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Internacional

Macacos atacam agentes de saúde e pegam amostras de sangue com coronavírus na Índia

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Os macacos vêm adentrando cada vez mais em assentamentos humanos, causando distúrbios, chegando a atacar pessoas. Ambientalistas dizem que a destruição do habitat natural é a principal razão para eles migrarem para áreas urbanas em busca de alimento.

Um grupo de macacos atacou um profissional de saúde e pegou amostras de sangue de pacientes que tiveram diagnóstico positivo do coronavírus na Índia, disseram autoridades nesta sexta-feira.

O ataque ocorreu nesta semana quando um técnico de laboratório percorria o campus de uma universidade médica estatal de Meerut, situada 460 quilômetros ao norte de Lucknow, capital do Estado de Uttar Pradesh.

“Macacos agarraram e fugiram com as amostras de sangue de quatro pacientes de Covid-19 que estão em tratamento… tivemos que tirar amostras de sangue de novo”, contou o douto S. K. Garg, uma autoridade graduada da universidade.

As autoridades disseram que não têm certeza se os macacos derramaram as amostras de sangue, mas pessoas que moram perto do campus arborizado temem uma disseminação ainda maior do vírus se os macacos levarem as amostras para áreas residenciais.

Garg disse que tampouco está claro se os animais podem contrair o coronavírus se tiverem contato com sangue infectado.

“Não tem se encontrado indícios de que macacos podem contrair a infecção”, disse Garg à Reuters.

Acredita-se que o vírus passou de animais para pessoas no mercado de animais silvestres da cidade chinesa de Wuhan no final do ano passado.

A Índia teve 165.799 casos de coronavírus e 4.706 mortes até agora.

Os macacos vêm adentrando cada vez mais em assentamentos humanos da Índia e causando distúrbios, chegando a atacar pessoas. Ambientalistas dizem que a destruição do habitat natural é a principal razão para eles migrarem para áreas urbanas em busca de alimento.

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Internacional

Terremoto na Indonésia deixa mortos e dezenas de feridos

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Milhares tiveram de deixar suas casas. Agência meteorológica do país alertou para risco de tremores secundários, fortes o suficiente para produzirem um tsunami.

Um terremoto de magnitude 6,2 atingiu nesta sexta-feira (15) a ilha de Sulawesi, na Indonésia. Ao menos 35 pessoas morreram e outras dezenas ficaram feridas, segundo o governo local.

Milhares de pessoas tiveram de deixar suas casas após o tremor.

O governo indonésio diz que dezenas de casas, dois hotéis e um prédio público que abriga o escritório do governador ficaram severamente danificados pelos tremores.

A agência meteorológica do país alertou para o risco de tremores secundários, fortes o suficiente para produzirem um tsunami.

O epicentro do tremor ocorreu a 18,4 km de profundidade e a 6 km da cidade de Majene, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que monitora a atividade sísmica pelo mundo.

MAPA: Terremoto na Indonésia — Foto: G1 Mundo

Círculo de Fogo do Pacífico

A Indonésia fica na região conhecida como Círculo de Fogo do Pacífico, com intensa atividade sísmica devido ao encontro entre placas tectônicas. Terremotos e vulcões são comuns na área, e frequentemente países com litoral no Pacífico sofrem com os efeitos de fenômenos do tipo.

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Internacional

Pence descarta invocar 25ª Emenda para destituir Trump

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Emenda alega que presidente não tem condição de comandar o país. Presidente diz que há ‘risco zero’ de sair até semana que vem

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, descartou na noite de terça-feira (12) que invocará a 25ª emenda à Constituição do país para destituir o presidente em fim de mandato, Donald Trump, uma manobra defendida por congressistas do Partido Democrata, em especial a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.

“Não acredito que tal curso de ação seja do melhor interesse de nossa nação ou seja consistente com nossa Constituição”, disse Pence em carta enviada a Pelosi.

A Câmara está se preparando para votar uma resolução para cobrá-lo a ativar esse procedimento. Isso porque, sob a seção quatro dessa emenda, o vice-presidente e uma maioria do gabinete de governo podem declarar o presidente sem condições de liderar o país.

Se o presidente se opusesse e não houvesse um acordo, o Congresso resolveria a disputa.

“Na semana passada, não cedi a pressões para exercer além de minha autoridade constitucional para determinar o resultado da eleição, e não cederei agora aos esforços da Câmara dos Representantes para jogar jogos políticos em um momento tão sério na vida de nossa nação”, declarou Pence.

O vice-presidente fez uma alusão tácita à pressão de Trump para que ele interferisse na sessão única das duas casas do Congresso que foi convocada na semana passada para ratificar a vitória de Joe Biden na eleição presidencial de novembro do ano passado.

Pence advertiu que o uso desta emenda, criada após o assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963 e em meio à Guerra Fria para proteger o governo em casos de doença súbita do presidente, “abriria um precedente terrível”.

“Peço a você e a todos os membros do Congresso para que evitem ações que dividiriam e inflamariam ainda mais as paixões do momento”, acrescentou o vice.

“Prometo que continuarei a fazer minha parte para trabalhar de boa fé com a administração entrante para garantir uma transição ordenada de poder”, concluiu.

Horas antes, em um discurso durante sua visita ao muro na fronteira com o México, Trump disse que há “risco zero” de ser destituído sob o processo estabelecido pela 25ª emenda.

Após a invasão do Capitólio ocorrida no último dia 6 e que deixou cinco pessoas mortas, incluindo um policial, Washington será reforçada com mais de 10 mil membros da Guarda Nacional antes da cerimônia de posse de Biden, na quarta-feira da semana que vem.

 

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