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Liderado por Neymar, PSG quer fazer história contra favorito Bayern

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O Paris chega pela primeira vez à final da Champions League, já os alemães foram campeões do torneio mais importante de clubes do mundo cinco vezes

Mais perto do que nunca de conquistar a Liga dos Campeões pela primeira vez, o Paris Saint-Germain, guiado pelo talento de Neymar e Kylian Mbappé, terá pela frente, neste domingo, o maior desafio da temporada, o pentacampeão Bayern de Munique, que chega à final com 100% de aproveitamento no torneio.

“Não estão só falando, estão fazendo”, comentou o técnico do PSG, Thomas Tuchel, ao se referir a Neymar e Mbappé, principais estrelas do projeto bilionário que, enfim, terá a chance de obter o título mais importante do continente.

Do outro lado está o poderoso Bayern. Mesmo exposto a riscos com a defesa sempre adiantada e laterais que sobem bastante ao ataque, o time treinado por Hansi Flick tem provado desde o início da temporada que este DNA ofensivo ainda não encontrou rival à altura: os bávaros venceram todas as partidas nesta edição da Champions.

A equipe ideal de Flick era com Benhamin Pavard como lateral-direito e Joshua Kimmich no meio, mas, antes da viagem a Lisboa, o francês sofreu uma lesão no pé esquerdo.

Com o alemão na lateral, o esquema deu certo nas quartas e nas semifinais, mas Pavard voltou a atuar no segundo tempo da vitória de 3 a 0 sobre o Lyon, o que pode significar um retorno à escalação original na decisão.

Outra dúvida de Tuchel é o zagueiro Jérôme Boateng, que precisou ser substituído no intervalo da semifinal, por Niklas Süle, devido a problemas musculares.

No ataque, uma possível alteração seria a entrada de Kingsley Coman no lugar de Ivan Perisic, mas o bom rendimento do croata contra Barcelona e Lyon dificulta essa hipótese.

O PSG deverá repetir no domingo a formação 4-3-3 utilizada na vitória de 3 a 0 sobre o RB Leipzig, com um ataque composto por Ángel Di Maria – destaque da semifinal -, Mbappé e Neymar, que ainda não balançou as redes desde que a competição migrou para Lisboa.

É possível que Marco Verratti, que entrou no segundo tempo na semifinal, comece jogando na vaga de Paredes, compondo o meio de campo com Marquinhos e Ander Herrera.

No histórico do confronto, PSG e Bayern se enfrentaram oito vezes pela Liga dos Campeões, entre 1994 e 2017, com cinco vitórias do clube parisiente e três do bávaro.

Se o Bayern chegou à final com ataque potente comandado por Robert Lewandowski, artilheiro da competição, com 15 gols marcados, o PSG não só pelas individualidades de Neymar, Mbappé e Di Maria, mas também pela defesa, que sofreu apenas cinco jogos.

Esta será a primeira final de uma competição continental para ambos os treinadores alemães. Flick, no entanto, já teve a experiência de perder uma decisão como jogador, em 1987, quando o Bayern de Munique foi derrotado por 2 a 1 pelo Porto.

O elenco atual do Bayern conta com alguns jogadores que foram campeões no último título do clube, em 2013: Manuel Neuer, Boateng, David Alaba, Thomas Müller e Javi Martínez.

Prováveis escalações

Paris Saint-Germain: Rico; Kehrer, Thiago Silva, Kimpembe e Bernat; Verratti, Marquinhos e Herrera; Di María, Neymar e Mbappé. Técnico: Thomas Tuchel.

Bayern de Munique: Neuer; Kimmich, Boateng, Alaba e Davies; Goretzka, Thiago Alcântara, Gnabry, Müller e Perisic; Lewandowski. Técnico: Hansi Flick.

Árbitro: Daniele Orsato (Itália), auxiliado pelos compatriotas Lorenzo Manganelli e Alessandro Giallatini.

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Inter soma quase triplo de pontos do São Paulo em seis rodadas e esquenta disputa pelo título

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Colorado arranca de sexto para segundo lugar e pode tomar a liderança do Tricolor na quarta

As seis vitórias consecutivas do Internacional no Brasileirão dizem muito sobre a arrancada colorada em busca do título. Mas também mostram a derrapagem do São Paulo, que chegou a abrir sete pontos de vantagem para o segundo colocado.

Nos últimos seis jogos no torneio, o Inter somou 18 pontos, 100% de aproveitamento e se transformou em um sério candidato à taça. O São Paulo obteve apenas sete pontos (38,8%) e pode perder a liderança para o próprio Colorado no jogo com cara de final, quarta, às 21h30, no Morumbi.

A mudança começou a partir da 25ª rodada. Enquanto o Colorado vencia o Botafogo, o Tricolor perdia para o rival Corinthians. Mesmo assim, a vantagem ainda era de nove pontos.

Pouco mais de um mês depois, o Inter bateu o próprio recorde de vitórias seguidas (seis) entre todos os clubes nesta edição da Série A ao fazer 4 a 2 no Fortaleza, na noite de domingo, no Beira-Rio.

O São Paulo empatou por 1 a 1 com o Athletico, em Curitiba, e passou a acumular três jogos de jejum no torneio. Só um ponto separa os times na tabela.

