoje

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Julgamento acontece após decisão conflitante que vinha permitindo, nos últimos dias, a realização de cerimônias com público pelo país

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve, nesta quarta-feira (7), sua decisão contra a realização de cerimônias religiosas com público presente no estado de São Paulo, na fase emergencial de combate à pandemia do novo coronavírus. Apesar de ser um processo referente ao estado de São Paulo, o entendimento, na prática, segue a linha de que estados e municípios têm a prerrogativa de determinar um possível fechamento desses espaços.

Isso porque o julgamento acontece após decisão conflitante que vinha permitindo, nos últimos dias, a realização de cerimônias com público pelo país. No sábado (3), o ministro Nunes Marques liberou a presença de público em cerimônias religiosas, respeitando o limite de 25% da lotação. A decisão contrariou decisões locais, como a da Prefeitura de Belo Horizonte, que havia vetado público em igrejas. O Supremo já tinha determinado, no ano passado, que estados e municípios têm prerrogativas para também criar regras de isolamento.

Na segunda-feira (5), Gilmar Mendes concedeu decisão contrária à de Nunes Marques e julgou improcedente o pedido do partido PSD contra decreto do governo de São Paulo que veta público nesse tipo de cerimônia na fase emergencial, iniciada no dia 15 de março. Após as decisões conflitantes, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, decidiu submeter a decisão de Gilmar Mendes ao plenário, para que os 11 ministros deliberem sobre o tema.

Nesta quarta, Gilmar Mendes citou decisão do ano passado que já garantiu aos estados a prerrogativa de criar regras de quarentena sem que elas possam ser revogadas por outros entes, como o governo federal. “Não fora essa decisão, o nosso quadro sanitário estaria ainda pior do que se encontra”, afirmou.

Ele citou que a decisão do governo paulista sobre fechamentos na fase emergencial vedou não só as atividades religiosas, mas também o atendimento presencial ao público em bares, restaurantes, shoppings, praias e parques, entrou outros.

Após seu voto, o julgamento foi suspenso e deverá ser retomado na quinta-feira (8).

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