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Maratona de Aventura em Pedra Azul consolida retomada do turismo no Espírito Santo

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Com todos os cuidados sanitários exigidos pelas autoridades de saúde, o município de Domingos Martins sedia, neste domingo (08), a Maratona Pedra Azul, uma das primeiras atividades esportivas autorizadas neste período de retomada das atividades em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). A prova terá distâncias de 42, 21 e 12 quilômetros de corrida, além de uma caminhada de seis quilômetros.

A Secretaria de Turismo (Setur), desde o ano passado, junto com a organizadora do evento, participou de toda a articulação e ajustes necessários, inclusive a mudança de data em decorrência da pandemia, para que o evento fosse realizado agora. “A realização desta maratona em solo capixaba muito nos honra e marca um momento de retomada das atividades do turismo trazendo para o Espírito Santo representantes de nove estados brasileiros. A atividade movimenta o setor e naturalmente é uma propaganda do nosso Estado, tão procurado não só para lazer, mas também para a prática de diversas modalidades esportivas”, enfatiza o secretário de Estado de Turismo, Dorval Uliana.

Para receber o sinal verde das autoridades locais, os organizadores tiveram que adotar uma série de medidas com o objetivo de evitar aglomerações e reforçar as proteções sanitárias, adequando-se ao protocolo da Federação Capixaba de Atletismo. “Reduzimos pela metade a quantidade prevista de inscritos, teremos álcool gel em vários pontos e, além disso, o sistema de hidratação e o recebimento de medalhas e troféus será no formato self-service, ou seja, os atletas não terão contato com os staffs”, afirma Yoshiya Suwa, diretor geral da prova.

Pedra Azul foi escolhida por envolver um percurso desafiador com belas paisagens naturais e um grande potencial turístico. “A cada ano cresce no Brasil o chamado ‘maraturismo’, ou seja, as corridas de rua aliadas ao turismo, e encontramos no local as condições ideais para fomentarmos no estado esse conceito”, ressalta Yoshiya Suwa. “Desde nossa primeira visita técnica, ainda em 2019, fomos muito bem recebidos pela população e pelas autoridades, o que faz toda a diferença na hora de entregar um bom evento”, completa o dirigente.

A largada acontecerá em etapas e com uma quantidade limitada de corredores, a partir das 7h de domingo (08/11) no Quadrado de São Paulinho e de lá os atletas percorrerão a Rota do Lagarto, trechos de asfalto no acostamento da ES-164, além de estradões de terra até a chegada no mesmo local. “Lembramos que será obrigatório o uso de máscara durante a largada, chegada e na arena. Também solicitamos que todos deixem o local o mais breve possível para evitar aglomerações”, salienta o diretor geral da prova.

Para mais informações sobre a prova como regulamento, percurso e postos de hidratação, acesse www.maratonapedraazul.com.

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Valdívia recebe teste positivo para covid no intervalo e é substituído

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Meio-campista estava atuando pelo Avaí na partida diante do CSA. Após saber do resultado de teste, técnico o trocou por Renato

Valdivia testou positivo para covid enquanto estava jogando pelo Avaí

O meio-campista Valdívia foi substituído na partida entre CSA e Avaí pela Série B do Brasileirão. Até aí, sem problemas. O estranho é que ele deixou a partida após receber o diagnóstico positivo para covid-19.

O resultado teria chegado ao conhecimento do clube através de informação repassada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) durante o confronto disputado na cidade de Maceió, momento em que o jogador estava em campo.

Com isso, a atitude do clube foi de, no intervalo do compromisso, substituir o jogador que deu lugar ao também meio-campista Renato. Até o presente momento, o clube ou mesmo a CBF não se pronunciou em caráter oficial.

Desde que chegou ao Avaí por empréstimo do Internacional, Valdívia participou de 45 partidas. Ele fez sete gols em uma passagem marcada por altos e baixos.

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MP denuncia ex-presidente do Fla por incêndio no Ninho do Urubu

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Além de Bandeira de Mello, outras 10 pessoas são acusadas pela prática de ‘condutas delituosas’ na tragédia que matou 10 atletas

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) denunciou, nesta sexta-feira (15), o ex-presidente do Flamengo Eduardo Bandeira de Mello e mais 10 pessoas pelo crime de incêndio culposo resultando em morte na investigação sobre o a tragédia no Centro de Treinamento do Ninho do Urubu.

