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Internacional

Ladrões roubam ponte de 500 toneladas e 18 metros em trabalho de dois dias

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A ponte de ferro foi roubada por ladrões que se passaram por funcionários de Departamento de Recursos Hídricos da Índia

Uma a ponte de ferro de 500 toneladas e 18 metros de comprimento foi roubada no último dia 5 de abril por ladrões que se passaram por funcionários do Departamento de Recursos Hídricos de Bihar, na Índia. Um funcionário do departamento e outros sete foram presos no domingo (10) no distrito de Rohtas.

A ponte, construída em 1976, localizada na vila de Amiyawar, a cerca de 40 km da sede do distrito de Sasaram, foi roubada por ladrões que se passaram por funcionários do departamento e usaram máquinas pesadas como JCB, vans, cilindros e cortadores de gás para desmontar a ponte e levá-la embora.

“As pessoas vieram com máquinas pesadas, cortadores e trabalharam por dois dias durante o dia para desmontar a ponte”, disse Gandhi Chaudhary, um morador local.

A ponte foi declarada abandonada há cinco anos, depois que uma ponte paralela de concreto foi construída a 150 pés de distância dela, cerca de 15 anos atrás.

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O superintendente de polícia de Rohtas, Ashish Bharti, disse que uma “SIT (Equipe Especial de Investigação) sob um vice-superintendente de polícia foi formada para prender os ladrões e desvendar o caso”. A polícia prendeu Singh da Divisão do Canal de Sone e sete outras pessoas supostamente envolvidas no roubo. Singh também atuou como Diretor Subdivisional do departamento.

A venda de sucata de metal pode ser um negócio lucrativo na Índia, onde são comuns casos de roubo de peças de metal de propriedade pública para vender em grandes ferro-velhos desorganizados por dinheiro rápido.

“Estão sendo feitas incursões para prender outras três e quatro pessoas supostamente envolvidas no caso de roubo da ponte e que foram identificadas, e também para recuperar restos de ferro da ponte”, acrescentou o SP.

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Internacional

Caça escolta avião de passageiros após ameaça de bomba

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Vídeo mostra F-18 sinalizando para jato comercial segui-lo. Incidente foi causado por trote de um adolescente britânico que estava a bordo. Jovem foi preso pela polícia espanhola

Um voo da easyJet indo de Londres para a ilha de Menorca, na Espanha, neste domingo (3), foi escoltado ao seu destino por um caça espanhol depois que um adolescente britânico a bordo fez uma ameaça de bomba nas redes sociais, informou a polícia nesta segunda-feira (4).

O jovem, de 18 anos, que viajava com cinco amigos, passou a noite na prisão e aguarda uma audiência no tribunal, disse um porta-voz da Guarda Civil da Espanha.

As imagens do incidente mostraram um jato F-18 voando perto das pontas das asas laranja da aeronave A-319 da companhia aérea comercial, que normalmente transporta entre 120 e 150 passageiros.

O caça é visto balançando as asas, um gesto conhecido na aviação como sinal de que o outro piloto deve segui-lo, enquanto passageiros, preocupados, podem ser ouvidos discutindo o que está acontecendo e uma mulher pergunta: “Por que ele está fazendo isso?”.

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Aviões militares geralmente interceptam uma aeronave civil quando o controle de tráfego aéreo terrestre perde contato com ela ou há uma ameaça percebida à aeronave ou aos passageiros devido a um aviso de bomba, objeto suspeito ou atividade terrorista temida.

Reportagem da Reuters informa que o voo EZY8303 da easyJet, que saiu do aeroporto de Londres Gatwick às 13h, pousou em segurança no aeroporto de Menorca, nas Ilhas Baleares, com meia hora de atraso, pouco antes das 17h, e foi escoltado para uma área de segurança.

Lá, o adolescente foi preso e, durante um período de duas horas, os passageiros foram desembarcados um a um e solicitados a identificar suas bagagens para verificação por cães farejadores e especialistas em desmonte de bombas, segundo a Guarda Civil.

Outros voos de Menorca foram interrompidos pelo incidente.

Um porta-voz da companhia confirmou que o voo foi escoltado por uma aeronave militar e houve um atraso no desembarque devido a verificações de segurança preventivas, mas não deu detalhes sobre a causa.

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“A segurança de seus passageiros e tripulantes é sempre a maior prioridade da easyJet e gostaríamos de agradecer aos passageiros pela compreensão”, disse ele.

A reportagem não fornece detalhes da ameaça feita pelo adolescente.

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Internacional

Três pessoas são presas após ao menos 50 mortos serem encontrados em caminhão abandonado nos EUA

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Além dos cerca de 50 cadáveres, dezesseis pessoas foram encontradas com vida no veículo, sendo quatro crianças. Elas foram levadas a hospitais da região

A polícia dos Estados Unidos prendeu três pessoas supostamente ligadas ao caminhão encontrado com ao menos 50 mortos próximo à cidade de San Antonio, no Texas.

O Departamento Interno de Segurança Interna dos EUA assumiu a investigação do caso. A prisão do trio foi confirmada, mas não se sabe qual a ligação dos suspeitos com as mortes.

O caminhão onde estavam as vítimas foi abandonado em uma estrada remota pouco antes das 18h locais da última segunda (27).

Conforme o chefe da polícia local, William McManus, um funcionário da cidade ouviu um grito de socorro de dentro do veículo e descobriu a situação. Um funcionário do Corpo de Bombeiros da cidade disse que encontrou “pilhas de corpos” e nenhum sinal de água no local.

“Os pacientes que vimos estavam quentes ao toque, estavam sofrendo de insolação, exaustão. Era um trator-reboque refrigerado, mas não havia unidade de ar condicionado visível naquela plataforma”, afirmou o chefe dos bombeiros de San Antonio, Charles Hood, em entrevista coletiva.

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A hipótese inicial é que as vítimas sejam imigrantes, que entraram no país de forma ilegal. A tragédia levantou mais uma vez o debate sobre as políticas migratórias dos Estados Unidos.

Além dos cerca de 50 cadáveres, dezesseis pessoas foram encontradas com vida no veículo, sendo quatro crianças. Elas foram levadas a hospitais da região.

Governador culpa Biden

Governador do Texas, o republicano Greg Abbott repercutiu na última segunda o episódio e responsabilizou o presidente norte-americano, Joe Biden, pelo ocorrido.

“Essas mortes são culpa de Biden. São resultado de sua política mortal de fronteiras abertas. Elas evidenciam as consequências mortais de sua recusa em fazer cumprir a lei”, afirmou em postagem no Twitter.

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