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Brasil

Marcelo Odebrecht volta a depor sobre Lula e BNDES

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Processo contra o ex-presidente da República envolve crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, em negócios em Angola, na África

O empresário e delator Marcelo Odebrecht presta nesta segunda-feira (7) de outubro, mais um depoimento à Justiça Federal de Brasília, como testemunha em processo aberto contra Luiz Inácio Lula da Silva por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, em negócios em Angola, na África, envolvendo a Odebrecht, o sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos e financiamento do BNDES.

“Intime-se o colaborador, por meio de sua defesa, para que compareça à Subseção Judiciária mencionada, no dia 7 de outubro de 2019 às 10h, a fim de prestar seu depoimento, a exemplo do que ocorreu nos autos da Ação Penal 1004454-59.2019.4.01.3400 em 4 de outubro de 2019.”

Na sexta-feira (4) Odebrecht foi ouvido em outro processo criminal sobre o caso da liberação do financiamento do BNDES para a Odebrecht em negócios em Angola, que tem como alvos o ex-ministro Paulo Bernardo e suposta propina de US$ 40 milhões para o PT. Na ocasião, afirmou ver como injusta uma eventual condenação do Lula por corrupção no caso, devido a “contradições” que identificou nas versões do ex-ministro Antonio Palocci e do pai Emílio Odebrecht sobre a participação do ex-presidente no caso.

A afirmação feita ao juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, foi interpretada, em especial pela defesa do ex-presidente Lula, como um recuo de Odebrecht em relação às acusações inicialmente feitas em seu acordo de colaboração premiada, fechado com a Lava Jato.

Pessoas que acompanham o processo afirmam, em reservado, que a fala de Odebrecht tem como alvo o pai, Emílio, com quem está rompido.

No processo em que é ouvido nesta segunda-feira, aberto em 2016, as acusações são relacionados ao mesmo fato — o negócio da Odebrecht em Angola e financiamento do BNDES — do processo de sexta, mas os alvos são o sobrinho Taiguara e outros, relacionados à suposta lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

Ao juiz da 10ª Vara, o delator terá a chance de explicar melhor sua fala no processo em que se apura o acerto de US$ 40 milhões em propinas ao PT, via Paulo Bernardo e Palocci.

Rotina

Delator desde 2016, Marcelo Odebrecht conseguiu deixar a prisão no final de 2017. Ele cumpre pena de 30 anos de prisão, em regime domiciliar. E presta depoimento por videoconferência do prédio da Justiça Federal, em Osasco, na Grande São Paulo. O depoimento começou por volta das 10h.

Preso em junho de 2015, Marcelo foi afastado do comando das empresas e viu as sucessivas tentativas de anular sua prisão e as investigações da Lava Jato nos tribunais frustradas. Ficou dois anos preso em Curitiba. Fez acordo de delação premiada em 2016 e desde janeiro de 2018 cumpre prisão domiciliar.

Por força do acordo de delação que prevê uma cláusula de desempenho, ele passou a “ajudar” a força-tarefa na tradução dos incontáveis arquivos digitais, e-mails e arquivos, boa parte criptografado ou escrito com cifras. Faz relatórios de análise — como fazem os agentes da Polícia Federal —, em que traduz as siglas de mensagens, contextualiza as conversas e as intenções, presta novos depoimentos, corrige inconsistências que vê nas denúncias.

Defesa

O advogado de defesa de Lula, Cristiano Zanin Martins, disse na última sexta-feira que os depoimentos de Marcelo e de Emílio, somados, deixam claro que “o ex-presidente não praticou nenhum ato ilícito que foi imputado a ele nessa ação.” “Não há como sustentar vínculo com o ex-presidente. Se ocorreu algum fato ilícito, não tem qualquer participação de Lula”, disse Zanin.

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Brasil

Banestes mantém a menor taxa de juros do Brasil no crédito imobiliário, mesmo após alta da Selic

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A condição promocional, com taxas a partir de 6,20% ao ano + TR, foi prorrogada até o dia 15 de maio.

O Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) anunciou, nesta semana, que, mesmo com a recente alta da taxa básica de juros, a Selic, para 2,75%, irá manter a melhor condição atual disponível no mercado de crédito imobiliário do Brasil, taxas a partir de 6,20% ao ano + taxa referencial (TR). A promoção foi prorrogada até o próximo dia 15 de maio.

A decisão leva em consideração a alta procura pela modalidade de crédito no banco. “A procura em 2020, quando comparada ao ano de 2019, teve aumento de 300%. Temos focado na modernização e automatização na concessão do crédito imobiliário no Banestes, para garantir aos clientes uma experiência ainda melhor no processo de contratação. Somos um banco estadual que atualmente ocupa uma posição de destaque neste mercado no cenário nacional, com a melhor opção ofertada no País”, enfatiza o diretor-presidente do Banestes, Amarildo Casagrande.