O Inter em seis jogos (seis vitórias)

  • 25ª rodada: Inter 2 x 1 Botafogo
  • 26ª rodada: Inter 2 x 0 Palmeiras
  • 27ª rodada: Bahia 1 x 2 Inter
  • 28ª rodada: Ceará 0 x 2 Inter
  • 29ª rodada: Inter 1 x 0 Goiás
  • 30ª rodada: Inter 4 x 2 Fortaleza

O São Paulo em seis jogos (duas vitórias, três derrotas e um empate)

  • 25ª rodada: Corinthians 0 x 1 São Paulo
  • 26ª rodada: São Paulo 3 x 0 Atlético-MG
  • 27ª rodada: Fluminense 1 x 2 São Paulo
  • 28ª rodada: Bragantino 4 x 2 São Paulo
  • 29ª rodada: São Paulo 0 x 1 Santos
  • 30ª rodada: Athletico 1 x 1 São Paulo

Diferença chegou a ser de 12 pontos

Antes da série perfeita, o Inter parecia fora da disputa pelo título. Ao fim da 24ª rodada, quando empatou por 2 a 2 com o Atlético-MG, no Mineirão, o Colorado tinha 38 pontos e estava em sexto lugar.

O São Paulo ainda vivia um momento mágico em campo e uma lua de mel com a torcida. O Tricolor bateu o Sport por 1 a 0, no Morumbi, e foi a 50 pontos, abrindo 12 para os gaúchos e sete acima do Galo, vice-líder na ocasião.

Relação ataque x defesa explica muito

Fernando Diniz em Athletico x São Paulo — Foto: Geraldo Bubniak / Estadão Conteúdo

A evolução do Internacional no Brasileirão passa diretamente pelo aproveitamento ofensivo e a solidez defensiva. Em seis rodadas, o time marcou 13 gols, enquanto o São Paulo balançou as redes somente oito vezes. No total, o Tricolor ainda tem dois a mais: 50 a 48.

E o Inter nem precisou de muitos gols de Thiago Galhado, ainda artilheiro do Brasileirão (16). O nome da vez é o de Yuri Alberto. O garoto de 19 anos ganhou espaço com a chegada de Abel Braga e foi o autor de quatro dos 13 gols durante a arrancada.

O São Paulo não conseguiu manter o poder de ataque sem Luciano, com um problema na perna esquerda. Artilheiro do time na competição, com 12 gols, ele só jogou contra Corinthians e Fluminense e não atua há três rodadas. Brenner também caiu de rendimento e não marca há três partidas no torneio.

Mesmo assim, o jogador de 21 anos ainda é o “artilheiro” durante a sequência de seis partidas, ao lado de Tchê Tchê, com dois gols.

Na defesa, os gaúchos também estão melhores. Foram apenas quatro gols sofridos contra oito dos paulistas. Eles estão empatados em terceiro como os times menos vazados do torneio, com 28 – o Grêmio lidera (24) seguido pelo Palmeiras (26).

Abel Braga em partida do Inter — Foto: Ricardo Duarte/Divulgação Inter

Abel acha o time; Diniz vê esquema em xeque

A solidez defensiva é um dos principais trunfos do Inter. Contestado na “era Coudet”, o setor ficou menos exposto. Não joga mais tão adiantado. O técnico adota um posicionamento mais conservador, perto da área de Marcelo Lomba.

Rodrigo Moledo, que foi reserva de Bruno Fuchs e, posteriormente, de Zé Gabriel, voltou a formar dupla com Víctor Cuesta na zaga até sofrer uma lesão grave no joelho. O jovem Lucas Ribeiro assumiu a vaga contra o Fortaleza com a missão de manter a boa fase do setor.

Fernando Diniz voltou a enfrentar questionamentos da torcida pelas últimas atuações. O futebol envolvente do São Paulo deu lugar a exibições bem menos produtivas.

Contra Corinthians, Grêmio (no Morumbi) e Santos, o Tricolor foi muito bem marcado e não conseguiu criar tantas chances como estava acostumado. Daniel Alves, Igor Gomes e Gabriel Sara, outros destaques na boa fase, hoje já não produzem tanto. Diniz, porém, não dá demonstrações de que mudará a forma de o time jogar.

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Tóquio-2020 anuncia redução drástica de atletas na cerimônia de abertura

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De acordo com o jornal, cerca de 6.000 atletas participarão do evento, contra os mais de 11.000 programados para competir em Tóquio

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio anunciaram nesta segunda-feira que, devido à pandemia de covid-19, vão reduzir o número de atletas nas cerimônias de abertura e de encerramento – uma medida que pode afetar milhares de atletas.

“Para garantir a proteção e a segurança dos atletas e simplificar as operações durante os Jogos de Tóquio, achamos necessário reconsiderar o número de participantes nas cerimônias de abertura e de encerramento”, afirmaram os organizadores.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) planeja reduzir esse número quase à metade na cerimônia de abertura, prevista para 23 de julho, informa o jornal Yomiuri Shimbun. De acordo com o jornal, cerca de 6.000 atletas participarão do evento, contra os mais de 11.000 programados para competir em Tóquio.

Os organizadores explicaram que os números ainda não foram divulgados, porque os detalhes estão sendo acertados com o COI. Segundo o Yomiuri Shimbun, essa redução drástica de participantes se deve às restrições sanitárias que limitam o tempo de permanência na vila olímpica.

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