“Havia o conhecimento de uma série de precariedades na instalação. O CT foi autuado pela prefeitura. O Ministério Público do Rio de Janeiro tentou fazer um termo de ajustamento de conduta para melhorar as inatalações, mas foi rejeitado pelo então diretor”, disse o promotor Décio Alonso.

Incêndio no Ninho matou 10 jovens jogadoresA tragédia, ocorrida em fevereiro de 2019, tirou a vida de 10 jogadores das categorias de base do clube. Todos dormiam no momento em que o fogo tomou conta das instalações.

Além de Bandeira de Mello, presidente do Flamengo entre 2013-2015 e entre 2016-2018, também foram denunciados Antonio Marcio Mongelli Garotti, Carlos Renato Mamede Noval, Claudia Pereira Rodrigues, Danilo da Silva Duarte, Edson Colman da Silva, Fabio Hilario da Silva, Luiz Felipe de Almeida Pondé, Marcelo Maia de Sá, Marcus Vinícius Medeiros e Weslley Gimenes.

Com base na investigação do Gaedest (Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor) o MP-RJ argumenta que “de 2015 até fevereiro do ano de 2019 [data do incêndio], os denunciados, consciente e voluntariamente, praticaram condutas comissivas e/ou omissivas, isolada e/ou conjuntamente, por imperícia, negligência e/ou imprudência penalmente relevantes”.

Em seguida, a Promotoria destaca que “as condutas dos denunciados ao longo do tempo foram a causa única e eficiente para a ocorrência do incêndio de grandes proporções que resultou direta e consequentemente na morte dos dez adolescentes e ferimentos graves em outros três, todos atletas da categoria de base do futebol da referida Agremiação Esportiva, não tendo concorrido para o evento nenhuma condição de caso fortuito ou força maior a afastar a responsabilidade penal na hipótese”.

Ainda segundo o MP, o Flamengo descumpriu sanções administrativas e normas técnicas regulamentares para a fiscalização correta do Corpo de Bombeiros Militar do Rio. Mais do que isso, a contratação de contêineres para dormitório de atletas das categorias de base vai contra as regras de engenharia e arquitetura. “A estrutura de contêiner nunca foi comunicada a nenhum órgão de fiscalização e controle”, afirma Alonso.

O incêndio no Ninho do Urubu, em 8 de fevereiro de 2019, fez dez vítimas fatais. Os atletas Arthur Vinicius de Barros Silva (14 anos), Athila de Souza Paixão (14), Bernardo Augusto Manzke Pisetta (14), Christian Esmerio Candido (15), Gedson Corgosinho Beltrão dos Santos (14), Jorge Eduardo Santos Pereira Dias Sacramento (15), Pablo Henrique da Silva Matos (14), Rykelmo de Souza Viana (16), Samuel Thomas de Souza Rosa (15) e Vitor Isaias Coelho da Silva (15), que dormiam nas instalações improvisadas, morreram

O incêndio no Ninho do Urubu, em 8 de fevereiro de 2019, fez dez vítimas fatais. Os atletas Arthur Vinicius de Barros Silva (14 anos), Athila de Souza Paixão (14), Bernardo Augusto Manzke Pisetta (14), Christian Esmerio Candido (15), Gedson Corgosinho Beltrão dos Santos (14), Jorge Eduardo Santos Pereira Dias Sacramento (15), Pablo Henrique da Silva Matos (14), Rykelmo de Souza Viana (16), Samuel Thomas de Souza Rosa (15) e Vitor Isaias Coelho da Silva (15), que dormiam nas instalações improvisadas, morreram

Histórico do processo

No final de 2020, a investigação sobre o incêndio mudou de mãos. O promotor Luiz Ayres se licenciou do cargo por motivos de saúde e Décio Luiz Alonso Gomes assumiu a denúncia. O novo promotor de Justiça, membro do Gaedest (Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor), já tinha em mãos os últimos relatórios da Polícia Civil do Rio.

O incêndio no Centro de Treinamento George Helal, conhecido como Ninho do Urubu, aconteceu em 8 de fevereiro de 2019, por volta das 5h. Na ocasião, 22 garotos dormiam em instalações improvisadas dentro dos muros do Flamengo. Uma curto-circuito no ar-condicionado teria sido a causa do incêndio que matou 10 jogadores.

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