O financiamento pode chegar a até 90% do valor do imóvel, com até 35 anos para pagar. Além disso, os valores gastos com o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e com o Registro do Imóvel podem ser financiados juntamente com o crédito imobiliário, respeitando o limite de 5% do montante total.

A linha de crédito permite ainda a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para financiamento de unidades de até R$ 1,5 milhão. E o valor da tarifa de avaliação de imóvel do Banestes é uma das menores do mercado.

Além do Crédito Imobiliário Residencial, o Banestes oferece uma linha específica para financiamentos de lotes urbanos, outra para imóveis comerciais e também a opção de Portabilidade para o Crédito Imobiliário.

Portabilidade do Crédito Imobiliário

O momento é oportuno ainda para quem já possui um crédito imobiliário contratado em outra instituição financeira e deseja reduzir a mensalidade paga mensalmente e, com isso, fazer uma boa economia. Para isso, basta contratar a Portabilidade de Crédito Imobiliário com o Banestes e, com isso, garantir condições melhores para o financiamento.

Na maioria dos casos, o valor mensal da prestação cai significativamente. De acordo com o diretor de Negócios do Banestes, Hugo Gaspar, o momento é extremamente vantajoso para realizar a portabilidade, devido à redução da taxa no Banestes. “Temos casos em que um imóvel financiado de R$ 500 mil teve redução de R$ 1,3 mil na prestação mensal, com a portabilidade para o Banestes. Temos casos em que a economia total chega a R$ 200 mil no valor do contrato”, ressalta.

Os interessados em contratar o crédito imobiliário ou realizar a portabilidade para o Banestes devem entrar em contato com uma das agências do banco. Todas as propostas estarão sujeitas ao processo de análise de crédito.

 

Saiba mais sobre as condições especiais do Crédito Imobiliário Residencial Banestes:

  • Taxa de juros a partir de 6,20% ao ano + Taxa Referencial (TR), a melhor condição atualmente no Brasil.
  • Financiamento de até 90% do valor do imóvel pela tabela SAC.
  • ITBI e Registro do Imóvel financiados juntamente com o crédito imobiliário (até o limite de 5%).
  • Prazo máximo de financiamento: até 420 meses (35 anos).
  • Promoção prorrogada até o próximo dia 15 de maio.
  • Pessoas que já possuem crédito imobiliário contratado em outra instituição financeira podem realizar portabilidade para o Banestes e, com isso, reduzir o valor mensal das prestações, com taxas mais atrativas.

Confira – Novas condições para financiamento de Lotes Urbanos no Banestes:

  • Redução da taxa de juros efetiva mínima de 11% para 8,40% ao ano.
  • Aumento do prazo de financiamento de 120 para até 240 meses.
  • Aumento do valor máximo do imóvel de R$ 350 mil para até R$ 1 milhão.
  • Financiamento de até 80% do valor do lote pelo Banestes.

Crédito Imobiliário Empresarial e Comercial Banestes:

  • Taxas a partir de 8,29 % ao ano + TR.
  • Valor pode ser parcelado em até 240 meses (20 anos).
  • Percentual de financiamento de até 80%.
  • Para imóveis avaliados até R$ 2 milhões.

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Brasil

‘Herdeira’ do tráfico no Rio de Janeiro é alvo de operação policial no sul do Brasil

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Mulher é suspeita de gerenciar os bens de traficante morto em 2019, dois anos após assinar delação premiada

Uma mulher apontada como “herdeira” do tráfico de drogas no Rio de Janeiro é alvo de uma operação policial contra ex-aliados de Léo do Aço, traficante assassinado em 2019, dois anos após fechar um acordo de delação. 

A ação cumpre nove mandados de busca e apreensão, um deles no endereço de Carla Oliveira de Melo. A suspeita de gerenciar os bens de Léo vive atualmente em uma casa em Jurerê Internacional, em Florianópolis. 

A força-tarefa da Operação Rainha de Copas, que envolve policiais civis do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, identificou que Carla e outros supostos laranjas movimentaram RS 15 milhões, desde 2019. 

Segundo as investigações, o grupo abriu empresas de fachada para lavar dinheiro e montou uma rede para passar ao tráfico informações sigilosas da polícia. A Justiça também determinou o sequestro de R$ 7,4 milhões em bens dos suspeitos.

Além de Carla, são alvos o ex-marido dela, o ex-PM do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Silvestre Andre da Silva Felizardo, e Hanna de Oliveira, apontada como uma laranja.

A polícia investiga duas supostas empresas de fachada montadas pelo grupo. Uma delas, um negócio de material descartável, movimentou R$ 2,5 milhões nos últimos três anos, e uma agência de aluguel de lanchas, criada em dezembro do ano passado com capital de R$ 800 mil.

Segundo a força-tarefa, os alvos ostentavam uma vida de luxo nas redes sociais publicando fotos com lanchas, motos aquáticas, Harley Davidsons e carros conversíveis, além de viagens internacionais.

Os mandados foram expedidos pela Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A polícia espera reunir documentos que expliquem a atividade financeira do grupo. Não há pedidos de prisão.

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