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Medicina e Saúde

Manter a casa fechada em dias de frio pode levar a problemas de saúde. Saiba o motivo

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A queda das temperaturas favorece problemas respiratórios, como alergias, por exemplo, mas, ao contrário do que se pensa, impedir a renovação constante do ar pode ser pior

Em épocas de temperaturas mais baixas, é comum que as pessoas fechem as janelas e varandas de casa para evitar correntes de ar frio. Porém, é necessário entender que o hábito pode desencadear sérios problemas de saúde

Manter a casa arejada permite que o ar permaneça em movimento nos ambientes contribuiu para evitar doenças e quadros de alergia, por exemplo. Alguns agentes causadores desses quadros costumam circular com mais frequência no fim do outono e início do inverno. Época em que as doenças respiratórias acometem mais a população. 

Manter tudo fechado impede a renovação do ar, minimizando a propagação de vírus, como o coronavírus, e bactérias. Lugares fechados, sem circulação de ar favorecem também o surgimento de mofo. 

Crianças e idosos têm o sistema imunológico mais frágil e por esse motivo, os cuidados devem ser ainda maiores nos quartos onde dormem. É fundamental que esses ambientes fiquem ventilados com permanência, fazendo com que fiquem menos propensos a circulação dos agentes patogênicos. 

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Portanto, veja algumas dicas importantes que podem ajudar você a manter o ambienta da sua casa saudável e evitar danos à saúde.

Como manter o ambiente seguro e afastar o risco de doenças

Manter janelas e portas abertas com frequência: 

– Deixe pelo menos 20cm para o ar circular. As frestas vão permitir a ventilação durante o dia e a noite; 

Mantenha a circulação de ar em áreas molhadas:

– Cozinhas e banheiros são ambientes úmidos. Ao manter esses recintos fechados, fica mais difícil de secarem levando à proliferação de fungos;

Manter a casa sempre limpa:

– Usar aspiradores de pó e não vassouras. Elas levantam a poeira e os ácaros, deixando-os suspensos no ar. Passe um pano úmido nos móveis e no chão, também; 

Ventilação cruzada: 

– Faça com que o ar entre por um abertura e saia pela outra. Caso existe apenas um abertura nos cômodos, o ventilador pode ajudar no processo de circulação do ar;

 Deixe o sol aquecer o ambiente:

– Deixe as cortinas abertas durante todo o dia para que a luz do sol entre e aqueça o ambiente. Vai ajudar a controlar a umidade;

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Medicina e Saúde

Covid-19: com casos em alta, procura por autotestes cresce na Grande Vitória

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Nos últimos 14 dias, o aumento no número de pessoas infectadas foi de quase 128% no Espírito Santo

O Espírito Santo vive uma nova onda da covid-19, com número de novos casos em alta. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), nos últimos 14 dias, o aumento no número de pessoas infectadas foi de quase 128%.

Com mais pessoas com sintomas ou com contato com pacientes que testaram positivo para a covid-19, a procura por autotestes também tem aumentado. A venda desta modalidade de teste para identificar a presença do coronavírus começou em março, mas farmácias da Grande Vitória começaram a registrar um aumento de vendas nos últimos dias.

Um levantamento realizado pela reportagem do Folha Vitória constatou que a procura pelo autoteste cresceu na última semana, quando o número de novos casos registrados chegou a cinco mil por dia. O autoteste é encontrado por cerca de R$ 70. 

Em uma farmácia da Rede Drogasil, em Cariacica, eram vendidos, em média, dois testes por dia há cerca de duas semanas. Nos últimos dias, a média de venda diária saltou para dez por dia.

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Na Serra, uma drogaria da Rede Farmes também registrou aumento. Segundo os funcionários, o teste para covid-19 é realizado de forma gratuita no Terminal de Laranjeiras, que fica próximo ao estabelecimento, mas por conta da fila, muitas pessoas preferem comprar o autoteste.

Em uma farmácia da rede Santa Lúcia, em Vitória, a busca pelo autoteste também cresceu. De acordo com os funcionários, a procura é maior durante os fins de semana. No último, foram vendidos cerca de oito testes por dia.

A situação se repete em Vila Velha. Uma farmácia da Rede Pacheco vendeu 60 testes somente entre sexta-feira (01) e domingo (03). No mês de junho inteiro, foram vendidos 32 testes.

Como usar o autoteste do covid-19?

O exame, segundo especialistas, é simples de ser utilizado. Ele se assemelha com o teste rápido de antígeno da farmácia, em que é recolhida uma amostra de secreção nasal ou saliva por meio de um swab — semelhante a uma haste com algodão na ponta. No teste das farmácias, é necessário auxílio de um profissional de saúde.

Já no autoteste, a pessoa pode fazer o exame sozinha em casa, sem a necessidade da presença de um profissional de saúde. A recomendação é que seja feito entre o primeiro e sétimo dia de sintomas. Por isso, é preciso ter muita atenção.

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Como cada fabricante apresenta uma maneira diferente de condução, é fundamental ler a bula com calma. Ao seguir o passo a passo, você evita o risco de fazer o teste de maneira errada e ter um resultado impreciso. 

Com o kit em mãos, é feita a coleta da secreção da boca ou do nariz com um cotonete. Logo em seguida, a haste é introduzida em um recipiente com um líquido químico para a testagem.

Depois, é preciso pingar algumas gotas desse líquido no campo de teste (uma plaquinha retangular) e esperar de 30 a 40 minutos até que o resultado apareça. Caso surjam duas linhas, o teste indica que o paciente positivou para a covid-19.

Quais sintomas podem indicar que estou com covid-19?

O autoteste é recomendado para pessoas com sintomas que apontem para a covid-19. Entre eles:

– Dor de garganta;
– Febre;
– Cansaço;
– Dores no corpo;
– Tosse;
– Perda do paladar ou olfato.

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Beber álcool corta o efeito do remédio: verdade ou mito?

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Tudo depende de onde o medicamento é metabolizado, afirma especialista

Atire a primeira pedra aquele que nunca pensou em curtir um happy hour com os amigos depois de uma semana cansativa de trabalho. Para os que tomam remédios controlados ou até mesmo em casos eventuais, no entanto, há a preocupação de a ingestão de álcool interferir diretamente nos efeitos dos medicamentos no organismo. Mas, afinal, existe mesmo essa relação?

Segundo a psicóloga e nutricionista Thais Araújo, tudo depende de onde o medicamento é metabolizado. Se for no fígado, a possibilidade de ele não surtir efeito é grande.

— O álcool é metabolizado na enzima hepática, a mesma que metaboliza alguns remédios. Nesses casos, a pessoa tende a sofrer com os efeitos colaterais, porque é como se o fígado ficasse “ocupado” com outra substância, não dando espaço para o medicamento agir — explica a especialista.

— Os antidepressivos misturados às bebidas alcoólicas não vão ter a ação esperada. O álcool é um depressor do sistema nervoso central, então vai piorar o quadro de depressão — avisa Thais.

Para Rafael Cangemi, especialista em medicina de família e comunidade, a discussão sobre o álcool vai além das interferências sobre um medicamento. Deve-se considerar os danos que essa substância pode causar no organismo se ingerida em excesso. Entre eles, comprometimento do fígado, órgão responsável pela produção de bile, substância fundamental para a digestão da gordura e detox do corpo.

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